Destaque

Avicii, DJ sueco, teve funeral privado em Estocolmo

13 de junho de 2018

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O DJ e produtor musical sueco Avicii foi velado em uma cerimônia privada em Estocolmo na última sexta-feira (8), informou nesta terça (12) sua assessoria de imprensa, citada pela agência Reuters.

O funeral aconteceu no cemitério de Skogskyrkogården, no sul de Estocolmo, “com a presença de sua família e amigos mais próximos”, segundo a agente do músico, Ebba Lindqvist.

Avicii, cujo nome verdadeiro era Tim Bergling, foi encontrado morto em abril, na cidade de Mascate, em Omã, no Oriente Médio. Ele tinha 28 anos.

‘Alma frágil’

A causa da morte não foi oficialmente divulgada. Em um comunidado, a família do DJ disse que ele “era uma alma frágil”, “não podia continuar mais” e “lutava com pensamentos sobre significado, vida e felicidade”. O texto, porém, não falava em suicídio.

Avicii foi um dos maiores nomes da música eletrônica dos últimos anos. Seu primeiro sucesso nas paradas de eletrônica no mundo foi “Levels”, em 2011.

Em 2013, lançou seu álbum de estreia, “True”, com o hit “Wake me up”, maior hit de sua carreira. Em 2015, saiu o álbum “Stories”.

Entre seus outros sucessos estão “Hey brother”, “I could be the one”, “Waiting for love” e “The nights”. O artista era associado aos subgêneros da música eletrônica de house progressivo, electro house e EDM.


Robbie Williams canta na abertura da Copa do Mundo nesta quinta, entre polêmica com russos e ‘sonho de infância’

13 de junho de 2018

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“É um sonho de infância”, disse Robbie Williams logo após ser convidado para fazer o show de abertura da Copa do Mundo.

Nesta quinta-feira (14), o cantor britânico de 44 anos – fã declarado de futebol e considerado bom de bola – enfim vai realizar o desejo. Ele promete uma apresentação “única” e “inesquecível”.

Também pode ser uma chance de se “redimir” dois anos após a polêmica provocada pelo single “Party like a Russian”, acusado de denegrir a imagem dos russos.

O artista vai cantar no Estádio Lujniki, em Moscou, meia hora antes do jogo inicial do torneio, Rússia x Arábia Saudita, que deve começar às 11h30 (horário de Brasília). A apresentação prevê um dueto com a soprano russa Aida Garifullina. O jogador brasileiro Ronaldo também deve estar presente.

Em comentário divulgado em seu site oficial, Robbie Williams declarou: “Eu estou muito feliz e animado por voltar à Russia para uma performance tão única. Fiz muito na minha carreira, e a abertura da Copa do Mundo para um público de 80 mil pessoas no estádio e outros milhões no mundo todo é um sonho de infância”.
Ele completou: “Gostaríamos de convidar fãs de futebol e de música para uma festa conosco no estádio na Rússia ou para ligar suas TVs um pouco mais cedo para um show inesquecível”.

Começou na boyband Take That

Robert Peter “Robbie” Williams nasceu em 13 de fevereiro de 1974, em Stoke-on-Trent, cidade do condado de Staffordshire, no oeste da Inglaterra. É filho de um ator de comédia e de uma propeitária de pubs.

Começou a carreira na boyband Take That, da qual participou em dois períodos (1990-1995 e 2009-2012). Ele não era considerado o “líder” do grupo, no qual fazia a função de bad boy.

Depois que deixou o quinteto, em 1995, tornou-se um dos maiores e mais carismáticos astros da música pop britânica das últimas décadas. Em meio a crises de depressão e problemas com as drogas e o álcool, vendeu dezenas de milhões de discos.

Seu primeiro passo solo foi com o um cover de “Freedom”, hit de George Michael, lançado em 1996. A versão não apareceu em nenhum dos 11 álbuns de estúdio de Williams, apenas na coletânea “In and out of consciousness: Greatest hits 1990–2010″.

O primeiro disco, “Life thru a lens” (1997), demorou um pouco para engrenar com seus singles inciais (“Old before I die”, “Lazy days” e “South of the border”). Mas ele finalmente chegou ao número um no Reino Unido, graças o singles “Angels”. Outro destaque do trabalho é “Let me entertain you”.

O segundo álbum, “I’ve been expectig your” (1998), também foi bem, graças a singles como “Millennium”, “Strong” e “She’s the one”.

Outro hit de Robbie Williams foi “Rock DJ”, do álbum “Sing when you’re winning” (2000), o mesmo de “Kids” e “Supreme”.

Da produção mais recente, um dos maiores sucessos é “Candy”, que está no nono trabalho de estúdio, “Take the crown” (2012).

A faixa foi composta em parceria com Gary Barlow, que foi parceiro de Williams no Take That.

Single polêmico: ‘Party like a Russian’

O show na abertura da Copa do Mundo vai acontecer dois anos após a controvérsia de “Party like a Russian”. A letra provocativa deixou russos descontentes.

A faixa do single, que faz parte do último álbum do artista, “The heavy entertainment show” (2016), começa assim:

“É preciso um certo tipo de homem com uma certa reputação / Para aliviar o dinheiro / de uma nação inteira / Pegar os meus trocados e construir minha própria estação espacial / (Só porque você pode, cara) / Não há reprovação ou disputa – eu sou um Rasputin moderno”
No original, o último verso citado é este: “Ain’t no refutin’ or disputin’ – I’m a modern Rasputin”.

Na época do lançamento, em setembro de 2016, comentários em redes sociais apontaram uma referência quase direta ao presidente russo, Vladmitir Putin.

O próprio Robbie Williams, no entanto, negou a associação, dizendo no Twitter que “esta música definitivamente não é sobre o Sr Putin”

No seu site, o cantor explicou o conceito da letra:

“É sobre hedonismo e o espírito de fazer festas. A pessoa cantando é um pouco eu, e um pouco um personagem… Parte da identidade britânica tem a ver com o fato de que todos nós acreditamos que somos os melhores fazendo festa, [mas] a maioria das nações acham que são elas… mas não tem nenhuma festa como uma festa russa (desculpa S Club 7)”.
S Club 7 é o nome de um grupo pop criado em 1998 pelo empresário e jurado de reality show musical Simon Fuller. A letra do single “S Club Party” tinha o trecho: “S Club (não tem nenhuma festa como uma festa do S Club)”.

Fã de futebol e bom de bola

Robbie Williams gosta de futebol – fundou um time, o LA Vale FC, em Los Angeles, cidade onde mora atualmente – e é bom de bola. Neste domingo (10), ele foi um dos destaques de um time que representou a Inglaterra num jogo beneficente chamado Soccer Aid, promovido em Manchester.
Além dele, estiveram em campo o ex-velocista e medalhista olímpico Usain Bolt e Mo Farah, o jogador egípcio que atua no inglês Liverpool e é um dos destaques do futebol mundial.

Mas a ligação do cantor com o esporte vem de longe.

Robbie Williams torce desde criança para o Port Vale Football Club, time de sua cidade-natal, Stoke-on-Trent, que disputa a quarta divisão da liga inglesa. Em fevereiro de 2006, quando o clube estava endividado, ele chegou a se tornar acionista do clube, informou na época a BBC. O investimento teria sido de 240 mil libras (cerca de R$ 1,192 milhão).
Ao fazer a contribuição, o artista declarou: “Embora eu não consiga estar em Vale com frequência, meu investimento é apenas para dizer que meu coração ainda está lá e sou um grande apoiador. Estou muito animado como que podemos fazer com o clube no futuro”.

Já em dezembro de 2017, o site do jornal diário “The Sentinel”, que circula na região de Stoke-on-Trent, reproduziu trechos de uma entrevista de Robbie Williams ao True Geordie Podcast na qual o cantor afirmou que, se fosse para comprar um time de futebol, seria justamente o Port Vale F. C.

Perguntado se teria interesse de comprar o Newcastle United, que tinha sido colocado à venda em outubro do ano passado, Williams respondeu: “Se algo do tipo acontecer, tem meio que ir na direção do Port Vale… Sabe, comprando o Port Vale. Mas eu não fico neste país com muita frequência”.


Anitta prepara 1ª turnê na Europa: ‘Quando viajo, tento exportar o funk’

12 de junho de 2018

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Ela já passeou em Portugal e na França, mas nunca fez shows. Já deu um pulinho na Espanha quando “Show das Poderosas” fez certo barulho por lá, mas nunca cantou em uma grande casa de shows espanhola. Para Londres, Anitta nunca foi.

Neste mês, a cantora carioca de 25 anos faz sua primeira turnê europeia com shows:

Em Portugal, no Rock in Rio Lisboa, no dia 24
Em Londres, no Royal Albert Hall, no dia 28
Em Paris, no Le Trianon, no dia 26

Em entrevista ao G1, Anitta fala sobre a viagem e diz que quer “gerar debate” com seus clipes e músicas. Ela avisa que pode lançar álbum só com inéditas até o fim do ano, conta ter negado um monte de parcerias e elogia “This is America”, de Childish Gambino.

G1 – Como estão os preparativos para a turnê europeia?

Anitta – Eu estou super ansiosa. A gente está preparando esses shows há meses. Quero fazer algo incrível, bem lindo. Eu não vou reinventar a roda, vou fazer um show do nível que faço no meu país. Mas é diferente, um lugar novo, então tento mudar. Não será um bicho de sete cabeças.

G1 – Para você, é um dever do artista se posicionar, ir além da música, das letras de amor, sexo, curtição… Tentar passar uma mensagem diferente vez ou outra?

Anitta – Eu tenho um público jovem, adolescente, criança…

“Esse público aborrescente, a grande massa não curte perder tempo com coisas chatas. Eu tento falar indiretamente com eles, sem que percebam que estou falando de coisas sérias. Por isso ponho celulites no clipe, Amazônia no clipe, favela no clipe, uma drag queen, a Pabllo Vittar… Tudo é para gerar debate, induzir uma discussão saudável”.

Gero debate, mas usando o entretenimento. Tem que ser de um modo leve, para cima, sem as pessoas notarem que estão sendo impactadas.

G1- Todo mundo leva em conta a sua opinião, sobre qualquer assunto. Rola até uma cobrança para que você se posicione. Daí quando você fala sobre Marielle, ‘Vingadores’, feminismo… Isso repercute. Como você se sente com isso?

Anitta – É muito difícil, porque estamos em um momento em que as pessoas não aceitam que tenham opiniões diferentes das delas. Eles cobram uma opinião sua, mas cobram pensando que você vai dizer que pensa igual a eles. Se é diferente, você se prejudica.

Eu tento ser o mais justa possível e não me apronfundo sobre assuntos que não tenha certeza e embasamento. Não dá para dar opinião baseada em opinião dos outros, baseado em fofoca e especulação. Eu só omito opinião unilateral se tenho absoluta certeza dos fatos acontecidos.

Eu acabo ficando refém, porque não sei sempre de fato o que é a verdade. É perigoso. Eu procuro fazer a minha parte, cada um tem seu papel na terra. Meu papel é entreter, levar esperança, diversão e sentimentos bons mesmo nos momentos de dificuldades.

“Às vezes, eu estou num dia ruim e falo coisas que não eram corretas. Eu posso estar cansada e falar algo errado. Errar é humano. Mas a diferença é que quando eu erro tem gente sempre observando”.

G1 – O quanto falar espanhol e inglês é importante para sua carreira. Como você aprendeu os idiomas?

Anitta – Inglês, comecei a estudar desde nova por causa da minha mãe. Espanhol foi depois que “Show das Poderosas” ficou grande na Espanha, em 2014. Precisei ir lá para fazer show e não sabia me comunicar com ninguém… Cheguei no Brasil e a primeira coisa foi procurar um professor de espanhol.

G1 – Um levantamento do Spotify disse que o funk cresceu 3000% no streaming desde 2016. Até onde pode ir essa internacionalização do pop funk brasileiro?

Anitta – A partir do momento que a gente faça sons diferentes e novos. O Brasil tem numero grande de streaming porque temos o tamanho de um continente. Se é sucesso aqui, respinga para outros países. Quando viajo tento falar sobre funk, exportar o funk…

Tem pessoas fazendo funk fora do Brasil. É uma questão de tempo para o nosso funk crescer ainda mais. Eu não gosto de me colocar responsável, mas tento fazer minha parte.

G1 – Já que estará na Europa, vai conseguir ir ver algo da Copa na Rússia?

Anitta – Não vou conseguir ir… Eu tenho agenda quase todos os dias. Não vai dar.

G1 – Em 2017, os seus três clipes mais vistos no YouTube foram no qual você não era a artista principal: ‘Loka’, ‘Sua Cara’ e ‘Você Partiu Meu Coração’. Hoje, escolher o featuring certo é tão importante como saber cantar, dançar, se vestir?

Anitta – Você tem que saber o motivo de estar fazendo aquele featuring. Acho errado fazer feat só para ter grandes números. Eu sempre penso primeiro na parte artística. Se tem a ver comigo, eu faço. Não posso ficar só pensando em números ou sucesso.

G1 – E já negou alguma parceria?

“Eu já neguei vários feats. Até porque neste momento da carreira tem gente do mundo inteiro me pedindo feat. Se eu aceitar todos, lanço mil músicas por ano”.

Eu analiso com calma e vejo o que mais combina comigo. Todos os feats deste ano são pedidos do ano passado. Tem que ter planejamento, essa com o Safadão, por exemplo, foi bem planejada…

G1 – Você não lança álbuns há três anos, mas fez o projeto check mate e tem uma quantidade de músicas que poderia ter enchido uns dois álbuns já. Você nunca mais vai lançar álbuns? Esse formato está morrendo?

Anitta – Eu acho que está votlando, na verdade. Não tinha mais vontade [de lançar álbuns] até o ano passado e agora estou super querendo. Tenho quantidade de músicas inéditas para fazer um. Tenho mais até. Talvez aconteça de lançar neste ano ainda, mas eu sou muito de deixar a vida me levar. Se der deu, se não der não deu.

G1 – Mas tem chance de lançar ainda neste ano, né?

Anitta – Talvez seja ainda neste ano, sim. Estou com muita vontade de lançar um disco, mas tem a questão de estratégia internacional da minha carreira. Uma questão burocrática, de investimento, de divulgação. As músicas novas são muito diferentes entre si. Eu não gosto de fazer uma coisa muito igualzinha, com conceito. O disco não seria contando história nenhuma.

G1 – Qual tipo de público você espera nos shows na Europa?

Anitta – Eu acho que vai ser a maioria brasileiro em Paris e Londres. Mas vai dividir também com meus públicos novos no mercado espanhol e inglês. Estou na expectativa de ver como será a divisão. Em portugal sei que será um novo público mesmo, na maioria de portugueses.

G1 – Você vai cantar pela primeira vez no Rock in Rio Lisboa… E já assinou contrato para tocar lá e na edição do Rio. Como viu a campanha dos fãs para que você cantasse no festival?

Anitta – Eu fico muito feliz de ter o apoio do meu público. Eu nem sempre fui pelo caminho que todo mundo seguia ou pensava que eu devesse seguir. Eu conto com a resposta do meu público… Minhas conquistas vêm por conta do retorno que eles me dão. Se eu não tivesse essa resposta, muita coisa teria morrido na praia. São eles que me impulsionam.

G1 – Sei do seu interesse por pop, em pesquisar o que está rolando na música… Para você, qual será a próxima tendência?

Anitta – A grande tendência agora é a mistura de ritmos africanos com funk. Os novos ritmos africanos já têm muito do funk em alguns lugares da África. A batida é bem parecida, mas é uma leitura diferente do ritmo.

Aqui no Brasil, a próxima tendência é o hip hop e o R&B. O hip hop é muito grande nos Estados Unidos. Mas é assim, o estilo ganha força no Brasil depois que fica grande lá fora.

G1 – Falando de novidades do pop, o que você achou do clipe de ‘This is America’, do Childish Gambino?

Anitta – Achei incrível. Eu tinha visto algumas coisas da equipe do artista. Achei muito importante o vídeo, porque a gente tem esse papel. Como eu disse, é importante usar o entretenimento para debater temas. Foi muito bacana ver elementos históricos para falar sobre racismo e preconceito. Fiquei pesquisando sobre cada referência… Achei genial e inteligente.


Shakira adia show em Israel e movimento de boicote comemora

30 de maio de 2018

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Shakira confirmou que adiará o show que faria em Israel e o movimento Boicote, Desinvestimento e Sanções (BDS), que tinha solicitado o cancelamento, comemorou o anúncio.

“A data da chegada de Shakira a Israel foi adiada”, afirmou em uma breve mensagem a produtora musical Arbel, encarregada de organizar o show previsto para 9 de julho. “As partes estão conversando para combinar uma nova data para o espetáculo”, acrescentou.

A Campanha Palestina para o Boicote Acadêmico e Cultural de Israel (PACBI, por sua sigla em inglês, que faz parte do movimento BDS) agradeceu o gesto e garantiu que “centenas de câmaras municipais e organizações culturais palestinas, assim como milhares de admiradores e ativistas do boicote, pediram a Shakira que cancelasse”.

Esta organização, que pede boicote e a interrupção de relações culturais, comerciais e esportivas com Israel até que se retire dos territórios palestinos, afirmou hoje que os artistas, “especialmente os embaixadores da Boa Vontade da ONU”, como Shakira, “têm um dever moral de não ser cúmplices na hora de ocultar as violações de direitos humanos”.

Maioria cancelou ida, mas Enrique Iglesias
Na semana passada, o cantor Gilberto Gil cancelou o show seria em 4 de julho em Tel Aviv após considerar que o país atravessa “um momento delicado”.

Além do artista baiano, outras personalidades do mundo da cultura manifestaram recentemente rejeição a Israel pela ocupação dos territórios palestinos, algum deles por ação direta do BDS, como o dramaturgo português Tiago Rodrigues, que cancelou sua participação no Festival Israel em Jerusalém, ao qual tinha confirmado presença.

Enrique Iglesias, no entanto, tocou no domingo em Tel Aviv apesar das chamadas ao boicote. Ele disse que “segue política como qualquer outra pessoa, mas não significa que não possa cantar em um país pela sua política”.

A atriz americana Natalie Portman recusou recolher no mês que vem o prestigiado prêmio Gêneses porque acredita que não poderia visitar o país “com a consciência tranquila”. Paul McCartney, agraciado com o prêmio Wolf de Música, também disse recentemente que não irá recebê-lo em 31 de maio, por problemas de agenda.


Christina Aguilera lança ‘Fall In Line’ em parceria com Demi Lovato

17 de maio de 2018

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Christina Aguilera lançou, na manhã desta quarta-feira (16), a música “Fall in Line”. A faixa é em parceria com Demi Lovato.

Horas antes do lançamento, as duas cantoras publicaram em suas redes sociais um trecho da música junto a uma montagem de fotos onde Aguilera e Lovato aparecem ainda crianças.

“Garotas, ouçam com atenção, porque ninguém me disse, mas você merece saber, que neste mundo você não está endividada, você não deve nada a eles, seu corpo e sua alma”.

Logo após a divulgação da faixa, Demi Lovato usou o Twitter para falar sobre a parceria.

“Espero que vocês amem essa música tanto quanto eu. É uma honra emprestar minha voz para esse hino para as mulheres ao lado de uma das pessoas mais inspiradoras que já conheci”.

Aguilera também escreveu sobre a nova música: “Para qualquer um que já se sentiu silenciado e reprimido, para os que procuram a verdade e para os ousados pensadores… Talvez você liberte sua voz e quebre o molde, nunca recue, e nunca siga as regras”.

“Fall in Line” integra o álbum “Liberation” da cantora, previsto para ser lançado em 15 de junho. O disco é o primeiro da cantora em 6 anos. Antes de “Fall in Live”, Aguilera já havia divulgado “Accelerate”, também presente no álbum.


Ozzy Osbourne prova que está longe de se aposentar em show de última turnê mundial em SP

15 de maio de 2018

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Aos 69 anos, existe muito pouco que Ozzy Osbourne ainda precise fazer ou provar. Dono de um festival e um dos criadores do heavy metal, o cantor britânico deu início neste domingo (13), em São Paulo, à sua passagem com quatro shows pelo Brasil. A apresentação foi curta, intensa e com poucas surpresas, mas prova que não lhe falta vontade.

O britânico deu seus pulinhos, puxou palmas e bateu cabelo a noite inteira. A voz falhou em certos momentos, mas nada que seja imperdoável para os fãs que compareceram ao Allianz Parque. Ele ainda passa por Curitiba na quarta-feira (16), Belo Horizonte na sexta-feira (18) e Rio no outro domingo (20).

O show começou às 21h30, com uma série de imagens da carreira de Ozzy, um anúncio de que se trata de sua última turnê mundial, intitulada “No more tours 2”. Ele já afirmou que está cansado da vida na estrada. Mas, ao G1, deixou claro que não tem planos de se aposentar – e até pode fazer uma apresentação ou outra por estas bandas no futuro.

Agora, se for sua despedida dos palcos brasileiros, os pouco mais de 90 minutos parecem insuficientes para mostrar um trabalho de quase cinco décadas. Ao longo do show, Ozzy lembra grande parte dos sucessos de sua carreira solo e dá espaço até para clássicos da época de Black Sabbath: “Fairies wear boots”, “War pigs” e “Paranoid”.

O mais desavisado – pouco provável naquele público, mas tudo bem – que só visse a imagem de Ozzy entre as canções poderia se surpreender ao saber que aquele velhinho simpático, barrigudo e de costas arqueadas se trata do “Príncipe das Trevas”. Mas basta o primeiro verso para que ele mostre que merece o título.

A voz não é mais a mesma. E tudo bem
Sua voz não é mais a mesma, mas ele compensa com a malandragem de quem tem anos de experiência. Alguns dos refrões mais altos, como os de “No more tears”, são deixados para o público mostrar a que veio. Outros são cantados de forma mais controlada, longe dos gritos da juventude.

Além de um pouco mais longo que o show de 2015, quando foi atração principal do festival Monsters of Rock, a principal diferença é a presença do guitarrista Zakk Wylde. Recebido com aplausos intensos pelo público durante a tradicional apresentação da banda, o americano de 51 anos merece o prestígio.

Além de dar fôlego para o cantor com seus longos solos (foram quase 10 minutos ininterruptos entre “War pigs” e uma mistura de canções como “Perry Mason” e “Miracle Man” lá pela metade da apresentação, com direito a guitarra atrás da cabeça e depois tocada com os dentes), Wylde tem uma presença de palco invejável. Tanto que recebe o carinho de Ozzy em diversos momentos, com beijos na testa e abraços.

O vocalista sofre com o passar do tempo, e mostra sinais de cansaço lá pela décima das 14 músicas. Mas, quando parece que sua voz não aguenta mais, como em uma falha durante “Crazy train”, ele sai rapidamente do palco para o bis e puxa até um “olê olê olê Ozzy” do público.

Na volta, entrega uma performance extraordinária de “Mama, I’m coming home”, de longe o melhor momento da noite. Ele até se lembra de um dos amigos perdidos recentemente, o vocalista do Motorhead, Lemmy Kilmister (1945-2015), com quem escreveu a balada. Como se sua apresentação não fosse emoção suficiente.

Faltam surpresas no show, com setlist idêntico aos já realizados nesta fase latino-americana da turnê, no Chile e na Argentina, mas isso pouco interessa aos fãs. Nesta noite, eles podem ter visto a última apresentação de Ozzy em terras brasileiras, mas longe de parecer um adeus.

Ozzy Osbourne no Brasil
Curitiba

Data: Quarta-feira (16)
Abertura dos portões: 16h
Apresentação: 21h
Local: Pedreira Paulo Leminski – Av. João Gava, S/N – – Abranches – Curitiba – PR
Preço: Entre R$ 128 (promoção) e R$ 650
Belo Horizonte

Data: Sexta-feira (18)
Abertura dos portões: 16h
Apresentação: 21h
Local: Esplanada do Mineirão – Av. Antônio Abrahão Caram, 1001 – Pampulha, Belo Horizonte/MG
Preço: R$ 120 (promoção) e R$ 600
Rio de Janeiro

Data: Domingo (20)
Abertura dos portões: 16h
Apresentação: 20h30
Local: Jeunesse Arena – Avenida Abelardo Bueno, 3401 – Barra da Tijuca – RJ
Preço: Entre R$ 140 (meia) e R$ 680


Shakira anuncia shows no Brasil em outubro

11 de maio de 2018

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Shakira fará dois shows no Brasil em outubro deste ano. A visita ao Brasil faz parte da turnê mundial “El dorado”, que marca o retorno da cantora aos palcos após um hiato para se dedicar à maternidade.

Os shows acontecerão em 21 de outubro, no Allianz Parque, em São Paulo, e em 23 de outubro, na Arena do Grêmio, em Porto Alegre.

Ingressos para a apresentação em São Paulo começarão a ser vendidos em 28 de maio, pelo site Livepass. Já em Porto Alegre, a venda começa em 20 de maio, pelo site My Ticket. Preços não foram divulgados.

“El dorado” é a turnê do disco homônimo, lançado por Shakira em 2017. No fim do ano passado, os primeiros shows precisaram ser adiados por causa de um problema nas cordas vocais da cantora.

A série de shows passará ainda por México, República Dominicana, Argentina, Chile, Equador e Colômbia.


Ozzy Osbourne diz que pode voltar ao Brasil após turnê de despedida, mas fala do cansaço: ‘Me sinto como um rato em uma roda’

10 de maio de 2018

Ozzy Osbourne está cansado. Completando quase 50 anos na estrada, tanto com os companheiros de Black Sabbath quanto em carreira solo, o cantor britânico vem ao Brasil para quatro shows daquela que promete ser sua última turnê mundial. Mesmo assim, em entrevista ao G1, ele afirma que essa pode não ser sua despedida do país.

“Talvez seja, mas eu ainda estarei fazendo shows. Então pode ser que eu volte em algum momento”, diz Ozzy, pelo telefone.

“Eu vou à América do Sul agora, depois vou à Austrália, à Europa, volto aos Estados Unidos. Me sinto como se fosse um rato em uma roda.”
O primeiro dos shows do cantor de 69 anos acontece neste domingo (13), no Allianz Parque, estádio do Palmeiras. Ele ainda passa por Curitiba na quarta-feira (16), Belo Horizonte no dia 18 e Rio de Janeiro no dia 20.

Vovô Príncipe das Trevas
Essa não é a primeira vez que Ozzy anuncia que não fará mais turnês. A atual, aliás, se chama “No more tours 2”, uma continuação indireta da infame de 1992, quando o cantor foi diagnosticado, erroneamente, com esclerose múltipla.

Ele não queria parar na época, e não necessariamente quer parar agora, mas os anos na estrada o privaram de muitas coisas. “Perdi meus filhos crescendo enquanto viajava. Só quero ficar mais em casa agora”.

O que motiva o chamado “Príncipe das Trevas” a finalmente querer sossegar? Provavelmente o nascimento de sua terceira neta, Minnie, em fevereiro. “Acabei de me tornar vô pela terceira vez. Eu amo muito minhas netas. Sou um cara louco, mas quero passar mais tempo com elas”, explica.

“Quando saio em turnê, fico muito tempo fora de casa. Eu tenho netas agora, tenho uma família que eu nunca vejo. Quero passar mais tempo com a minha família.”

Despedidas
Ozzy também passou por outro adeus há pouco tempo. Em 2017, o Black Sabbath realizou o último show da turnê “The end”, em que três de seus quatro integrantes originais se despediram dos palcos como grupo.

Pioneiro do heavy metal, Ozzy, ao lado do guitarrista Tony Iommi e do baixista Geezer Butler, disse adeus em sua cidade-natal de Birmingham, na Inglaterra.

“Não foi tão emocional, mas rolou um pouco de emoção, porque tudo começou em Birmingham, e agora acabou lá”, conta.

“O único problema foi que Bill Ward não estava lá. Sabe, não foi exatamente o Sabbath sem ele.”
Ward, baterista fundador da banda, se afastou dos demais por divergências em relação ao cachê – ou por problemas de saúde. Depende de quem apresenta sua versão dos fatos.

Sorte e tributo
Ao contrário da última vez em que esteve no Brasil com um show solo, em 2015, Ozzy conta agora com a companhia de Zakk Wylde, um dos guitarristas que mais o acompanharam.

Mesmo assim, ele não se lembra de listá-lo entre os grandes com quem tocou. “Tony Iommi é um grande guitarrista”, afirma, sobre o companheiro considerado um dos principais responsáveis pela criação do heavy metal após um acidente ferir sua mão e obrigá-lo a tocar de forma diferente.

“Mas Randy Rhoads foi ainda melhor. Tenho tido muita sorte em minhas parceiras em minha carreira”, conta. Ele se refere ao músico com quem se apresentou logo após deixar o Black Sabbath, em 1979, e que morreu em 1982, aos 25 anos.

Sua morte bizarra – ele estava em um pequeno avião que tentava voar próximo ao ônibus da turnê, onde Ozzy dormia – marcou o cantor, e gerou o melhor disco ao vivo de sua carreira, “Tribute to Randy Rhoads”.

“Eu nunca, jamais consegui ouvir “Tribute to Randy Rhoads”. Me machuca muito. Me deixa louco. Eu lembro do dia em que ele morreu. Foi realmente uma notícia terrível.”
Além de Wylde, Ozzy contará com o baixista Blasko, com o baterista Tommy Clufetos e com o tecladista Adam Wakeman, dois que tocaram com o Sabbath no país em 2016.

Já do vocalista o público pode esperar o de que ele sempre entregou. “Coração e alma. Dou sempre meu coração e alma. É o meu trabalho, porra. Eu tenho muito respeito pelo público que vem aos meus shows.

Ozzy Osbourne no Brasil
São Paulo

Data: Domingo (13)
Abertura dos portões: 16h00
Apresentação: 21h30
Local: Allianz Parque – Rua Turiassú, 1840 – Perdizes, São Paulo
Preço: Entre R$ 130 (meia) e R$ 680
Curitiba

Data: Quarta-feira (16)
Abertura dos portões: 16h00
Apresentação: 21h00
Local: Pedreira Paulo Leminski – Av. João Gava, S/N – – Abranches – Curitiba – PR
Preço: Entre R$ 128 (promoção) e R$ 650
Belo Horizonte

Data: Sexta-feira, 18 de maio de 2018
Abertura dos portões: 16h00
Apresentação: 21h00
Local: Esplanada do Mineirão – Av. Antônio Abrahão Caram, 1001 – Pampulha, Belo Horizonte/MG
Preço: R$ 120 (promoção) e R$ 600
Rio de Janeiro

Data: Domingo, 20 de maio de 2018
Abertura dos portões: 16h00
Apresentação: 20h30
Local: Jeunesse Arena – Avenida Abelardo Bueno, 3401 – Barra da Tijuca – RJ
Preço: Entre R$ 140 (meia) e R$ 680


Chris Brown é processado por incentivar e auxiliar estupro de mulher durante festa na casa do rapper

10 de maio de 2018

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O rapper Chris Brown está sendo processado por incentivar e auxiliar o estupro de uma mulher durante uma festa na casa do artista.

O caso teria acontecido em fevereiro de 2017, afirmou nesta quarta-feira (9) Gloria Allred, advogada da vítima, que preferiu não se identificar na ação judicial.

Especialista em casos relacionados aos direitos da mulher, Allred afirmou em coletiva de imprensa nesta quarta que esse “é um dos casos mais horríveis de agressão sexual” que já viu, dizendo ainda que sua cliente está severamente traumatizada pelo que passou.

Como aconteceu
A advogada não compartilhou detalhes do caso durante a entrevista, segundo ela, por conta da natureza delicada dos fatos.

No entanto, o site da revista “Billboard” (e outros veículos da imprensa internacional) teve acesso ao documento da ação judicial contra Chris Brown, que diz o seguinte:

A vítima compareceu a um show de Chris Brown em West Hollywood, em Los Angeles (EUA). Depois, foi convidada para uma festa no estúdio de gravação em que Brown e o rapper Young Lo, cujo nome real é Lowell Grissom Jr., trabalhavam. Seu celular foi tomado na porta do local
Ela diz que então foi coagida a ir até a casa de Chris Brown para recuperar seu smartphone. Lá, álcool e drogas ilícitas como cocaína, ecstasy e maconha foram distribuídos. O próprio Brown teria dado uma pílula com um pó branco a cada convidada mulher, instruindo que elas fossem ingeridas. A vítima diz que não tomou a pílula e que se isolou na casa
No entanto, Brown, Grissom e uma amiga dos dois intimidaram as visitantes a fazer sexo com os músicos. O trio atraiu a vítima e outras mulheres para um quarto e bloqueou com um sofá a saída de quem não se dispôs voluntariamente ao ato
Música alta e pornografia foram ligados para “acobertar o barulho de qualquer resistência”, segundo o documento, e “criar um ambiente hiperssexualizado no quarto fechado”
A vítima se recusou a tirar a roupa e deixou claro que não queria participar. Mesmo assim, foi forçada a fazer sexo oral em Grissom e na amiga dos músicos dentro do quarto. Depois, foi estuprada duas vezes por Grissom em outros cômodos da casa antes de ser liberada

De acordo com a advogada Gloria Allred, sua cliente entrou com o processo “porque ela quer justiça para ela, mas também porque quer alertar outras jovens mulheres do perigo em potencial que é ter seus celulares apreendidos e ir até a casa de Chris Brown”.

Procurado pela “Billboard”, Chris Brown não comentou o caso até o momento.


Números de Beyoncé e Kanye West no Tidal foram manipulados, diz jornal

10 de maio de 2018

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As estatísticas de Beyoncé e de Kanye West na plataforma de streaming Tidal, propriedade de Jay-Z, teriam sido manipuladas, permitindo aos dois artistas americanos embolsar royalties excessivos – afirma um jornal norueguês nesta quarta-feira (9).

Segundo o jornal de negócios “Dagens Naeringsliv”, o número de acessos aos álbuns “The Life of Pablo”, de Kanye West, e “Lemonade”, de Beyoncé, os dois com pré-lançamento no Tidal em 2016, foi inflado por manipulação dos registros dos usuários.

Casado com Kim Kardashian, Kanye West é um ex-parceiro de Jay-Z. Por meio de sua holding Project Panther, o rapper americano comprou o Tidal, que tem sua origem e mantém suas atividades na Noruega, por US$ 56 milhões em março de 2015.

As revelações do DN significariam que Kanye West e Beyoncé, assim como suas produtoras, abocanharam uma parte indevidamente alta dos royalties redistribuídos pelo Tidal, em detrimento de outros artistas que também estão nessa plataforma de música on-line.

Se confirmado, é um procedimento constrangedor para uma plataforma que prometeu reverter sua receita de forma mais generosa do que seus concorrentes, como Spotify, Apple Music e Deezer.

Apoiando-se no Centro de Cibersegurança e de Segurança da Informação (CCIS), o DN fala em mais de 320 milhões de leituras falsificadas de títulos dos dois álbuns em curtos períodos, uma manipulação que teria afetado mais de 1,7 milhão de usuários.

De acordo com o advogado americano Jordan Siev, citado pelo DN, o Tidal nega qualquer manipulação, afirmando que os dados foram roubados e que as informações publicadas pelo jornal estão equivocadas.

A plataforma não retornou o contato da agência France Presse.