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Aerosmith acerta em antigos hits, exagera nos covers e tem ajuda de ‘voz do além’ para ganhar Rock in Rio

22 de setembro de 2017

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O Aerosmith fez uma estreia e ao mesmo tempo um repeteco nesta quinta-feira (21) na Cidade do Rock. A última vez da banda no Brasil foi há menos de um ano, em outubro de 2016. Por outro lado, a banda americana que já veio outras seis vezes ao Brasil nunca tinha tocado no Rock in Rio.

O quinteto, com 47 anos de carreira, diz estar em uma turnê de despedida, chamada “Aero-Vederci Baby! Tour”. Mas nem eles dão certeza se é o fim. O guitarrista Joe Perry disse ao G1 que ele achava que os shows do ano passado seriam a despedida no país – e não foram.

Steven Tyler continua cantando bem, ainda mais para um senhor de 69 anos, mas conta cada vez mais com vocais de apoio. A voz do além vinha, aparentemente, de um tecladista lá no fundinho do palco.

Tayler e Joe Perry, 67, há muito tempo não fazem questão de mostrar material novo. As músicas mais recentes do repertório têm 20 anos (como “Fallin’ in love (is hard on the knees)”, do disco “Nine lives”, e “I don’t wanna miss a thing”, talvez a mais cantada da noite).

No final de “Eat the rich”, Steven Tyler dá um sonoro arroto após uma série de tossidas. É pura gracinha: em Belo Horizonte e em vários shows anteriores ele faz exatamente a mesma coisa. A potência do arroto até levanta suspeita, mas seria leviano especular sobre um playback nesse momento.

Eles se dão ao luxo de deixar de fora músicas como “Draw the line”, “Toys in the attic”, What it takes” e “Same old song and dance”.

Por isso, talvez seja exagero incluir três covers (“Come together” dos Beatles e “Stop messin’ around” e “Oh well” do Fleetwood Mac). Tudo bem que todas estão há décadas no repertório do Aerosmith, e eles tocam quase como músicas próprias.

Mas, especialmente na alongada “Oh well”, o público fica bem disperso. Tanto que Steven Tyler percebe a esfriada e diz: “Vamos lá, não vamos ficar quietos agora”. A coisa melhora com “Crazy”.

O Aerosmith ainda toca em São Paulo no domingo (24) e em Curitiba na quarta-feira (27).


Aerosmith no Rock in Rio e em SP é despedida do Brasil? ‘Ano passado, pensei que seria a última vez’, diz Joe Perry

21 de setembro de 2017

Joe Perry é o único cara do Aerosmith que já tocou no Rock in Rio. Antes de voltar ao festival nesta quinta-feira (21), o guitarrista conversou com o G1 por telefone.

Em 2015, ele esteve no Palco Mundo com o Hollywood Vampires, banda formada com Johnny Depp e Alice Cooper, figura que agora canta no Palco Sunset, no mesmo dia. Veja programação.

Perry falou sobre tocar com Alice de novo no Rock in Rio (“Se convidar, eu vou”) e sobre a eterna despedida do Aerosmith: ele pensou que os shows no Brasil no ano passado seriam os últimos por aqui…

O guitarrista resumiu a relação com o “irmão” Steven Tyler e disse o que pensa da banda hoje: “Odeio pensar na gente como peças de museu, mas…”, responde rindo.

G1 – Por que tocar tantas covers de gente como James Brown, Beatles, Fleetwood Mac em vez de tocar ainda mais músicas do Aerosmith, que todo fã quer ouvir?

Joe Perry – São parte da nossa história. Se você fosse ver o Aerosmith em 1971, essas eram algumas das que tocávamos. Sempre tentamos compor músicas assim, são parte da nossa origem. Quando as tocamos ao vivo, elas quase viram músicas nossas. Pra gente, às vezes tocar uma cover é mais divertido do que tocar as coisas de sempre.

G1 – Você é o único da banda que já tocou no Rock in Rio, com o Hollywood Vampires. O que disse para eles sobre o festival?

Joe Perry – São poucos festivais que vão além. Tem uma energia diferente… Os fãs vão ao Rock in Rio sem se importar com quem vai tocar, como no Download, Coachella. Em um festival assim, quem vai quer algo especial.

G1 – Nessas últimas vezes que vieram ao Brasil, vocês sempre falaram que poderia ser a última. Devemos aproveitar como se fosse uma despedida?

“Quando tocamos aí no ano passado, pensei que seria a última vez. Vai acontecendo ano a ano, não é planejado. Demoramos para ir à América do Sul, é uma tentativa de recuperar o tempo perdido. Tem lugar nos EUA que tocamos quase todo ano desde o início. Deveria ter sido assim no Brasil também”.

G1 – Já ouvi você dizendo que o Steven [Tyler, vocalista] é como seu irmão. E você pode amar do seu irmão, mas não precisa gostar dele…

Joe Perry – Sim, somos como uma família, como irmãos que cresceram juntos. Nada vai nos separar. Irmãos são irmãos. Temos nossas diferenças, mas nada pode ficar entre a gente.

Éramos crianças no começo, dividindo o mesmo apartamento, a mesma comida… Crescemos juntos. É difícil até descrever essa relação.

Eu escrevi um livro, o Steven e o Joey [Kramer, baterista] também… E acho que nenhum de nós chegou perto de traduzir o que estar por tanto tempo sempre os mesmos cinco caras. Odeio pensar na gente como peças de museu, mas… bem… [Risos]

G1 – Steven já te definiu como “o rockstar da banda” e “o cara mais cool do mundo”. O que acha desses rótulos?

Joe Perry – Nunca tentei ser qualquer coisa, cara. Eu só acordo e faço o que eu faço. Mas acho que isso é um elogio, né? [Risos] Minha única meta é tentar fazer com que esta máquina aqui continue funcionando por muito tempo.

G1 – Alice Cooper vai tocar no Rock in Rio no mesmo dia, no Palco Sunset. Você vai participar do show dele, ele do seu ou os dois?

Joe Perry – Nunca se sabe. Nos anos 70, era mais comum uns subirem no palco dos outros, do nada. O verdadeiro espírito do rock n’ roll era aquilo. Todas as bandas tinham um sentimento de “somos nós contra o resto do mundo e estamos criando uma coisa nova”. A gente ligava os amplificadores e nem sabia quais músicas iria tocar. Eu ainda tento manter isso comigo e às vezes boto em prática.

Uns anos atrás, estava em Chicago, e o Jane’s Addiction ia tocar no Lollapalooza para 60 mil pessoas. “Quais os acordes?” Subi e toquei. Na noite seguinte, Jimmy Buffett ia tocar… Me pediu para tocar. Fui lá e toquei. Nunca se sabe. Se convidar, eu vou. Em Barcelona, neste ano, Alice Cooper estava tocando… Ele me chamou para tocar “Schools Out”. Claro que eu fui. É divertido pra mim e pros fãs.

G1 – No seu livro, você diz não se lembrar muito do que aconteceu na banda logo antes de sair dela. Gostaria de se lembrar mais?

Joe Perry – Tudo era tão intenso. Só lembro disso. Era o auge da nossa carreira, tocávamos para 60 mil quase toda noite. Mas internamente a banda estava cansada demais, foi se desgastando. Era tanta coisa rolando além da música. Precisávamos urgentemente de um tempo longe dos outros, sabe? Tudo o que era tóxico e estava acumulado foi liberado. Eram forças fora do meu controle. Eu tinha que sair. Os outros caras ficaram tão felizes em me ver sair como eu fiquei em dar um tempo…

G1 – Quantas guitarras você tem? E qual é a sua preferida, seria aquela da história com Slash? [Perry vendeu para pagar dívidas, anos depois Slash comprou, daí Perry quis recomprar, Slash disse não. Anos depois, Slash deu a Perry de presente de aniversário]

Joe Perry – Tenho algumas, muitas. Elas vêm e vão. Vendo umas, para ter espaço para outras. Mas com certeza esta guitarra me faz lembrar de muitas coisas. Pense que eu toquei com aquela guitarra durante os anos mais importantes do Aerosmith nos anos 70, e daí o Slash comprou e tocou em grandes canções do Guns N’ Roses. Essa guitarra tem muita história, muita energia. Às vezes, toco em turnês com ela, mas não muito. Ela é importante demais para me arriscar. E uma guitarra tão velha fica cada vez mais com marcas, com arranhões… Ela tem 60 anos, né? É mais para ocasiões especiais e estúdio.

Eu devo tocar mais quando estou de folga do que quando estou em turnê. Eu passo muito tempo tentando fazer coisas diferentes com a guitarra, é o único jeito de tocar melhor. Eu tento relaxar… É difícil ficar sem fazer nada. A minha vida toda é botando coisas em malas e tirando coisas de malas. E daí eu também estou trabalhando no meu disco solo novo, que sai em outubro. Tem ainda o Hollywood Vampires, vamos fazer outro disco e sair em turnê no próximo verão. Então, quando estou em uma pausa gosta de ficar na praia, na Flórida. Assim que a gente desligar o telefone, eu vou direto para o mar, botar o pé na areia…

G1 – Entendi… Então, vou fazer uma última pergunta… [ele ri] Li que você é muito, muito fã de cerveja sem álcool. Aqui no Brasil, no geral o povo odeia. Por que você gosta?

Joe Perry – Há muitas horas no dia em que eu tenho que estar “limpo”. E eu meio que não sei mais como é o gosto do álcool. Eu gosto de cerveja sem álcool, porque o gosto é bom. Eu não gosto de Coca-cola, Pepsi, refrigerantes, suco, coisas com açúcar… É uma das poucas bebidas que eu gosto. Combina demais com pizza. [Risos]


Foo Fighters e Queens of the Stone Age anunciam shows no Brasil em 2018

21 de setembro de 2017

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Foo Fighters e Queens of the Stone Age virão juntos ao Brasil em 2018. As bandas anunciaram quatro shows no país: Rio de Janeiro (25/02), São Paulo (27/02), Curitiba (2/3) e Porto Alegre (4/3). Ao postar no Facebook o anúncio, o Foo Fighters comentou: “Nós mal podemos esperar”. Após as apresentações no Brasil, as bandas seguem para um show na Argentina.

A data para a abertura da venda de ingressos ainda não foi anunciada, mas um cadastro foi aberto na página Eventim para que os fãs credenciados tenham a chance de comprar os 3 mil primeiros ingressos.

Em agosto, o Queens of the Stone Age lançou o “Villains”, o sétimo disco da banda.

Já o Foo Fighters lançou há poucos dias o “Concrete and gold”, álbum produzido por Greg Kurstin, conhecido por coescrever o super hit “Hello”, da cantora Adele.


G1IsOverParty: reclamação de fãs de Shawn Mendes e 5 Seconds of Summer fica em 1º nos trending topics do Twitter

19 de setembro de 2017

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Fãs de Shawn Mendes e do 5 Seconds of Summer inundaram o Twitter com reclamações sobre as resenhas do G1 sobre os shows que o cantor teen e a banda fizeram no Rock in Rio.

A hashtag escolhida por eles, #G1IsOverParty (algo como A Festa do Fim do G1), ficou entre as mais usadas no Twitter de todo o mundo neste domingo (17). Chegou a ser o assunto mais comentado entre os brasileiros na rede social e ficou entre os temas mais debatidos em todo o mundo.

Penúltima banda a subir no Palco Mundo na noite de sexta-feira (15), o quarteto australiano 5 Seconds of Summer não conseguiu segurar o público até o Maroon 5 fechar a noite.

O texto publicado logo após a apresentação da banda contava que, apesar dos fãs gritando perto da grade, a maior parte do público não se empolgou com o pop punk pouco original deles. A reportagem viu gente sentada no gramado e até grupinhos de pessoas dormindo durante o show.

Shawn Mendes, de 19 anos, o caçula desta edição do Rock in Rio, se apresentou no sábado (16). O texto do G1 sobre a apresentação contou que ele até contou com ajuda de um fã clube fiel, o que credenciaria o cantor teen para a posição de atração do Palco Mundo do Rock in Rio.

Mas, segundo a crítica, a voz rouca de Shawn Mendes não é muito potente e, mesmo com ajuda de efeitos, às vezes some no meio dos gritinhos das fãs. A resenha afirmou, no entanto, que o show dançante merece crédito por não ter as falcatruas eletrônicas da maioria dos concorrentes e recorrer a uma banda competente.

Só que os fãs dos artistas não gostaram do relato. E reclamaram na rede social:

“Cadê o respeito pelos incríveis artistas?”, perguntou outro.

Teve gente que tentou amenizar: “G1 só falou que o cara não tem uma voz boa e precisa amadurecer, só uma crítica, grande coisa”.

Outras preferiram olhar por outro lado. “Pelo menos algumas dessas pessoas no show realizaram um sonho de ficar perto do seu ídolo. O resto é só resto”, afirmou um.


Lady Gaga adia turnê europeia por causa das fortes dores devido a fibromialgia

19 de setembro de 2017

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Após cancelar sua participação do Rock in Rio 2017, Lady Gaga anunciou que vai adiar para 2018 o trecho europeu da turnê Joanne. Na última semana, a cantora anunciou que estava internada e que não se apresentaria no festival de música, por conta das fortes dores causadas pela fibromialgia, uma síndrome clínica que se manifesta com dor no corpo todo, principalmente na musculatura.

As dores persistem e os médicos recomendaram repouso, conforme a cantora escreveu em um post no Instagram na madrugada desta segunda-feira (18). “[As dores] estão também me afastando da coisa que mais amo neste mundo: me apresentar para meus fãs. Espero poder voltar para a turnê em breve, mas preciso estar com meus médicos por enquanto para que eu possa estar forte e me apresentar para todos vocês pelos próximos 60 anos ou mais’”.

Um comunicado oficial, também publicado na página da cantora, explica que os shows na Europa serão adiados por causa das fortes dores que impactam sua habilidade na performance. “Ela está devastada por ter que esperar para se apresentar a seus fãs europeus”.

“Eu tenho sido sempre honesta sobre minha luta pela saúde física e mental. Tenho procurado por anos conseguir decifrá-la. Isso é complicado e difícil de explicar, e estamos tentando descobrir. Assim que eu me sentir fortalecida e pronta, vou contar minha história mais profundamente, e planejo fazer com força, não somente para aumentar a conscientização, mas para expandir as pesquisas para outros que sofrem com isso, então eu posso ajudar a fazer a diferença”, começou a cantora.

Além da explicação, Gaga fez um desabafo sobre críticas que tem recebido após relatar as dores.

“Eu uso a palavra ‘sofrer’ não por compaixão ou atenção, e tenho ficado desapontada com pessoas que, virtualmente, sugerem que estou sendo dramática, inventando tudo ou me fazendo de vítima para me livrar da minha turnê. Se você me conhece, você deveria saber que isso está longe de ser verdade. Sou uma guerreira”.

“Eu uso a palavra ‘sofrer’ não somente porque o trauma e a dor crônica têm mudado minha vida, mas porque eles estão me afastando de uma vida normal”, escreveu Gaga.

Na imagem postada com o texto, Gaga aparece fazendo uma oração. E, em outra foto, ela incluiu um comunicado oficial sobre o adiamento do trecho europeu da turnê Joanne.

“Gaga está sofrendo com severas dores que impactam em sua habilidade de se apresentar. Ela segue sob cuidados médicos que recomendaram o adiamento da turnê hoje pela manhã. Gaga está devastada por ter que esperar para se apresentar para seus fãs europeus. Ela planeja passar as próximas sete semanas trabalhando ativamente com seus médicos para a cura disso e de traumas passados que afetaram sua vida diária, e que resultam em severas dores físicas.

Ela espera dar para seus fãs a melhor versão do show que ela construiu assim que sua turnê for retomada”, informou o comunicado.

Segundo a agenda de shows no site de Lady Gaga, o retorno da cantora aos palcos deve acontecer em Indianápolis, nos Estados Unidos, no dia 5 de novembro.


Anitta agradece convite de Fergie para Rock in Rio: ‘Dessa vez eu realmente não poderia, mas sabia que Pabllo seria tão incrível quanto’

19 de setembro de 2017

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Anitta usou seu Instagram para agradecer o convite de Fergie para que a cantora subisse ao palco com ela durante o Rock in Rio 2017. Anitta, que estava de férias, não esteve presente, mas Pabllo Vittar cantou com Fergie no Palco Mundo, neste sábado (16). E, pelo post de Anitta, foi ela quem indicou Pabllo.

“Chegando de férias e recebendo de todos os lados o lacre da noite passada. Obrigada, meu amor @fergie, pelo convite. Dessa vez eu realmente não poderia, mas eu sabia que @pabllovittar seria tão incrível quanto. E então vocês me fizeram presente”, afirmou Anitta. Durante a apresentação com Fergie, Pabllo fez uma declaração para Anitta. “Se você estiver vendo, amiga. Te amo”.

“Obrigada pelo carinho. Também amo você @pabllovittar e amo sua causa. Repito que sempre estarei aqui. Tem lugar pra todos nós neste mundo. E eu espero que muitos possam aprender com isto. Obrigada @gb65 e @brunoilogti por sempre me apoiarem e buscarem oportunidades pra mim. E eu prometo dançar a ‘Sanfoninha’ com você e perguntar se eles ‘pensaram que não íamos rebolar nossa bunda’ numa oportunidade muito melhor”, escreveu Anitta.

Anitta ainda fez outros posts no Stories do Instagram citando Fergie e Pabllo. Em um deles, mostrou que mesmo que não tenha acompanhado ao vivo, ficou de olho em tudo o que rolou na apresentação através do celular em postou um print do show. Em outro, brincou com as duas cantoras: “Como diria um amigo meu, sabe qual o meu problema?? Nenhum!!”, disparou aos risos.
Fergie já havia dado pistas de que teria convidado Anitta para o show ao relatar ao G1 que conversou com a cantora recentemente.

A ausência de Anitta no festival foi questionada pelos fãs e, também, por Giovanni Bianco, diretor criativo que já trabalhou ao lado de Madonna e esteve ao lado de Anitta em “Bang” e outros projetos ao lado da cantora brasileira (o @gb65 citado por Anitta no post). Giovanni afirmou que o Rock in Rio “perdeu a oportunidade de mostar para o mundo um dos maiores talentos da música pop nacional”.


Rock in Rio 2017: The Who é o único artista que tem bebida alcoólica na lista de exigências

14 de setembro de 2017

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O hit é o chá. Mas sucos orgânicos também estão em alta, assim como frutas, pratos vegetarianos e/ou veganos e liquidificadores. Álcool? Só para o The Who, que especifica: “vodka de batata”.

Na lista de exigências de camarim divulgada pela produção do Rock in Rio, a banda britânica é a única que quer bebida e toalhas (no caso, 100 brancas de rosto e 20 pretas de rosto).

Quem chega mais perto é outro gupo das antigas, o Def Leppard, mas os caras pediram cerveja de gengibre sem álcool, além de jornal e produtos que não seja geneticamente modificados (veja a lista abaixo).

Os shows do festival vão acontecer nos dias 15, 16, 17, 21, 22, 23 e 24 de setembro. Neste ano, a Cidade do Rock é no Parque Olímpico, na Zona Oeste do Rio.

Neste ano, as atrações principais de cada noite do Palco Mundo serão Lady Gaga (15), Maroon 5 (16), Justin Timberlake (17), Aerosmith (21), Bon Jovi (22), The Who e Guns N’ Roses (co-headliners, 23) e Red Hot Chili Peppers (24). O G1 vai transmitir todos os shows do Palco Mundo ao vivo.

Em alta no Lollapalooza, o Kombucha parece ter perdido um pouco do prestígio entre astros da música. Ele aparece na lista de exigências de apenas três bandas do Rock in Rio: Thirty Seconds to Mars, Fall Out Boy e 5 Seconds of Summer. Trata-se de uma bebida fitness obtida tradicionalmente a partir da fermentação do chá. Há registros de que era tomada há mais de dois mil anos na China. Na mesma linha, o Incubs quer shakes de proteínas.

E, sim, o Thirty Seconds to Mars, do Jared Leto, quer a paixão de ser cantor: açaí (ou “assái”, na pronúncia dele).


Sem saber se Lady Gaga chegou ao Rio, fãs marcam presença em frente a hotel da Zona Sul

14 de setembro de 2017

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Alguns fãs da cantora pop Lady Gaga já se concentravam na tarde desta quarta-feira (13) em frente ao hotel Fasano, em Ipanema, Zona Sul do Rio, onde a estrela pop se hospedou em 2012.

Apesar de marcarem presença, nenhum deles tinha a certeza de que a cantora já tinha chegado à Cidade Maravilhosa. Algumas pessoas vieram de outros estados, como São Paulo e Ceará, para presenciar a segunda passagem de Gaga no Brasil.

Sabrina Braz e Julia Lippi vieram de Sorocaba, em São Paulo, e chegaram nesta quarta-feira (13). Elas fizeram a primeira parada da viagem em frente ao hotel, onde estaria a cantora. Segundo elas, vai ser muito emocionante o festival.

“É a primeira vez que venho ao Rock in Rio. É muita emoção. Essa mulher é incrível. Ela passa tanta força para gente que não tem explicação. Vamos só no dia dela. Diz a lenda que ela chega mais tarde, mas vamos ficar por aqui. Estamos hospedadas perto do Rock in Rio, mas viemos para cá”, disse Sabrina.

“Essa arte é da desenhista que faz parte da House of Gaga, é a Hellen Green. A imagem representa muito ela, eu achei que tinha que fazer essa homenagem na pele”, completou Sabrina, mostrando a tatuagem que fez em homenagem à cantora.

Já o cearense Julio freire, de 23 anos, estava na expectativa de tirar uma selfie com a artista. Ele está hospedado em Ipanema e resolveu passar a tarde em frente ao hotel para tentar encontrar com a cantora.

“Eu vim conhecer um pouco a cidade e estou aqui para o Rock in Rio. Eu queria ver a Lady Gaga, mas não sei se ela chega hoje. Se eu encontrar com ela, vou tentar bater uma foto com ela. Mas se não rolar, já valeu”, disse.


Rock in Rio: confira dicas de looks para arrasar no festival;

13 de setembro de 2017

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O rock in Rio está chegando e com ele também vem a hora de preparar o look ideal para curtir cada dia de festival. São sete dias com centenas de atrações que misturam todos os estilos e essa é a oportunidade perfeita para ousar na produção sem medo.

Para mostrar que não é difícil montar looks criativos com peças coringas, o G1 conversou com a modelo e influenciadora digital Juliana Calderari que abriu seu armário e separou quatro combinações ideiais para o Rock in Rio: duas para um dia mais pop e duas para os dias mais rock.

Entre as principais dicas da modelo para qualquer que seja o dia, está o conforto. Itens básicos como short jeans e jaqueta jeans são indispensáveis.

E é preciso sempre lembrar que você vai passar o dia inteiro no evento. Com isso, o tempo também pode mudar.

“Eu acho sempre importante pensar que a gente vai ficar o dia inteiro. Casaco amarrado na cintura super compõe o look e na hora do frio a gente veste para não passar perrengue”, destacou.

Para compor os looks, Juliana separou alguns acessórios que dão apenas um charme na produção: bincos de argola, choker e pulseira.

“Eu acho os acessórios muito importantes porque eles é que trazem a nossa cara pra roupa. Eu acho que tem que colocar uma coisinha pra dar um charme, mas como é para um festival, pensar sempre que a gente vai estar no meio da muvuca e pode não ser legal se encher de coisas”, lembrou a modelo.

Para finalizar, Juliana acrescenta que maquiagem pesada pode não ser muito legal para o Rock in Rio. O motivo ou até mesmo desafio é ficar o dia todo debaixo de sol ou chuva com a maquiagem impecável. Por isso, ela acredita que vale investir só no básico.

“Acho melhor ir sempre não muito maquiada, porque você fica suada, passa um tempo grande lá e também não tem necessidade de maquiagem pesada. Delineador é sempre legal, bastante iluminador eu amo em qualquer ocasião e rímel”, completou.


Guns N’ Roses e Lady Gaga são as atrações mais esperadas do Rock in Rio, segundo leitores do G1

13 de setembro de 2017

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Quais são os shows das atrações princiapais que são os mais aguardados desta edição do Rock in Rio? Eles disputaram voto a voto a preferência dos leitores do G1, mas ficou assim: Guns N’ Roses em primeiro e Lady Gaga na segunda posição.

A cantora fecha o primeiro dia, nesta sexta-feira (15) e o Guns é headliner do penúltimo dia, 23 de setembro. Neste ano, a Cidade do Rock é no Parque Olímpico, na Zona Oeste do Rio.

As outras atrações principais de cada noite do Palco Mundo serão Maroon 5 (16), Justin Timberlake (17), Aerosmith (21), Bon Jovi (22), The Who (co-headliners, 23) e Red Hot Chili Peppers (24).

Os headliners mais imperdíveis do Rock in Rio:
1 – Guns N’ Roses 42,94%
2 – Lady Gaga 38,04%
3 – Red Hot Chili Peppers 5,36%
4 – Aerosmith 5,08%
5 – Bon Jovi 2,83%
6 – Maroon 5 2,13%
7 – Justin Timberlake 2,05%
8 – The Who 1,57%