Miley Cyrus volta com visual diferente; lista relembra fases da cantora

16 de maio de 2017 - 106 visualizações

Bela, recatada, do lar, country e limpa (de drogas). A nova fase de Miley Cyrus – quem diria… – é bastante diferente de ousada “versão” prévia da cantora (“a garota má do pop com coreografias sensuais”). Que por sua vez também já era nada a ver com o que tinha vindo antes (Hannah Montana, lembra?). Que por sua vez….

Enfim, você entendeu: a Miley curte mudar – e, quase sempre, são tranformações radicais. Veja esta declaração recente dela à revista “Billboard”, publicada em 3 de maio:

“Eu não fumo maconha há três semanas, que é o maior tempo que já fiquei [sem fumar]. Não estou usando drogas, não estou bebendo, estou completamente limpa agora!”

A frase antecipou a nova fase da cantora, que acaba de lançar o single “Malibu”. É uma canção de amor inspirada em seu noivo, o ator Liam Hemsworth (“Jogos Vorazes”), com quem voltou no ano passado. O casal tinha rompido em 2013.

Aos 24 anos, a artista ressurge em versão “família”. Curioso, considerando que ela começou a carreira justamente acompanhando o pai, o cantor e ator Billy Ray Cyrus.

O G1 fez uma lista que resume as cinco principais fases de Miley Cyrus.

Relembre, abaixo, as 5 principais fases de Miley Cyrus:

1. Garotinha do papai (Billy Ray Cyrus)

Em 23 de novembro de 1992, nasce no Tennessee, Estados Unidos, Destiny Hope Cyrus. “Senti que seu destino era trazer esperança ao mundo”, justificou o pai, Billy Ray Cyrus, segundo um livro sobre a futura cantora. Mais tarde, veio o apelido Smiley (sorridente), que por fim virou Miley e deu no nome artístico.

O primeiro trabalho foi como atriz. Tinha perto de nove anos quando apareceu no piloto e em mais dois episódios da série de TV “Doc” (2001-2004), estrelada por Billy Ray. Na época, apareceu ainda no filme “Peixe grande e suas histórias maravilhosas” (2003), de Tim Burton.

2. Hannah Montana (2006-2011): ídolo infanto-juvenil

Na série do Disney Channel exibida entre 2006 e 2011, Miley Cyrus virou estrela.

Interpretava a adolescente Miley Stewart, garota comum que na verdade tinha um alter ego secreto: a popstar Hannah Montana.

Com o trabalho, que permitiu a Miley exercitar tanto o lado atriz quanto cantora, tornou-se queridinha de crianças, pré-adolescentes e adolescentes. Era uma imagem bem comportada. O primeiro disco, “Breakout” (2008) é daquele momento, com músicas que iam do country teen ao pop rock.

3. Pós-Hannah Montana (2010-2013): ‘preciso mudar’

O processo de fuga de Hannah Montana foi iniciado timidamente em 2010, com o disco “Can’t be tammed”. Na época, “Hannah Montana” ainda estava no ar, mas Miley já demonstrava que queria se livrar do status de queridinha da Disney.

Em maio de 2011, cantou no Brasil e fez show pontuado por modelitos ousados, caras e bocas provocantess e repertório cheio de referências roqueiras. Tocou Nirvana, Joan Jett, Fleetwood Mac e Poison.

4. ‘Crazy’ (a partir de 2013)

O segundo semestre de 2013 marcou uma espécie de “perda da inocência” definitiva para Miley Cyrus, que acabaria ganhando o rótulo de “garota má da música pop” . No MTV Video Music Awards, em agosto daquele ano, ela rebolou no palco com o cantor Robin Thicke.

Mudaram as roupas (muita lingerie de látex) e a atitude, com twerking, língua
permanentemente para fora, declarações polêmicas etc. Miley também admitiu uso de drogas.

No clipe de “Wrecking ball”, apareceu nua. A faixa estava no álbum “Bangerz” (leia a crítica do G1). Também se declarou “uma das maiores feministas do mundo”. Era o adeus a Hannah Montana.

5. Fase atual (volta ao country): ‘Estou sem fumar maconha’

Com o novo single, “Malibu”, Miley diz querer voltar às origens, ou seja: a música country. Na famosa entrevista em que disse estar “limpa”, a cantora também fez fez questão de lembrar sua ligação íntima com o tradicional estilo de música americana. Para provoar, afirmou que tem uma tatuagem de um autógrafo de Johnny Cash (e frisou que pediu a assinatura quando era uma garotinha). Além disso, delclarou: “Dolly Parton é a P. da minha madrinha”.

Seu próximo álbum terá mais músicas acústicas e melodias escritas por Miley, e incluirá uma canção para Hillary Clinton, que ela apoiou nas eleições presidenciais dos Estados Unidos no ano passado, e outro hino dedicado às mulheres no local de trabalho.


Deixe seu comentário

Aceito os termos e condições

Antes de escrever seu comentário, lembre-se: não serão tolerados comentários ofensivos, que vão contra a lei ou que não tenham o remetente identificado. Dê sua opinião com responsabilidade.