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Paul McCartney lança nova versão de “Flowers In The Dirt”

28 de março de 2017

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Na última sexta-feira, chegou às lojas físicas e plataformas digitais a nova versão do álbum “Flowers In The Dirt”, o oitavo disco de estúdio de Paul McCartney. O material foi um dos mais aclamados na década de 1980 e acaba de ganhar nova roupagem em álbum duplo, no qual o astro reúne nove demos originais que fez em parceria com o cantor Elvis Costelo.

Além de Elvis Costello, “Flowers In The Dirt” conta com participação dos produtores David Foster e Steve Lipson, do guitarrista do Pink Floyd, David Gilmour, que participa na faixa “We Got Married” e de George Martin, que fez o arranjo de cordas em “Put It There”.

Paul McCartney também está trabalhando em seu próximo disco. Para isso, ele já escalou o produtor Greg Krustin, responsável pelo sucesso “Hello” da cantora Adele. O material segue sem nome e data de lançamento.


Bruna Pinheiro em single com João Neto & Frederico

28 de março de 2017

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Há pouco mais de uma semana chegou ao YouTube e as plataformas digitais a nova música de Bruna Pinheiro. Intitulada “Vinho, Amendoim e Coca-Cola”, a canção é uma composição da própria cantora e conta com a participação especial de João Neto & Frederico.

O single foi gravado na casa de shows Santa Fé Hall, em Goiânia (GO), e teve a produção musical de Thyeres Marques. Além disso, “Vinho, Amendoim e Coca-Cola” é a primeira música a ser divulgada do próximo álbum de Bruna, que chegará às lojas em abril.

O novo trabalho de Bruna Pinheiro também trará as faixas “Cara de Fome”, “Conversa pra Boi dormir”, “Coração Desempregado”, “Em outra vida” e “Zé Ruela”, esta última com a participação de Mariana Fagundes.

Após integrar duas duplas, a artista tem seguido carreira solo e já conta com dois discos lançados, sendo o mais recente, “No Meu Taco Eu Boto Fé”, com influências latinas, mistura de sopro e percussão, ritmos praianos, bachata e música pop.


‪‪Titi Müller‬ critica ‪ao vivo letras ‘machistas’ de Borgore e é aprovada e reprovada no Twitter

28 de março de 2017

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‘Eu gostaria de falar ‘machistas não passarão’, mas vai passar neste canal agora. É isso aí, Borgore’, disse a apresentadora durante transmissão do Lollapalooza no canal Multishow.

A aresentadora Titi Müller‬, do Multishow, canal da TV por assinatura, criticou ao vivo o DJ Borgore, antes do show dele no domingo (26), no palco Perry’s.

O músico israelense de 29 anos é conhecido pelas produções eletrônicas berrantes, letras sexuais e por incentivar as fãs a tirarem a roupa na web e nos shows. O DJ mais odiado do mundo.

O homem que matou o dubstep. Machista, misógino, aproveitador. Todas essas são descrições comuns para o DJ Borgore.

“Na medida que ganhou visibilidade, as letras compostas por ele, totalmente machistas, misóginas, babacas, foram ganhando visibilidade e muitas críticas. Teve muita gente que foi em defesa.

A própria Nervo, que vai tocar aqui hoje e não autorizou nossa transmissão, falou que apesar de compor letras tipo “aja como uma vadia mas antes lave louça” isso é só um personagem.

Querido, na próxima encarnação, invente um personagem melhor. Eu gostaria de falar ‘machistas não passarão’, mas vai passar neste canal agora.

É isso aí, Borgore. Vai que é tua, querido”, anunciou Titi. No Twitter, muita gente elogiou e criticou a declaração de Titi.


Chainsmokers é eleito o melhor show do 1º dia do Lollapalooza 2017 em enquete do G1

28 de março de 2017

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Dupla de DJs superou o Metallica, que ficou em segundo lugar. Banda americana Cage the Elephant completa o pódio; veja a lista completa com o resultado.

O publico não foi a única coisa que o Chainsmokers roubou do Metallica neste sábado (25) Lollapalooza 2017. O duo americano, que tocou num espaço secundário mas tendência do festival, superou a banda veterana do metal e foi eleito o melhor show do primeiro dia do evento pelos leitores do G1.

Andrew Taggart e Alex Pall tiveram 24,32% dos votos, derrotando James Hetfield, Lars Ulrich e companhia por pouco – eles foram os melhores para 22,04% dos votantes. O pódio se completou com a banda Cage the Elephant (16,74%).

O sábado ainda teve como destaques xx, Tove Lo, Tegan and Sara, Criolo, 1975 e Rancid.

Veja, abaixo, o resultado da enquete do 1º dia do Lollapalooza 2017:

Chainsmokers – 24,32%

Foi um show óbvio e com truques de DJS, com tanta apelação ao clichê que parecia piada. O povo não ligou: muita gente preferiu deixar para lá o Metallica, que tocava ao mesmo tempo no palco principal, para curtir a balada do Chainsmokers. Basicamente, Andrew Taggart e Alex Pall rebolam, cantam pouco e gritam muitas palavras de ordem no microfone (“Quero ouvir vocês falarem ‘yeah’”, “mãos para o alto”, “faz barulho”).

Metallica – 22,04%

O Metallica no Lollapalooza voltou renovado e comandou multidão com público de 100 mil, recorde das seis edições do festival no Brasil. Foi um show igual, mas diferente. Potente como sempre, mas com um repertório renovado, a banda cumpriu com louvor a missão de ser o primeiro headliner de heavy metal em uma noite de Lollapalooza nos seis anos de festival em São Paulo, na noite deste sábado (25), diante de um mar de camisas pretas em Interlagos.

Cage the Elephant – 16,74%

A banda americana mostrou que mantém o rock rivo entre plateias mais jovens. Em sua terceira participação no Lollapalooza do Brasil, o Cage the Elephant teve recepção calorosa tanto dos mais fãs mais dedicados quanto dos que pareciam conhecer o quarteto. Isso tudo mesmo sem tanta originalidade, com ecos de Animals, um dos grupos clássicos dos anos 1960, The Who, Beatles e até um Weezer, adiantando as influências musicais até a década de 1990.

The xx (13,75%)

O trio inglês conseguiu criar um clima “intimista” diante de uma multidão. Com seu som descrito ainda como introspectivo e etéreo, o xx fez um grande show no Lollapalooza, apesar dessas atribuições não parecerem combinar muito com grandes festivais. Tudo isso sem precisar mudar suas características fundamentais. Resultado: am fãs emocionados e o grupo também, talvez surpreendido pela recepção calorosa.

Tove Lo – 10,75%

A cantora sueca seguiu o roteiro de seus shows e mais uma vez mostrou os seios. O show foi poderoso, empolgou o público com eletrônico confessional e classudo. Sendo Tove Lo quem é, difícil não elencar atributos como sensualidade (os próprias fãs berram “linda!”, “gostosa!” e “tira! [a blusa]” já na primeira música). A apresentação que aconteceu num palco Axe anormalmente lotado justificou o uso do clichê: lá está uma “força da natureza”.

Tegan and Sara – 4,67%

No festival, as ex-roqueiras Tegan and Sara mostraram que, no que depender delas, o rock acabou. O show de estreia no Brasil das gêmeas canadenses não teve sequer uma guitarrinha para contar história. Foi nervoso no começo, catártico no fim (graças a “Boyfriend” e “Closer”) para fãs ou curiosos. As duas começaram a tocar aos 15 anos (hoje têm 36) com um rock alternativo esganiçado, indie de raiz.

Criolo – 3,39%

Um dos maiores nomes atuais do rap nacional cantou sobre a periferia para moderninhos e roqueiros. Uma ilha de hip hop em um oceano de bandas indie, DJs da moda e algum rock pesado. “Eu não sou ninguém nesse rolê”, disse em um dos muitos discursos. Engano dele. É o sujeito que fez fãs de Tegan and Sara, Chainsmokers e até Metallica, que pagaram até R$ 920, cantarem sobre a periferia com mãos para cima – algumas vezes pedindo: “Faz barulho aí, tiozão!”.

The 1975 – 2,18%

Estreante no Brasil, a banda mostrou um pop versátil e vocalista carismático no Lollapalooza. É curioso que a banda tenha um nome cinco anos atrasado em relação à década da qual parece tirar suas maiores referências. O som oitentista parece vir direto da trilha de algum filme antigo da Sessão da Tarde. Mas não são veteranos: os jovens de Manchester renovam o moribundo rock britânico atual. Já adorados por lá, provaram ter fãs no Brasil com letras na ponta da língua.

Rancid – 2,16%

O Rancid fez um show com justiça histórica para fãs de punk/hardcore californiano. Foi a estreia no Brasil de uma banda que já tem mais de 25 anos de carreira, algo lembrado no palco. No geral, foi um evento com muito apelo à nostalgia da plateia, com Tim Armstrong (o vocal) mostrando com quanto repertório se faz um verdadeiro punk raiz, nunca nutella. As influências de ska e reggae fizeram veteranos se emocionarem ao som de clássicos como “Time bomb” e “Ruby Soho”.

Fonte: G1


Show de Melanie Martinez é eleito o melhor do 2º dia do Lollapalooza 2017 em enquete do G1

28 de março de 2017

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The Weeknd (2º) e Duran Duran (3º) completaram o pódio no domingo. Strokes pegou quarto lugar; veja a lista completa com o resultado.

Nem Strokes nem Duran Duran. Muito menos Martin Garrix. Foi a cantora Melanie Martinez a estrela do melhor show deste domingo (26) no Lollapalooza 2017. Ao menos para os participantes da enquente do G1. A artista americana de origem hispânica, que tocou no segundo dia do festival, ficou com 46,07% dos votos.

Malanie estabeleceu vantagem expressiva sobre o vice-campeão do dia, o cantor canadense The Weeknd, favorito para 17,26% dos votantes. O pódio se completou com os veteranos do Duran Duran, que ficou com 10,83% dos votos.

O domingo ainda teve como destaques The Strokes, MØ, Two Door Cinema Club, Catfish and the Bottlemen e Jimmy Eat World.

Veja, abaixo, o resultado da enquete do 2º dia do Lollapalooza 2017:

Melanie Martinez – 46,07%

Melanie Martinez é uma moça pequena. Mas pareceu menor ainda perto de outras divas do pop na programação do Lollapalooza 2017. Em seu show, a ex-The Voice EUA apresentou suas letras dramáticas em uma performance frágil, com quase nenhuma emoção. O que faltava no palco tinha na plateia. A concorrência com The Weeknd até reduziu o público da cantora, mas quem estava lá fez jus ao ingresso pago: chorou, gritou, esperneou e cantou junto.

The Weeknd – 17,26%

Não tinha como dar errado. Um cara no auge, pela primeira vez no Brasil, com canções na playlist de quase todo mundo que vai ao Lollapalooza… Ao fechar o palco Onix, o canadense The Weeknd mostrou que talento R&B e pose roqueira podem flertar com o pop eletrônico. No lado do palco, a namorada Selena Gomez: ela aparece uma vez no telão, para faniquito geral.

Duran Duran – 10,83%

Do alto dos seus quase 40 anos de carreira, o Duran Duran marcou presença em festivais jovens como o Lollapalooza pela abudância de hits e por continuar influente até hoje – é só pegar grupos novos fascinados pelo pop dos anos 1980 para perceber toques de Simon Le Bon e companhia. O problema é quando o cansaço bate e os anos de carreira pesam, como no Lollapalooza. Os veteranos receberam ainda a brasileira Céu, para dueto em “Ordinary world”.

The Strokes – 9,36%

O Strokes se apoiou em glórias passadas para encerrar a segunda e última noite do Lollapalooza. A banda tocou quase todo o primeiro disco “Is this it” (2001). Sobrou pouco espaço para o resto. Não que alguém tenha reclamado: a aposta no passado foi paga com cada mãozinha para cima com ótimas músicas de 16 anos atrás. Fora de ritmo de turnê, o show lembrou às vezes um ensaio aberto, com silêncios grandes entre as músicas.

Martin Garrix – 6,11%

O DJ de apenas 20 anos votado como “melhor do mundo” é do time da dance”farofa”, termo não exatamente elogioso que também tem David Guetta, Steve Aoki e Calvin Harris como representantes. É som comercial de FM, sucesso na balada, ajuda a levantar supino na academia. Apesar do rótulo, há um impressionante senso de sucesso: “Lions in the wild”, “Turn up the speakers” e “Animals”.

MØ – 5,10%

A dinamarquesa mostrou um pop “selvagem” para abraço o público do Lollapalooza. Resultado: virou “mozão” no festival. Sua performance leva a uma conclusão otimista sobre o pop atual: dá para fazer canções comerciais, campeãs de audiência, sem ser insípido nem abrir mão de ter personalidade. A voz de “Lean On”, recordista de streaming em 2015, é mais do que “aquela cantora genérica daquela música lá”.

Two Door Cinema Club – 3,25%

A boa notícia (sobretudo para quem não curte): o Two Door Cinema Club ao vivo é bem melhor – ou mais tolerável – do que nos discos. Na prática, quer dizer que o show da banda norte-irlandesa não ofendeu que estava ali somente para assistir, mais tarde, ao Strokes. E, principalmente, agradou os admiradores, que botaram as mãos para cima e bateram palminhas. Um deles era o ex-jogador de futebol e hoje comentarista Ronaldo Nazário, mostrado duas vezes pelos telões.

Catfish and the Bottlemen – 1,14%

É curioso que os britânicos do Catfish and the Bottlemen tenham sido escolhidos como uma das bandas de abertura do dia protagonizado por Strokes no Lollapalooza. Dadas as devidas proporções, a postura e a adoração em torno dos jovens britânicos lembra o fenômeno indie, que marcou o rock no já distante início dos anos 2000. O grupo reuniu um público muito, muito jovem – até alguns pais e mães, meros acompanhantes, eram vistos na plateia.

Jimmy Eat World – 0,88%

Só a nostalgia emo de alguns rapazes e moças de 20 e muitos anos deu uma salvada. A estreia do Jimmy Eat World no Brasil, após quase 25 anos de carreira, foi mais fria do que os ventos deste domingo nublado. No lado esquerdo da grade, teve fã de Two Door Cinema Club (um sub-Franz Ferdinand que tocaria na sequência) gritando “Toca Fresno!”. “Essa é do Simple Plan!”, berrou outra fã. Para que ficar cantando de freio de mão puxado, mostrando toda essa suavidade de banda séria?

Fonte: G1


Lollapalooza: G1 visita Autódromo de Interlagos e mostra perguntas e respostas do festival

24 de março de 2017

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Estrutura já está quase toda pronta e é a mesma do ano passado; pulseira-ingresso é maior novidade.

A maior mudança do Lollapalooza 2017 em relação ao ano passado estará no pulso das cerca de 70 mil pessoas esperadas por dia, no sábado (25) e domingo (26). A pulseira-ingresso, que também substitui dinheiro e cartão de crédito durante o festival é a grande novidade. Já a estrutura do Autódromo de Interlagos continua a mesma.

Então, vale lembrar Lollas passados (considerar a distância entre palcos para se programar é a maior dica) e ficar atento à nova forma de entrar e comprar.

Veja abaixo perguntas e respostas sobre o Lollapalooza 2017.

A pulseira é obrigatória?

Sim, pois a pulseira Lolla Cashless serve tanto como ingresso como para todas as compras dentro do festival. Além disso, todo mundo deve registrar a pulseira no site do festival. Assim, dá para carregar com antecedência a Lolla Cashless. Com o registro também dá para verificar os recibos eletrônicos de compras e receber informações em tempo real sobre o saldo. E importante: é uma pulseira só para os dois dias de festival. Nada de tirar a pulseira no sábado se você vai nos dois dias.

Quanto será que eu carrego?

Ok, você fez a coisa certa e já está com sua Lolla Cashless cadastrada, e agora quer carregar antes do festival para não se preocupar com isso lá (há pontos no autódromo para carregar, mas é sempre bom evitar fila). É só você entrar no site do cadastro para carregar. Se quiser ver os preços dos alimentos para ter uma ideia, confira aqui. O refrigerante, que neste ano será apenas orgânico, custará R$ 8. A cerveja ainda não teve preço divulgado. Se quiser economizar, dá para entrar com barras de cereais, frutas cortadas, copos de água fechadas e alimentos industrializados fechados.

Tenho que pegar minha pulseira antes?

Sim. Se você mora em São Paulo e optou por não receber a pulseira em casa, deve pegar até a sexta-feira (24) em um dos postos autorizados (veja a lista aqui e fique ligado nos horários). Se você não é de São Paulo e não pode pegar a Lolla Cashless com antecedência, haverá postos de atendimento para as pessoas de outras cidades no sábado e domingo fazerem a coleta da pulseira.

Levo uma capinha de chuva?

Há possibilidade de chuvas rápidas na tarde e noite de sábado, então é bom levar sim (confira aqui a previsão do tempo atualizada para ver se a chance de chuva continua). Mas, segundo o Climatempo, não deve ser muita chuva (ufa). Mas a principal dica em relação ao tempo é: prepare-se para calor à tarde e frio à noite. A variação será grande: de 17º a 28º. Então, leve filtro solar e roupas leves, mas também não esqueça um casaquinho para o fim da noite.

Quando eu saio de casa?

Os portões abrem às 11h no sábado (25/03) e às 10h no domingo (26/03). Os shows começam às 12h nos dois dias e estão marcados para terminar às 23h no sábado e 22h no domingo. Lembre-se que o Autódromo de Interlagos fica longe do centro e que é altamente recomendável usar transporte público, então separe um bom tempo para ir e voltar. Se não quiser pegar grade ou chegar para o primeiro show, relembre aqui os horários de cada show.
Tem alguma novidade no Autódromo?

Quem conhece o Lolla de outras edições já vai se sentir em casa. Quase não há diferenças. O Palco Perry, de música eletrônica, tem o espaço de plateia ligeiramente maior. Atrás do palco Ônix há um novo brinquedo, Kamikaze, para quem vai na vibe parque de diversões. No mais, está tudo no mesmo lugar de Lollas passados.

Quanto tempo demora entre os palcos?

Esta é uma pergunta fundamental na hora de montar sua programação. Nada de pensar que você consegue sair correndo do show do Duran Duran no palco Onix às 17h30 e ver a MO entrar no Palco Axe na mesma hora, por exemplo. Entre o Palco Skol, principal, e o Onix, segundo maior, reserve ao menos dez minutos de caminhada. O palco principal fica mais perto do Axe – ao menos cinco minutos. Mas caso precise ir do Onix ao Interlagos, reserve no mínimo quinze minutos. O tempo pode aumentar com o fluxo mais lento da multidão nos shows finais.

Será que vai encher muito?

No ano passado, foram 136 mil ingressos vendidos (66 mil no sábado e 70 mil no domingo). Para este ano, a previsão é de cerca de 70 mil pessoas por dia, informou a assessoria de imprensa do festival. O G1 apurou que para o primeiro dia, do Metallica, a venda está um pouco maior do que o segundo, de Strokes.

Ainda tem ingresso?

Sim, para os dois dias. Dá para comprar no site do festival. A inteira custa R$ 540 por dia e R$ 920 para os dois, com meia-entrada para estudante.

O que eu não posso levar neste ano?

• Garrafas, latas, bebidas

• Utensílios de armazenagem

• Embalagens rígidas com tampa

• Capacetes

• Cadeiras ou bancos

• Armas de fogo e armas brancas

• Objetos pontiagudos, cortantes e/ou perfurantes

• Fogos de artifício

• Objetos de vidro

• Câmeras fotográficas ou filmadoras profissionais ou com lente destacável.

• Cartazes feitos com papelão grosso e/ou fixados a madeiras, canudos rígidos, etc.

• Animais – exceto cães guias identificados e acompanhados de portadores de deficiência
visual.

• Bastão para tirar foto.

• Substâncias inflamáveis, corrosivas.

E o que está liberado para levar?

• AXE Lolla Cashless do festival ou voucher impresso para retirada da pulseira

• Frutas cortadas

• Industrializados fechados

• Copos de água fechados

• Documentos pessoais

• Chapéu ou boné*

• Óculos Escuros

• Barra de cereal

• Canga*

• Capa de chuva

• Protetor solar

• Protetor labial

• Câmera portátil

• Mochila ou bolsa

Fonte: G1


‘Criolo, ajude a entender’: antes do Lolla, rapper explica temas do Brasil e do mundo

24 de março de 2017

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Inspirado no vídeo ‘ajude a entender’ de entrevista com Lázaro Ramos, G1 pediu para o cantor explicar grafite e pichação, xenofobia, política brasileira, Marcha das Mulheres e Black Lives Matter.

Alguém nos ajude, Criolo, a entender. Na entrevista com o rapper antes do show no Lollapalooza, o G1 se inspirou no meme criado a partir de um vídeo dele com Lázaro Ramos no Canal Brasil, em 2013. A conversa há quatro anos ajudou a popularizar a frase dita por Criolo: “Alguém nos ajude, Lázaro, a entender”. Mas dessa vez, o jogo virou: é Criolo quem deve dar a ajuda e explicar cinco temas.

Criolo já havia citado o meme “ajude a entender” no seu disco “Convoque seu buda”, de 2014. Na música “Cartão de Visita”, ele canta: “A alma flutua /Leite a criança quer beber/ Lázaro, alguém nos ajude a entender”.

Desta vez, ele ajudou o G1 a entender e deu opiniões sobre os cinco temas abaixo:

Grafite ou pichação?

Xenofobia

Política brasileira

Marcha das Mulheres

Black Lives Matter

Brasil no Lolla

E o show no Lollapalooza? A apresentação vem no embalo da turnê “Ainda há tempo”. O disco tem versões com nova produção das faixas do álbum de estreia do cantor, lançado em 2006. Veja o trecho da entrevista do G1 em que ele fala sobre a apresentação no festival em SP.

“Esse show traz uma história não só de um disco lançado há dez anos, mas uma história que começou a ser construída em 1987, quando eu me deparei com uma parada chamada rap. Aquilo tomou conta de mim de um jeito absurdo. Eu me percebi alguém no mundo quando o rap me visitou. Então ele traz muito dessa energia”, diz Criolo.


Tove Lo diz por que costuma mostrar seios em shows: ‘Odeio não poder fazer algo por ser mulher’

24 de março de 2017

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Cantora sueca que vai ao Lolla SP disse à MTV que levantar a camisa no palco virou gesto feminista: ‘Todo mundo que tem vontade deveria mostrar os seios’.

Vamos às previsões: se o show da sueca Tove Lo nesta sexta (24) na Audio, em SP, e no sábado (25) no Lollapalooza for igual às suas apresentações recentes, a maior parte das músicas será do seu segundo álbum “Lady wood” (2016). Mas não dá para ignorar o hit de 2014, “Habits (Stay high)”, que grealmente encerra o show. No meio do setlist, não costuma faltar”Talking body”. Junto com essa música, um gesto virou parte da turnê: Tove Lo costuma levantar a camisa e mostrar os seios.

Foi assim em shows recentes em Paris, Boston e Oakland (veja os vídeos clicando nos nomes das cidades). E não rolou só em shows deste ano. Aconteceu em 2015, em show para convidados no Rio, por exemplo. Um fã até fez uma compilação de várias cidades em que ela levantou a camisa.

Tove Lo explicou à MTV dos EUA que o gesto foi mudando durante os shows. “Eu comecei mostrando só um pouco, ou só sendo ‘picante’, e todo mundo ficou tão empolgado, então uma noite eu fui lá e fiz. Pensei: ‘Porque eu não posso fazer isso? Eu devo fazer se eu quiser. E todo mundo ficou tão empolgado. Muitos garotos e garotas estão tirando a roupa também. Cria um clima quente e eu gosto disso.”

Mesmo sem planejar, depois que começou a fazer o gesto em shows, ela passou a considerá-lo um ato feminista.

“Odeio quando alguém me fala que eu não posso fazer alguma coisa por que sou uma garota, então eu vou lá e faço em dobro. Para mim é estranho se alguém se alguém diz que não é feminista. Como alguém não pode apoiar a igualdade? E eu acho que todo mundo que quiser deve poder mostrar seus seios”, disse à MTV.

Em outra entrevista, para a revista “Out”, a cantora de 29 anos falou sobre seu próximo álbum, que vai suceder “Lady wood”. Ela conta que está trabalhando nas novas músicas e o disco vai sair ainda neste ano. A cantora sueca ganhou destaque a partir de 2014 com as faixas “Habits (Stay high)”, “Talking body” e “Moments”.

Bissexual:

Ela comentou à “Out” sobre sua conexão com fãs gays e falou sobre sua própria sexualidade. Na reportagem publicada nesta sexta-feira (10), ela se define como bissexual e pede que os fãs gays “não se envergonhem nem peçam desculpas por serem quem são”.

A orientação sexual de Tove Lo era alvo de especulações de fãs na internet desde que ela deu uma declaração anterior de que era “lésbica por hobby”. Na entrevista à “Out”, ela esclarece a declaração. “Eu me vejo como bissexual, mas nunca tive um namoro com uma mulher. [A entrevistadora anterior]disse: ‘Se você nunca teve um relacionamento com uma mulher, é mais uma coisa sexual, não é’. Ela estava forçando essa resposta, então eu disse: ‘Bem, então acho que sou uma lésbica por hobby, não sei”, conta.

Ela também falou sobre o fato de os fãs LGBT serem grande parte de seu público. “Acho que é por causa do sentimento de autoaceitação de quem você é”, diz. “Seja você, não se envergonhe e não peça desculpas por ser quem você é. Eu espero que essa seja a razão de tanta gente se sentir conectada comigo.” Ela afirmou que quer “trabalhar o máximo que puder” contra a homofobia.


Lollapalooza terá espaço para fazer tatuagens e pintura corporal

23 de março de 2017

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Festival com Metallica, Strokes, Weeknd e Chainsmokers acontece no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, no sábado (25) e domingo.

Além da música dividida em quatro palcos, o Lollapalooza terá espaços para tatuagens e para pintura corporal. O festival acontece no Autódromo de Interlagos, no sábado (25) e domingo.

No espaço Onix Studio, estarão disponíveis vários tatuadores e profissionais de pintura facial e corporal para os espectadores. Em outro lugar, o Body Painting – Neon Galactic Glow, vários “make-up artists” vão atuar em um estúdio de pintura corporal.

Neste ano, as atrações principais são Metallica, The xx, The Strokes e The Weeknd. The Chainsmokers, Flume, Martin Garrix, Duran Duran, Two Door Cinema Club, Rancid e The 1975 também estão na programação do evento, entre outros.

Ingressos e Lolla Parties

Os ingressos do segundo lote do Lolla Pass custam R$ 460 (meia) e R$ 920 (inteira), no site do festival. Crianças abaixo de 10 anos não pagam. Os portões vão abrir às 11h no sábado e às 10h no domingo.

Quem quiser shows mais intimistas pode ir às Lolla Parties, em São Paulo. As cantoras Tove Lo e MØ e as bandas The 1975 e Glass Animals farão shows em lugares menores nos dias 24 e 27 de março.


Bryan Adams: novo DVD e turnê no Brasil

23 de março de 2017

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Há quase 20 anos, o cantor e compositor canadense Bryan Adams recebia no Estádio de Wembley, em Londres, mais de 70 mil pessoas para apresentar a turnê do álbum “18 Til I Die”, que alcançou o primeiro lugar das paradas de sucesso na Inglaterra naquela época.

Na ocasião, o show contou com a participação de Melissa Etheridge, além de ter sido repleto de clássicos como “Summer of ’69”, “(Everything I Do) I Do It For You”, “Heaven”, “18 ‘Till I Die”, “Run to You” e “All for Love”. Para os fãs que não puderam prestigiar o evento, Bryan Amads acaba de disponibilizar a gravação em DVD. Intitulado “Live At Wembley”, o material traz um repertório com 24 músicas.

As novidades do cantor não param por aí! Bryan Adams virá ao Brasil pela primeira vez para realizar sete apresentações. Os shows acontecerão em Porto Alegre (no dia 25 de abril, no Auditório Araújo Vianna), Rio de Janeiro (dia 27 de abril, no Metropolitan), São Paulo (nos dias 28, 29 e 30 de abril, no Citibank Hall), Belo Horizonte (em 1º de maio, no BH Hall) e em Fortaleza (3 de maio, no Centro de Formação Olímpica).