Música

Lil Peep, rapper ‘emo’, morre aos 21 anos

24 de novembro de 2017

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Lil Peep, um nome em ascensão do rap e estrela do YouTube, morreu aos 21 anos, confirmou seu representante no Reino Unido ao jornal “The Guardian”.

O músico, cujo nome verdadeiro é Gustav Åhr, foi levado a um hospital após sofrer uma overdose, de acordo com o empresário Adam Grandmaison. Em um vídeo postado horas antes de sua morte, ele diz ter tomado medicamentos prescritos. “Estou bem, eu não estou doente”, afirma.

Peep ganhou fama neste ano com seu hip-hop misturado a elementos de emo, punk e trap. Suas músicas, altamente emotivas, falam, entre outros temas, sobre depressão e uso de drogas.

O cantor foi descrito pela publicação musical americana Pitchfork como “o futuro do emo”. Seu disco de estreia, “Come over when you’re sober (part one)”, foi lançado em setembro.

Repercussão

A atriz Bella Thorne, que namorou o rapper, postou no Twitter: “Peep, você merecia mais da vida. A vida não fez justiça à sua grandeza.”

Músicos também lamentaram a morte do cantor. “Peep tinha muito mais a fazer, ele me inspirava constantemente”, disse no Twitter o DJ e produtor Diplo, membro das bandas Major Lazer e Jack Ü.

Também na rede social, o DJ Marshmello contou que conversava com o amigo sobre projetos em parceria. “Peep era a pessoa mais legal. Saíamos e falávamos sobre música. As ideias das canções e turnê que íamos fazer juntos eram tão incríveis. Todo mundo vai sentir sua falta.”

Pete Wentz, do Fall Out Boy, lembrou que encontrou Peep na semana passada. Ao falar sobre a morte do músico, ele pediu que as pessoas conversem sobre saúde mental “de forma mais aberta”. “Temos que ajudar uns aos outros, todos temos lutas, nada disso é fácil.”


Nick Carter, do Backstreet Boys, é acusado de estupro pela cantora Melissa Schuman

23 de novembro de 2017

Cantora americana Melissa Schuman, ex-integrante do grupo Dream, acusou Nick Carter, do grupo Backstreet Boys, de estupro.

Em um longo relato em seu blog pessoal, Melissa diz ter sido violentada em 2002, quando ela tinha 18 anos e Carter, 22. A data de publicação do post é 2 de novembro, mas ele só foi noticiado na imprensa internacional nesta quarta-feira (22).

Procurado por diversos veículos de imprensa dos Estados Unidos, o cantor do Backstreet Boys não respondeu as acusações.

“Vou compartilhar algo que quis fingir que nunca aconteceu desde que tinha 18 anos. Um fardo que pensei que teria que levar durante o resto da minha vida e sofrer em silêncio”, relatou Melissa.

Ela explicou que o primeiro contato com Carter aconteceu quando o cantor, por meio dos seus representantes, mostrou interesse romântico por ela, para quem teria telefonado.

Anos mais tarde, os dois cantores participavam de um filme para TV e Melissa, que então estava solteira, teve a impressão que Carter era “amável” e “carismático”.

Sempre segundo o relato da artista, o cantor a convidou passar um dia livre ao lado de um amigo em um apartamento em Santa Mônica, na Califórnia. Ela diz ter ido ao local na companhia de uma amiga.

Num dado momento, Melissa e Nick Carter começaram a se beijar, mas ela disse que não gostaria de seguir em frente, por causa de suas convicções religiosas. Ela delcara que era virgem e pretendia ficar assim até se casar.

“Ele estava ciente que eu era virgem e seguia os valores religiosos cristãos conservadores. Eu falava sobre isso. Todo mundo sabia disso, incluindo meus representantes”, escreveu.

‘Eu poderia ser seu marido’

Mesmo após Melissa pedir para parar, Carter tirou as calças dela e praticou sexo oral.

Em seguida, ele tirou as próprias calças e pediu que ela repetisse nele o ato, mas Melissa se negou.

Segundo a cantora, Carter ficou com raiva e colocou a mão dela no pênis dele. Com medo diante de homem maior e mais forte, a cantora finalmente teria cedido.

Mais tarde, o músico levou a jovem para a cama, se jogou sobre ela e a estuprou, mesmo após ela dizendo que não queria praticar sexo, já que estava esperava ter suas primeiras relações íntimas com seu futuro marido.

De acordo com o relato da cantora, Carter sussurrava em seu ouvido a todo o momento: “Eu poderia ser seu marido”.

Após a agressão sexual, a cantora tentou denunciar o fato e falou com seu empresário, mas eles decidiram não seguir em frente por causa de dinheiro e de outros recursos, já que Carter “tinha o advogado litigante mais poderoso do país”.

O caso evolvendo Nick Carter chega no meio de uma enorme polêmica nos Estados Unidos sobre vários exemplos de agressão sexual, seja no mundo da música, cinema e política, após o escândalo do produtor de Hollywood, Harvey Weinstein.


Anitta diz que vai lançar clipe dirigido por Terry Richardson, acusado de assédio nos EUA

23 de novembro de 2017

Anitta comentou as acusações de assédio sexual contra o diretor Terry Richardson, que dirigiu seu ainda inédito clipe de “Vai Malandra”. O vídeo foi gravado no Morro do Vidigal, no Rio, e estreia segue prevista para dezembro.
As acusações contra Terry dizem respeito a outros trabalhos feitos por ele, especialmente para grandes revistas dos EUA, que baniram o fotógrafo de suas revistas. As acusações não dizem respeito ao trabalho de Terry na gravação do clipe com Anitta.

A cantora divulgou um comunicado em que explica que vai lançar o clipe dirigido pelo fotógrafo em consideração às outras pessoas envolvidas no trabalho, mas que repudia assédio e violência contra a mulher, e espera uma investigação.

“Imediatamente após tomar conhecimento sobre as acusações de assédio que envolvem o diretor Terry Richardson solicitei que minha equipe avaliasse o contrato para verificar o que juridicamente poderia ser feito”, disse a cantora.

“Estudamos todas as possibilidades, que foram além das questões jurídicas, passando também pelo envolvimento emocional, levando em consideração o imenso trabalho digno de todos os artistas e colaboradores que de alguma maneira fizeram este clipe acontecer”.

“Esse não é um trabalho de uma pessoa só. Manterei minha promessa aos moradores do Vidigal e aos meus fãs lançando o clipe de ‘Vai Malandra’ em dezembro deste ano. Mostrando um pouco das minhas origens e mais sobre o funk carioca, do qual me orgulho muito de ser representante.”

“Como mulher faço questão de reafirmar que repudio qualquer tipo de assédio e violência contra nós e espero que todos os casos dessa natureza sejam sempre investigados com a relevância e seriedade que merecem.”

Entenda o caso

O fotógrafo de moda Terry Richardson, conhecido pelas fotos provocantes e há anos acusado de assediar sexualmente suas modelos, foi vetado em revistas como “Vogue” e “Vanity Fair”.

“Toda sessão de fotos programada ou finalizada, mas que não tenha sido publicada, deverá ser suprimida e substituída por outros conteúdos”, escreveu James Woolhouse, vice-presidente do grupo Condé Nast International, proprietário dessas famosas revistas de moda.

Uma representante de Richardson afirmou que o fotógrafo estava “decepcionado com a existência desta mensagem, principalmente porque ele já respondeu a essas velhas histórias”.


Bruno Mars leva a SP pista de dança que vai da ‘sarrada’ ao romântico

23 de novembro de 2017

Bruno Mars é uma fábrica de hits dos anos 2010, mas provou mais uma vez na noite de quarta-feira (22), em seu retorno a São Paulo após cinco anos, que seu talento não é só na produção. Ele volta a se apresentar no Estádio do Morumbi na quinta (23).

Quase sempre cercado pelos parças da banda The Hooligans, que também cantam, tocam e dançam, Bruno Mars rege uma pista de dança pop-rock-funk-boogie-night que vai da “sarrada” ao romântico sem perder o fôlego.

O cara mostra voz pra atingir as notas mais agudas, solta o quadril nos (muitos) passinhos sensuais à lá Michael Jackson e faz até solo de guitarra. Rola ainda um momento atuação na fossa “Calling All My Lovelies”, quando puxa do bolso um telefone tijolo dourado e adapta a letra que diz “posso ter várias, mas sofro por você” para um português esperto “Eu quero você gatinha”.

Com Bruno Mars, dá pra cair na pista, soltar a franga, colar o rostinho e armar pro beijo em questão de minutos. O cara é bom.

Fábrica de sucessos

O repertório da turnê atual combina hits lançados desde 2010, que já passaram a casa da dezena, ao álbum “24K Magic”, de 2016. E a primeira apresentação em SP seguiu o roteiro internacional e não teve parcerias como “Billionaire” e “Nothin’ On You”, que ajudaram a lançar Bruno Mars à fama. Mas o povo nem notou.

O show de cerca de 1h30 começa explosivo com o trio “Finesse”, “24K Magic” e “Treasure”, com direito a chamas e fogos no ritmo da música. Em “When I Was Your Man”, a banda descansa, Mars fica sozinho no palco e rola o momento mais retrospectivo da balada. Mas logo em seguida o refrão extremamente chiclete de “Locked Out of Heaven” reinjeta ânimo e promove até um mini-bate cabeça no meio da pista – ou um pula-pula de festa de formatura, depende do ângulo.

“Uptown Funk” pinta no bis e mostra que, apesar de tocada à exaustão lá em 2015, faz o público esquecer da moda do “reggaeton” e tirar o pé do chão (ouça isso na voz de Rogério Flausino) com uma canção que é puro groove. A parceria com o produtor Mark Ronson, de fato, transcende a sua época.

O bonde não para, no entanto. Quem pulou o álbum novo de Bruno Mars mesmo assim deve conhecer ao menos duas faixas, a própria “24K Magic” e “That’s What I Like”, ambas com videoclipe. E há potencial para mais um par de sucessos, pelo menos.

Na suingada “Chunky”, a que mais deixa nítida a influência do clima “Off the Wall” de Michael Jackson no novo trabalho, Bruno Mars pede: “Quem tem bunda grande levanta a mão”. E você pensa que o público, além de cantar junto e entender muito bem a saliência do rapaz, faz o quê?

Já “Versace On The Floor” caminha pelo lado romântico do R&B dos anos 1980, com aquele teclado de Antena 1 e o ritmo pra dançar com um passinho pra lá e outro pra cá. Também lembra o rei do pop, mas na veia de “I Just Can’t Stop Loving You”, de “Bad”. O apelo retrô é forte, só que a música ganhou remix de David Guetta e pode pintar nas paradas mais dançantes.

Pequeno gigante

Há um pedido por gritos antes do show começar e a plateia é obediente do começo ao fim. Mas nem precisava. As dancinhas libidinosas, piscadinhas e “sarradas” arrancam o volume do público, mas não são desnecessariamente sensuais a ponto de cansar, se combinando com equilíbrio aos momentos de entrosamento e parceria de Bruno Mars com a sua banda.

Isso somado ao carisma do cara, seu faro para criar melodias que ficam na cabeça, o vozeirão inegável e à banda afiada, fazem da apresentação uma dose direta de puro entretenimento. Fica fácil entender como Mars levou prêmios de artista do ano, clipe, cantor pop rock e R&B, álbum pop rock e R&B e música R&B no American Music Awards 2017.

É tudo nosso com Bruno Mars, na dança ou no romance. Ou melhor, tudo dele. E apesar de ainda parecer incomodado com sua altura, se posicionando entre os parças mais baixos dos Hooligans nas coreografias e escolhendo enquadramentos nos videoclipes, o rapaz precisa sossegar. Bruno Mars, tu já provou que tamanho não é documento.

2º show de Bruno Mars em São Paulo

Quando: Quinta-feira (23), às 21h45

Abertura dos portões: 16h
Onde: Estádio do Morumbi – Praça Roberto Gomes Pedrosa, Morumbi
Ingressos: Arquibancada A e B (R$ 260), Arquibancada C (R$ 240), Pista (R$ 340), Pista Premium (R$ 680,00), Cadeira inferior A e B (R$ 440), Cadeira coberta A, B e C (R$ 540), Cadeira coberta Premium (R$ 540), Camarote (R$ 540) – alguns setores estão esgotados em ambos os dias


Em ‘Tempo de Amar’, Lucy Alves fala de preconceito: ‘É difícil transitar para gente que tem esse tom de pele’

22 de novembro de 2017

Em 2013, Lucy Alves foi finalista do “The Voice Brasil”. No palco, ela se destacou com sua voz e a sanfona. Foi assim que apareceu em sua estreia como atriz nos palcos (no musical “Nuvem de Lágrimas”) e na TV (na novela “Velho Chico”).

Lucy agora retorna à Globo, mas sem sanfona. Embora haja expectativa para que sua personagem Eunice em “Tempo de Amar” também tenha participações musicais.

Em “Tempo de amar”, ela é Eunice, empregada e amiga de Celeste (Marisa Orth), uma cantora de fado. Na trama, vai sofrer preconceito racial e social. Em parte, por seu relacionamento com o médico Reinaldo (Cassio Gabus Mendes).

“Eles vão viver esse amor juntos, vão sofrer preconceito. Mas por esse laço que eles têm, vão em frente. Ninguém tem culpa de origem, da cor. Isso é tão esquisito”, analisa.

“Hoje, vivendo nesse universo com mulheres artistas, vejo quanto é difícil transitar, principalmente para gente que tem esse tom de pele. Muitas de nós não nos reconhecemos”.

Lucy diz que sua personagem “não é de embate”. “Ela não revida de forma agressiva. É muito segura de si, tranquila, de gestual pequeno, mas forte. Ela não precisa de muito para mostrar as ideias dela”.

Dividida entre as duas carreiras, Lucy descarta optar por alguma delas: “Uma coisa é ligada a outra. Uso muito da musicalidade, pausa, tempos, para estar ali para falar. Vou conciliar as carreiras de atriz, musicista, cantora, tudo o que vier”.

Quando não está no set da novela, Lucy está nos palcos ou em estúdio. A cantora prepara um novo single, provavelmente para janeiro. O último, “Caçadora”, foi lançado em abril.

Homenagem aos amigos de ‘Velho Chico’

Outra já lançada é “Meu Cantar”, em homenagem aos amigos de “Velho Chico”. É uma parceria com Luiz Fernando Carvalho, diretor da novela.

“Pretendo fazer um clipe. É uma canção muito especial, forte, carregada de sentimentos. É o resultado de uma vida, foram muitos acontecimentos. E tudo isso virou música, ainda bem”.

Domingos Montagner, que morreu na reta final da novela após se afogar no Rio São Francisco, é homenageado na canção.

“Claro que lembro dele na música, porque ele fez parte de todo processo, um parceiro incrível. Luzia [a personagem de Lucy] cresceu muito por causa dele. Ele e todo o núcleo foram minha família diária. Então ele está sendo homenageado, assim como todos os colegas”, afirma Lucy.

“É muito bom transformar essa saudade em muito amor e muita arte”.

‘The Voice Brasil’

A cantora lembra com carinho de sua participação e diz que os fãs muitas vezes a reconhecem mais pelo reality do que por seu trabalho em novelas. “Talvez pela história, pela sanfona, as pessoas não me esquecem. Marcou muito”.
“Muita gente acha que nasci ali. Já me apresentava há 12 anos no Nordeste. Mas quando apareci lá, tudo mudou. Os shows triplicaram, os convites, a curiosidade das pessoas querendo me ver. Querendo saber quem é essa sanfoneira? Passei a rodar o país, ser vista, notada”.

Lucy é mais uma participante do “The Voice Brasil” que não venceu, mas conquistou seu espaço. E ela ri ao ser questionada se existe a tal “maldição dos campeões de realities musicais”. “É maluco. O vencedor é muito cobrado. Esperam que vire o maior astro do planeta”.


Simaria, da dupla com Simone, é diagnosticada com infecção e cancela shows em 6 cidades

21 de novembro de 2017

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Um problema de saúde de Simaria Mendes levou a dupla Simone e Simaria a cancelar shows em seis cidades brasileiras nesta semana.

A cantora foi diagnosticada com um quadro de infecção aguda de vias aéreas superiores, segundo um comunicado divulgado pelas empresas que representam as artistas. A assessoria da dupla não divulgou mais informações sobre o estado de saúde de Simaria.

As apresentações aconteceriam entre 15 e 19 de novembro em Boa Vista, Macapá, Belém, Santarém (PA), Tefé (AM) e Rio de Janeiro.

“Simone e Simaria lamentam o ocorrido e contam com a compreensão e carinho de todos os fãs”, diz a nota.

Em Boa Vista, parte da estrutura já havia sido montada para o show, que aconteceria em um shopping da zona Norte da cidade. Uma nova data será definida, mas quem comprou ingressos também poderá pedir a devolução do dinheiro.


Shakira adia turnê europeia para 2018 por hemorragia nas cordas vocais

16 de novembro de 2017

Sahkira teve que adiar a turnê europeia do disco “El dorado” até 2018 por causa de uma hemorragia nas cordas vocais. Shows previstos para as próximas semanas foram cancelados.

Em um texto divulgado em suas redes sociais (veja abaixo), a estrela colombiana disse que, por causa do problema de saúde, viveu recentemente “os momentos mais difíceis” de sua carreira. “Em todos os anos em que estive cantando, jamais estive em uma situação similar”, escreveu.

“Por isso e com grande tristeza, me vejo na obrigação de postergar minha turnê europeia até 2018 para permirtir que o meu corpo tenha algumas semanas necessárias e dedicadas à minha recuperação.”

A cantora já tinha cancelado cinco apresentações – incluindo uma marcada para esta terça (14) em Amsterdã. Os próximos shows aconteceriam na França, Espanha e Portugal.

Por causa da hemorragia, Shakira foi aconselhada a suspender qualquer atuação para se recuperar adequadamente e evitar danos adicionais, segundo um comunicado divulgado pela Live Nation, empresa responsável pelas apresentações.

Problema começou em outubro

Em seu texto, a artista contou que o problema nas cordas vocais começou em outubro, na reta final dos ensaios para a turnê. Exames de rotina feitos em julho não haviam detectado nenhuma irregularidade.

“Senti uma rouquidão atípica que me impedia de cantar. Os médicos detectaram uma hemorragia em minha corda vocal direita. Desde então, me entreguei plenamente ao repouso da minha voz”, afirmou.

“Infelizmente, a hemorragia parece não ter sido reabsorvida e o pesadelo continua.

Atualmente me encontro em uma batalha muito dura pela minha recuperação.”

A colombiana pediu desculpas aos fãs, à equipe que a acompanharia na turnê e aos filhos, “que sonham em ver a mãe em um show o quanto antes”. Casada com o jogador Gerard Piqué, Shakira é mãe de Milan, 4, e Sasha, 2.

Esta seria a primeira turnê que a artista iria realizar após vários anos longe dos palcos. A série de shows foi anunciada em junho, após o lançamento de “El dorado”, o 11° disco de sua carreira.


Taylor Swift ultrapassa 1 milhão de cópias vendidas com ‘Reputation’, mas Adele mantém coroa

16 de novembro de 2017

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O novo álbum de Taylor Swift, “Reputation”, vendeu mais de 1 milhão de cópias em seus primeiros quatro dias, informou a Nielsen Music nesta terça-feira (14). A estrela do pop não conseguiu, porém, superar o recorde estabelecido pela britânica Adele há dois anos.

A cantora não disponibilizou o disco em serviços de streaming. As 1,05 milhão de cópias vendidas de “Reputation” nos Estados Unidos colocou o álbum no topo da lista dos mais vendidos de 2017.

Mas o número foi menos da metade das vendas de estreia do álbum “25”, de Adele, que superaram 2,43 milhões de cópias nos primeiros quatro dias de lançamento em novembro de 2015 e quebraram um recorde de 15 anos nos Estados Unidos, estabelecido pela boy band NSync em 2000. Adele também manteve inicialmente “25” fora de serviços de streaming.

Swift, de 27 anos, grava pelo selo independente Big Machine Records, de Nashville. Ela agora possui quatro álbuns que venderam mais de 1 milhão de cópias cada em sua primeira semana, com “1989”, “Red” e “Speak now”.

“Reputation”, seu primeiro álbum de estúdio em três anos, marca outra transformação para a artista, com canções marcadas pela vingança que miram a mídia e alguns de seus haters.


Pearl Jam anuncia show no Rio em março de 2018

14 de novembro de 2017

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Pearl Jam anunciou uma segunda apresentação no Brasil em 2018. A banda, que integra a lista de atrações do Lollapalooza 2018 – festival que acontece em São Paulo de 23 a 25 de março –, fará também um show no Rio de Janeiro.

A apresentação será no dia 21 de março, no Estádio do Maracanã, e o show de abertura ficará por conta dos britânicos do Royal Blood. Os ingressos variam de R$ 110 (referente a meia-entrada de cadeira superior/sul) até R$ 700 (Pista Premium Elo)

A pré-venda de ingressos começa nos dias 7 e 8 de novembro para quem faz parte do fã-clube oficial do Pearl Jam. Já os clientes Cartão Elo poderão entrar na pré-venda nos dias 8 e 9 de novembro.

A abertura das vendas para o público geral está marcada para as 8h do dia 10 de novembro, pela internet. Os ingressos também estarão disponíveis a partir das 12h na bilheteria oficial e nos pontos de venda.

A cada ingresso vendido, R$ 9 serão revertidos para a Fundação Vitalogy, uma instituição de caridade pública dos Estados Unidos que tem seu trabalho voltado para os campos da saúde comunitária, do meio ambiente, das artes, da educação e da mudança social.

A apresentação do Pearl Jam durante o Lollapalooza 2018 está marcada para o dia 24 de março.


Dua Lipa canta com Chris Martin, do Coldplay, em São Paulo em show com ‘experiência incrível’

10 de novembro de 2017

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Após abrir o show do Coldplay na quarta-feira (8), Dua Lipa fez uma apresentação solo nesta noite de quinta.

Solo, mas acompanhada. Na primeira música do bis, “Homesick”, a cantora londrina de 22 anos contou com o reforço de Chris Martin, vocalista do Coldplay.

Em três minutos no palco, ele conseguiu errar três vezes a música. Pediu desculpa nas duas primeiras, mas daí em diante chutou o balde e vida que segue.

De resto, foi um dueto protocolar, sem tanta emoção, já ouvido no disco de estreia dela, lançado neste ano. Não dava para esperar muito afeto, flerte, química além da conta. Ele toca piano e canta de lá, ela canta de cá.

Os dois são comprometidos (não entre si, veja bem) e os boatos de flerte enchem o saco de ambos. O nome dele até foi proibido de ser mencionado nas entrevistas que ela fez no Brasil…

Mas boataria não importa, vamos ao show. Com os 3 mil ingressos ingressos do Audio, na Zona Oeste, esgotados, Dua descreveu o show de 1 hora e 20 minutos como a “experiência mais incrível” de sua vida.

E o que ela canta? Ela diz fazer dark pop ou dance music para chorar. As letras são sobre “homens fazendo homice”, beijinho no ombro para uma ex chefe mala da agência de modelos em que trabalhou e outras aventuras de uma inglesa que foi morar sozinha longe dos pais aos 15 anos.

Como ela só tem um disco e deixou o tempo das covers para trás (ela se lançou assim no YouTube), não dá para inventar muito.

Abre com “Hotter than hell” e deixa um hit para o meio (“Blow your mind”). Os dois maiores sucessos ficam no fim: “New rules” e “Be the one”, as duas únicas que não foram compostas por ela.

Muitas vezes, enquanto balança os braços como um “bonecão do posto” sexy, parece uma mulher comum dançando em uma balada qualquer.

Não uma popstar tipo Beyoncé (que desfila como se fosse dona do mundo) ou Lady Gaga (que se porta e se veste como se fosse de outra galáxia). Tudo bem. Talvez seja disso que o mundo pop esteja precisando.