Música

Anitta fugindo de cobra em gravação de clipe vira meme e fãs comparam réptil a Iggy Azalea

20 de julho de 2017

anitta

Anitta mostrou cenas de bastidores da gravação do clipe “Sua Cara” em seu Instagram, nesta terça-feira (18). Nas imagens, a cantora dança diante de uma cobra. Em certo momento, o réptil pula em direção à cantora, que sai correndo e dá um gritinho.

E os internautas não perderam tempo e transformaram a cena em meme, comparando a cobra a problemas da vida, aos trabalhos de faculdade e, como não podia faltar, a cantora Iggy Azalea.

“Vazam imagens da nova versão de ‘Switch’ com Anitta e Iggy Azalea”, escreveu um fã da cantora, fazendo referência ao vídeo do single que as duas interpretam juntas. A rapper Iggy Azalea decretou esta semana que a gravação deste clipe não vai mais acontecer. “Estou finalizando a divulgação de ‘Switch’ e pulando para outro single. Vou dar mais detalhes quando chegar a hora”, completou a cantora.

Já o clipe de “Sua cara”, parceria de Anitta com Pabllo Vittar, será lançado no dia 30 de julho.


Como um remix de ‘Trem Bala’ ajudou dois DJs a entrarem no circuito dos sertanejos

19 de julho de 2017

Em 2015, Thiago Mansur e Paulo Velloso deram uma roupagem eletrônica à música “Oração”, da Banda Mais Bonita da Cidade. Dois anos depois, a dupla de DJs do projeto JetLag, pegou outra música de letra fofinha e inseriu uma batida mais eletrônica, dando um novo tom ao duo voz e violão da faixa “Trem Bala”, de Ana Vilela.

Ana Vilela comemora mudança de vida após estouro de ‘Trem Bala’: ‘Dei entrada no meu apartamento’

Apesar de as duas músicas terem surgido na internet e transmitirem uma mensagem positiva, são outros pontos que despertam o interesse de Thiago e Paulo na hora de mixar uma faixa. “Tanto na ‘Oração’ quanto na ‘Trem bala’, a gente pensou em trazer alguma novidade de algo muito bonito e que mexeu com a gente.”

Com Paulo, Thiago produziu o primeiro remix de “Trem Bala”. “A ideia foi fazer algo mais pista, mais voltado para os grandes festivais”, explicou sobre a mais recente versão.

Sem preconceito a outros ritmos

As duas músicas escolhidas para a mixagem seguem uma mesma linha, mas o LetLag garante que hits de qualquer outro gênero podem se tornar matéria prima. “Não temos preconceito nenhum. Nosso gosto é muito pelo pop, rock, indie, por músicas alternativas experimentais, deep house…”, explica.

Os remixes de hits mais MPB os ajudaram a conseguir uma vaga no casting da AudioMix, produtora de eventos do sertanejo que cuida da carreira de gente como Simone e Simaria, Jorge e Mateus, Wesley Safadão, Thiago e Paulo passaram a se apresentar em eventos sertanejos e de forró.

“Começamos a fazer parte desses festivais mais ecléticos que misturam o público. Lógico que os primeiros que a gente fez, tivemos um pouco de receio. Mas hoje em dia, a música não tem mais barreira, é união. Ouço músicas de Matheus e Kauan, Jorge e Mateus, Fernando e Sorocaba… Gosto e me pego cantarolando”.

JetLag

O duo não esconde que sofre constantemente com a condição fisiológica que dá nome ao projeto e que explica o mal-estar causado pela troca de fuso horário.

“A gente acaba trocando o dia pela noite, dormindo e comendo em horário alternativos, passa por dois, três estados no mesmo dia sem se quer ir a um restaurante. Desce do avião, sobe no palco e volta para o avião”, analisa Thiago. O duo já tocou em festivais como Tomorrowland, na Bélgica, o Future Sound, em Chicago, e o Day N Night Fest, em Nova York.

“Já teve até final de semana de passar por quatro, cinco estados. Mas o trabalho é esse. DJ tem que estar em todos os lugares possíveis no tempo hábil que ele tem”, diz Paulo.


‘Acordando o prédio’, de Luan Santana, domina rádios do país no 1º semestre de 2017

19 de julho de 2017

A música sertaneja dominou as rádios do Brasil no primeiro semestre de 2017. Segundo as empresas de monitoramento Crowley e Connect Mix, o ritmo ocupou quase todas as colocações do TOP 10 de faixas mais tocadas nas rádios.

Destaque para “Acordando o prédio”, de Luan Santana, que ficou com a primeira posição na lista da Crowley e, com a segunda colocação, na contagem da Connect Mix.

A Crowley é a empresa de monitoramento de rádio mais tradicional do mercado brasileiro, com atividade desde 1997. A Connectmix divulga desde o final de 2014 os seus rankings de rádios, com foco no monitoramento em tempo real da execução das faixas.

Os números de ambas as empresas foram coletados no período entre 1 de janeiro e 30 de junho.
Veja o o ranking de 10 músicas mais tocadas no primeiro semestre da Crowley:

“Acordando o prédio” – Luan Santana
“Cadeira de aço” – Zé Neto & Cristiano
“Vidinha de Balada” – Henrique & Juliano
“Enquanto eu brindo cê chora” – Bruno & Marrone
“Loka” – Simone & Simaria Part.Anitta
“Te assumi pro Brasil” – Matheus & Kauan
“Sorte que cê beija bem” – Maiara & Maraisa
“Lá se foi o boi com a corda” – Bruno & Barretto Part.Dj Kevin
“Paredes Pintadas” – Julia & Rafaela
“Impressionando os anjos” – Gustavo Mioto

Veja o o ranking de 10 músicas mais tocadas no primeiro semestre da Connectmix:

“Loka” – Simone e Simaria – feat Anitta
“Acordando o prédio” – Luan Santana
“Vidinha de Balada” – Henrique e Juliano
“Homem de Família” – Gusttavo Lima
“Impressionando os Anjos – Gustavo Mioto
“Te assumi pro Brasil” – Matheus e Kauan
“A mala é falsa” – Felipe Araújo
“Chegaste” – Roberto Carlos feat. Jennifer Lopez
“Você partiu meu coração” – Nego do Borel feat. Anitta e Wesley Safadão
“Enquanto eu brindo cê chora” – Bruno & Marrone


Anitta e Iggy Azalea: clipe cancelado será último capítulo da novela de ‘Switch’?

19 de julho de 2017

Mais um capítulo da novela que envolve Anitta e seus parceiros internacionais foi ao ar na internet neste fim de semana. A rapper Iggy Azalea, com quem a brasileira colaborou no single “Switch”, decretou: o clipe da música “não vai acontecer”.

“Estou finalizando a divulgação de ‘Switch’ e pulando para outro single. Vou dar mais detalhes quando chegar a hora.”

A australiana escreveu no Twitter a frase acima, em resposta a uma seguidora que perguntou sobre o vídeo. Um produtor que trabalhou com Azalea, Clyde Goins, chegou a dizer que o clipe sairia em breve, mas a cantora alfinetou: “Clyde é um cara legal que sabe tanto quanto meu jardineiro sobre os meus lançamentos.”

O cancelamento do clipe de “Switch” se deu em meio à turbulenta divulgação do single, lançado em maio e cercado pela euforia dos brasileiros que torcem pelo sucesso de Anitta no exterior. Uma versão não finalizada do vídeo vazou na internet poucos dias após o lançamento da música, e Anitta lamentou:

“A Iggy é muito detalhista, perfeccionista e cuidadosa. Ela cuida de cada detalhe. É muito ruim você ver uma coisa saindo que não está do jeito que você queria exatamente.”

A partir de então, alguns fãs passaram a acreditar em uma suposta rachadura na relação entre a funkeira e a rapper, baseados em alguns sinais:

Azalea na opinião dos fãs – deu pouco espaço a Anitta no programa “The tonight show”, de Jimmy Fallon: a brasileira não permaneceu o tempo todo no palco

A cantora teria apagado do Instagram todas as fotos em que aparecia com a brasileira. Depois, justificou dizendo que não administra sua conta na rede social.

A rapper já reclamou várias vezes de ataques de brasileiros em suas redes sociais.

A australiana apareceu em fotos com o colombiano Maluma – outro parcerio de Anitta, e fãs passaram a cogitar uma “traição”

Em meio aos boatos sobre Azalea e Maluma, posts misteriosos de Anitta no Twitter foram interpretados como indiretas aos dois.

Crise com a gravadora

A revelação de que passará a trabalhar na divulgação de um novo single vai contra uma declaração dada por Azalea no início deste mês. Também no Twitter, ela se mostrou chateada com a decisão de sua gravadora de não lançar nenhum outro single de seu próximo álbum, o “Digital distortion”.

“Steve Bartels disse que não pretende lançar nenhum outro single do meu álbum, infelizmente. Então é isso”, escreveu, referindo-se ao presidente da Def Jam, gravadora responsável pelos lançamentos da australiana.

Na rede social, a rapper disse que estava triste com o ocorrido, mas garantiu que seu disco chegaria ao mercado. “Meu álbum não foi cancelado, ele só não terá nenhum outro single. Ele ainda será lançado”, afirmou.

“Digital distortion” pode não ter nenhum outro single lançado, mas deve contar com um momento de superação pessoal para Iggy, já que recentemente ela anunciou uma provável parceria com a cantora Azealia Banks após anos de rivalidade entre elas. Resta saber se ainda haverá próximos episódios dessa história.


Coldplay anuncia show extra em São Paulo em 8 de novembro

18 de julho de 2017

coldplay

O Coldplay anunciou nesta segunda-feira (17) que realizará um show extra em São Paulo no dia 8 de novembro. O grupo já tinha marcado outras duas apresentações no Brasil: dia 7 de novembro, também em São Paulo, e dia 11 de novembro, em Porto Alegre (RS).

O novo show também acontece no Allianz Parque, estádio do Palmeiras, e a venda geral começa no dia 21 de julho, às 0h01.

Os ingressos online das apresentações já marcadas se esgotaram rapidamente após a abertura nesta segunda-feira (17). Por isso, muitos fãs já pediam novas datas.

Os shows no Brasil e na Argentina (que acontece no dia 14 de novembro) serão os últimos da turnê A Head Full Of Dreams.

Em março, o Coldplay anunciou o EP “Kaleidoscope” e lançou o single “Hypnotised”. O trabalho conta com cinco faixas inéditas, e foi lançado oficialmente no dia 14 de julho.

Coldplay no Brasil

São Paulo

Quando: 7 de novembro, às 21h; 8 de novembro, às 19h
Onde: Allianz Parque- Avenida Francisco Matarazzo, 1705 – Água Branca
Abertura dos portões: 17h
Classificação Etária: 14 anos (menores acompanhados dos pais ou responsáveis legais)
Ingressos: Pista Premium (R$ 750), Pista Comum (R$ 380), Cadeira Inferior (R$ 510) e Cadeira Superior (R$ 240)

Porto Alegre

Onde: Arena do Grêmio – Av. Padre Leopoldo Brentano, 110 – Humaitá – POA
Quando: 11 de novembro, às 21h
Abertura dos portões: 17h
Classificação Etária: 16 anos (menores acompanhados dos pais ou responsáveis legais)
Ingressos: Pista Premium (R$ 800), Pista Comum (R$ 500), Cadeira Inferior (R$ 520), Cadeira Superior (R$ 320), Cadeira Gold (R$ 480) e Camarote (R$ 780)


Los Hermanos será tema de musical nos 20 anos da banda

18 de julho de 2017

los_hermanos620

O quarteto Los Hermanos, uma das mais aclamadas bandas brasileiras dos anos 2000, ganhará um musical inspirado em suas composições. O projeto, batizado provisoriamente de “Pormenores Los Hermanos, o musical”, foi autorizado a captar R$ 8,3 milhões via Lei Rouanet.

De acordo com a descrição entregue ao Ministério da Cultura, a peça terá esquetes baseadas em músicas como “Conversa de botas batidas”, “Cara estranho” e “Todo o carnaval tem seu fim”. Uma banda ao vivo acompanhará as cenas.

João Falcão (roteirista de “O Auto da Compadecida”) será responsável pelo texto e direção artística do espetáculo. Para recriar os arranjos e fazer a direção musical, foi escalado o produtor Alexandre Kassin, que trabalhou com o Los Hermanos.

A ideia é que a temporada de estreia aconteça no Rio de Janeiro, com quatro apresentações por semana em dois meses de duração. Depois, o espetáculo deve passar por São Paulo, Belém, Recife, Fortaleza, Salvador, Brasília, Belo Horizonte, Curitiba e Porto Alegre.

20 anos depois

“Pormenores” celebrará os 20 anos de formação do Los Hermanos. O grupo foi criado em 1997 por Marcelo Camelo e Rodrigo Barba, então estudantes da PUC-RJ – Rodrigo Amarante e Bruno Medina foram incorporados depois, assim como o baixista Patrick Laplan, que só ficou na banda até 2001.

O grupo estourou em 1999 com o hit pop-rock “Anna Júlia”. Dois anos depois, com o disco “Bloco do eu sozinho”, surpreendeu ao mudar completamente seu repertório, acrescentando influências de samba, bossa nova e gêneros latinos. Em quatro discos – o último, “4″, lançado em 2005 o quarteto transformou canções como “Último romance”, “Além do que se vê” e “O vento” em hinos do rock alternativo brasileiro


’4:44′ de Jay-Z chega ao 1º lugar entre discos mais vendidos nos EUA

18 de julho de 2017

jayz_b9GoUfy

O novo lançamento confessional e político de Jay-Z, “4:44″, finalmente entrou na parada semanal Billboard 200, chegando ao primeiro lugar e alcançando seu 14º lançamento número 1.

O rapper e produtor vendeu 262 mil unidades de “4:44″, de acordo com dados da Nielsen SoundScan na segunda-feira, recebendo o quarto maior total de vendas de álbuns em uma semana de 2017.

O álbum, no qual Jay-Z admite ter traído sua mulher Beyoncé e fala sobre o nascimento, no mês passado, de seus gêmeos, foi lançado em 30 de junho de maneira exclusiva por uma semana para membros de sua plataforma de streaming Tidal e clientes da operadora Sprint Corp.

Apesar de ser certificado como platina em sua primeira semana, “4:44″ estava fora da parada Billboard 200 na semana passada, pois a Tidal não havia reportado os números à Nielsen Music.

A parada Billboard 200 calcula unidades de venda de álbuns, venda de música (10 músicas equivalem a um álbum) e atividade de streaming (1.500 streams equivalem a um álbum).

Jay-Z já detém o recorde de artista solo mais bem sucedido no quadro Billboard 200. Seus 14 álbuns estreando em primeiro lugar ultrapassam números de Bruce Springsteen e Barbra Streisand, segundo a Billboard.

No entanto, apesar do elogio crítico e da publicidade para “4:44″, as vendas reportadas pela Nielsen estavam bem abaixo das estreias de 2017 do álbum “DAMN”, do rapper Kendrick Lamar, com 603 mil unidades, “More Life”, de Drake, e “Divide”, do cantor britânico Ed Sheeran.


Como fãs brasileiros se ‘disfarçam’ para fazer Anitta parecer mais famosa fora do Brasil

14 de julho de 2017

“Paradinha” foi a maior tacada de Anitta em direção à fama internacional. Gravado em Nova York, o clipe da música em espanhol soma mais de 75 milhões de visualizações e chegou a ficar entre os vídeos em alta do YouTube nos Estados Unidos. O que nem todo o mundo sabe é que alguns dos “fãs” conquistados pelo hit fora do Brasil são, na verdade, brasileiros.

No país que domina a internet, um grupo elaborou uma estratégia meticulosa, que inclui uma espécie de disfarce virtual, para ajudar a mostrar ao mundo o quadradinho da cantora – e fazê-la parecer mais famosa no exterior. A tática é dividida em quatro eixos:

YouTube: Fãs brasileiros usam uma rede VPN – ferramenta de acesso remoto, que simula para um computador uma localização geográfica diferente da real – para acessar o clipe de “Paradinha” como se estivessem no exterior. Com o aumento da audiência, a cantora pode ganhar mais destaque no site fora do Brasil

Spotify: Usando a mesma técnica para conseguir um IP (espécie de número de identidade de um computador) dos EUA, eles ouvem no repeat a música . As reproduções na plataforma de streaming contam para a parada da revista americana “Billboard”

Rádios: Por meio de redes sociais, WhatsApp e telefone, eles pedem “Paradinha” em rádios da América Latina, EUA, Europa e Brasil. O site Central Anitta tem tuites prontos, com a @ das rádios e o nome da música. Basta clicar em “enviar”

Redes sociais: Para chamar a atenção dos gringos, os fãs lotam as redes sociais com frases e hashtags sobre a cantora em inglês e espanhol

“Ensinamos em tutoriais a mudar e camuflar o IP para que cada visualização e play na música seja contabilizado com o IP dos EUA”.

A explicação acima é do estudante de administração Lucas Porto, 20, fundador do Central Anitta, um dos maiores agregadores de conteúdo sobre a brasileira na internet. Uma página dentro do site informa, passo a passo, o que é preciso para conseguir o IP falso com uma ferramenta de extensão do navegador.

Fantasiados de americanos, os fãs acessam sem parar a música no YouTube e Spotify para, assim, tentar emplacar Anitta no ranking da “Billboard” – a tabela musical padrão dos EUA considera, além de dados de vendas e rádios, atividades de streaming fornecidas por serviços de música on-line.

“Quanto mais a música conseguir destaque nessas plataformas, mais as pessoas terão facilidade para conhecer o trabalho da Anitta”, justifica Lucas. Segundo a advogada especialista em direito digital Gisele Truzzi, em teoria e numa interpretação extrema, a prática poderia ser enquadrada no crime de estelionato, mas muito provavelmente seria considerada insignificante pela Justiça.

“Esses fãs estão obtendo para a Anitta uma vantagem, induzindo outras pessoas ao erro. É uma situação bem semelhante ao que acontece com a compra de seguidores ou likes nas redes sociais. Quem faz esse tipo de operação pode, em tese, estar cometendo o crime de estelionato.”

A especialista explica que, nesse caso, não há o objetivo de prejudicar alguém e, por isso, a irregularidade poderia ser reduzida ou desqualificada.

Vocês pensaram que eu não ia tietar hoje?

“É uma estratégia muito eficaz, inteligente”, elogia a estudante Juliana Rocha, 17, fã de Anitta desde 2014, quando as músicas da cantora a ajudaram “em um momento delicado”. Além de mudar o IP, ela pede “Paradinha” em rádios internacionais – principalmente latinas – por meio das redes sociais e WhatsApp e usa hashtags para chamar a atenção do público gringo.

Lucas não tem controle sobre o número de pessoas na iniciativa, mas diz que, desde o lançamento em maio, a página dedicada a bombar “Paradinha” já teve cerca de 19 mil acessos. Com atividades separadas por horários, a estratégia é organizada pelo Central Anitta em maratonas, que geralmente acontecem nos fins de semana e duram mais de cinco horas.

A estudante Juliana Mathias, 19, porém, costuma se dedicar ainda mais. Ela conta que estuda à noite e destina seu tempo livre à tarde a Anitta, durante toda a semana. “Ela é uma grande inspiração para todos nós. Sempre teve foco nos objetivos e isso influenciou e ainda influencia todos que acompanham seu trabalho”, diz. E completa:

“Ela é muito determinada e surpreendente. Não consigo nem imaginar até onde ela pode chegar.”

Rocha imagina, e se apega muito mais aos atributos da cantora do que à ajudinha dos fãs:

“Ela pode chegar muito longe, e não digo isso só porque a admiro. Ela é inteligentíssima e, principalmente, persistente. Lutou muito para conquistar o que conquistou aqui no Brasil. Sabemos que lá fora será um outro início e terá que batalhar da mesma forma, mas ela é capaz, com certeza.”

Procurada pela reportagem do G1 para comentar as táticas de seu fã-clube, Anitta não respondeu até a última atualização desta reportagem.


Simone e Simaria substituem Victor e Leo no ‘The Voice Kids’

14 de julho de 2017

simone_e_simaria

Chora não, coleguinha!”. Se for levar em conta todos os técnicos que já se emocionaram durante o “The Voice Kids” é provável que essa frase seja dita diversas vezes na próxima temporada do reality musical infantil. Isso porque Simone e Simaria, donas desse bordão, vão ocupar duas das cadeiras no programa. As irmãs vão substituir Victor e Leo na atração.

A saída da dupla sertaneja já era esperada após a saída de Victor da atração, depois que a Poliana Chaves, mulher do cantor, registrou uma ocorrência de agressão contra ele no início do ano.

“Sou muito grata a Deus por esse oportunidade incrível em nossa carreira. Fazer parte de um programa tão lindo, como esse, é um presente maravilhoso. Queremos agradecer a cada um que acreditou na gente, no nosso talento, e que permitiu que fizéssemos parte do ‘The Voice Kids’. Nosso coração está pulando de alegria. Estamos prontas para assumir essa missão tão importante de avaliar o talento dessas crianças lindas e todas talentosas. Não vai ser fácil não, mas estamos prontas”, afirmou Simone.

“É, sem dúvida, mais uma realização na nossa carreira. Estamos muito felizes em integrar esse time tão maravilhoso, ao lado da Claudinha e do Brown. Acompanhávamos a edição anterior e é uma criança melhor que a outra. Vai ser difícil. Aguenta coração”, completou Simaria.

Essa não é a primeira troca de cadeiras da atração. O programa já havia anunciado anteriormente que Claudia Leitte fica com o posto de Ivete Sangalo no infantil, enquanto a cantora baiana assume o lugar da loira no “The Voice Brasil”.


Dia Mundial do Rock: veja bandas novas que surgiram de 2010 para cá

13 de julho de 2017

Beatles, Rolling Stones, Pink Floyd, Led Zzzzz… O Dia Mundial do Rock, que em 2017 é comemorado nesta quinta-feira (13), costuma ser fértil – para lembrar dos ícones do estilo.
Quando se quer falar de coisas mais modernas, já no século XXI, são citados Coldplay, Strokes, no máximo The Killers. Dá a impressão de que o gênero não registrou qualquer tentativa recente de mostrar que continua na ativa.

Diante disso, o G1 fez uma lista de bandas que surgiram de 2010 para cá. Algumas podem até ter começado a carreira antes, mas o disco de estreia foi lançado no período.

Tem grupos nacionais e gringos – todos confiantes de que este Dia Mundial do Rock de 2017 vale a celebração não apenas por glórias do passado e de que o estilo não é um ex-jogador em atividade.

Veja, abaixo, dez bandas de rock que surgiram de 2010 para cá:

Imagine Dragons

Embora tenha sido formado em 2008, o Imagine Dragons só soltou o primeiro disco já nos anos 2010. A estreia é “Night visions” (2012), que tem hits como “It’s time”, “Radioactive” e “On top of the world”. Começava ali a carreira deste quarteto de Las Vegas que se firmou como a banda de rock de maior sucesso criada nesta década. Liderado pelo vocalista Dan Reynolds, o Imagine Dragons faz um tock tipo de estádio. No Brasil, mostrou seu poder com shows no Lollapalooza em 2014 e em arenas cheias de roqueirinhos no ano seguinte. O segundo disco da banda foi “Smoke + mirrors” (2015). O mais recente é “Evolve”, e acaba de sair (leia crítica do álbum e entrevista com Dan Reynolds).

Alabrama Shakes

A banda liderada pela guitarrista-e-vocalista-força-da-natureza Brittany Howard tem dos discos de estúdio: “Boys & Girls” (2012), do single “Hold on”, e “Sound & Color” (2015), que tem “Don’t wanna fight”. Com um soul rock poderoso e influências ainda de blues, o Alabama Shakes já mostrou no Brasil que merece o conceito que tem: tocou no Lollapalooza em 2012 e em 2016, quando ainda fez um ótimo show em São Paulo, fazendo os fãs se esquecerem de selfies.

Foster the People

O trio americano toca um rock que não tem vergonha de ser pop bem feito, dançante, elegante e “arrumadinho”, como mostrou nas duas vezes em que esteve no Brasil, ambas no Lollapalooza: em 2012 e depois em 2015. Verdade que toda essa correção rendeu apelidos não tão positivos, como “indie de [camisa] polo” ou “rock almofadinha”. O Foster the People tem dois discos no currículo: “Torches” (2011), dos hits “Pumped up kicks”, “Houdini” e “Call it what you want”, e “Supermodel” (2014), que tem “Coming of age”, “Pseudologia fantastica” e “Are you what you want to be?”. O terceiro álbum, “Sacred hearts club” é previsto para o final de julho.

1975

A banda de inglesa tem um som oitentista que parece vir direto da trilha de algum filme antigo de Sessão da Tarde, como mostrou em sua estreia no Brasil, no Lollapalooza deste ano. Esses jovens de Manchester renovam o moribundo rock britânico atual. O grupo tem versatilidade, e talvez seja esse o apelo com a nova geração de fãs: zero apego a gêneros. Liderado por Matt Healy, ligeiramente andrógino e uma espécie de “rockstar para a geração millenial”, o 1975 traça new wave, indie rock, r&b, EDM, soul, rock de arena e funk sem distinção. Faz a alegria novinhas e novinhos. A banda tem dois discos de estúdio: “The 1975″ (2013) e “I like it when you sleep, for you are so beautiful yet so unaware of it” (2016).

Tame Impala

A banda australiana ganhou fama bebendo na psicodelia dos anos 1960. Projeto de um homem só, Kevin Parker, que é auxiliado por outros músicos em turnês, o Tame Impala tem ecos de Beatles e Pink Floyd. São três discos de estúdio: “Innerspeaker” (2010), “Lonerism” (2012) e “Currents” (2015). Eles têm hits como “Let it happen”, “Elephant”, “Feels like we only go backwards” e “Apocalypse dreams”. O Tame Impala já veio quatro vezes ao Brasil. Na mais recente, no Lollapalooza 2016, trouxe um pouquinho de Woodstock ao festival.

Royal Blood

A dupla britânica faz barulho com rock direto. O Royal Blood ficou conhecido por ter só baixo e bateria, mas dá para entender por que Jimmy Page, do Led Zeppelin, e outros guitarristas se dizem fãs dos caras. O duo tem dois discos de estúdio: “Royal Blood” (2014) e “How did we get so dark?” (2017). Em 2015, fizeram bom show no Rock in Rio.

Scalene

Vice-campeã da segunda temporada do realiy show “SuperStar”, exibida em 2015, a banda Scalene brasiliense é uma das revelações do rock nacional nos últimos anos. A crítica do G1 do segundo disco do grupo, “Éter” (2015), apontou influências “de bandas que atualizam o peso, como Queens of the Stone Age e Mastodon, a outras que gostam de experimentar com melodia e ritmo, como o Radiohead”. É possível ouvir o melhor do rock contemporâneo no Scalene, embora as letras muito etéreas possam incomodar. O Scalene está escalado para tocar no Rock in Rio 2017 em setembro.

O Terno

Com influências de Beatles e Mutantes, o trio paulistano tem três discos: “66″ (2012), “O Terno” (2014) e “Melhor do que parece” (2016). O som do Terno bebe forte não só no rock – há muitas influências de música brasileira e tropicalismo.

Boogarins

Os goianos do Boogarins fazem um rock viajado – com duplo sentido. iajado, pelo som psicodélico e afeito a improvisos que fez a cabeça de críticos brasileiros e gringos. Viajado, pela insistência da banda em fazer turnês fora do Brasil cantando em português – como fez no Rock in Rio Lisboa 2016 (leia crítica do G1). Na edição do festival de 2017, no Rio, vai dividir o palco com a cantora Céu. O grupo tem três discos: “As plantas que curam” (2013), “Manual, ou guia livre de dissolução dos sonhos” (2015) e “Lá vem a morte” (2017), que saiu recentemente.