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Robbie Williams canta na abertura da Copa do Mundo nesta quinta, entre polêmica com russos e ‘sonho de infância’

13 de junho de 2018

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“É um sonho de infância”, disse Robbie Williams logo após ser convidado para fazer o show de abertura da Copa do Mundo.

Nesta quinta-feira (14), o cantor britânico de 44 anos – fã declarado de futebol e considerado bom de bola – enfim vai realizar o desejo. Ele promete uma apresentação “única” e “inesquecível”.

Também pode ser uma chance de se “redimir” dois anos após a polêmica provocada pelo single “Party like a Russian”, acusado de denegrir a imagem dos russos.

O artista vai cantar no Estádio Lujniki, em Moscou, meia hora antes do jogo inicial do torneio, Rússia x Arábia Saudita, que deve começar às 11h30 (horário de Brasília). A apresentação prevê um dueto com a soprano russa Aida Garifullina. O jogador brasileiro Ronaldo também deve estar presente.

Em comentário divulgado em seu site oficial, Robbie Williams declarou: “Eu estou muito feliz e animado por voltar à Russia para uma performance tão única. Fiz muito na minha carreira, e a abertura da Copa do Mundo para um público de 80 mil pessoas no estádio e outros milhões no mundo todo é um sonho de infância”.
Ele completou: “Gostaríamos de convidar fãs de futebol e de música para uma festa conosco no estádio na Rússia ou para ligar suas TVs um pouco mais cedo para um show inesquecível”.

Começou na boyband Take That

Robert Peter “Robbie” Williams nasceu em 13 de fevereiro de 1974, em Stoke-on-Trent, cidade do condado de Staffordshire, no oeste da Inglaterra. É filho de um ator de comédia e de uma propeitária de pubs.

Começou a carreira na boyband Take That, da qual participou em dois períodos (1990-1995 e 2009-2012). Ele não era considerado o “líder” do grupo, no qual fazia a função de bad boy.

Depois que deixou o quinteto, em 1995, tornou-se um dos maiores e mais carismáticos astros da música pop britânica das últimas décadas. Em meio a crises de depressão e problemas com as drogas e o álcool, vendeu dezenas de milhões de discos.

Seu primeiro passo solo foi com o um cover de “Freedom”, hit de George Michael, lançado em 1996. A versão não apareceu em nenhum dos 11 álbuns de estúdio de Williams, apenas na coletânea “In and out of consciousness: Greatest hits 1990–2010″.

O primeiro disco, “Life thru a lens” (1997), demorou um pouco para engrenar com seus singles inciais (“Old before I die”, “Lazy days” e “South of the border”). Mas ele finalmente chegou ao número um no Reino Unido, graças o singles “Angels”. Outro destaque do trabalho é “Let me entertain you”.

O segundo álbum, “I’ve been expectig your” (1998), também foi bem, graças a singles como “Millennium”, “Strong” e “She’s the one”.

Outro hit de Robbie Williams foi “Rock DJ”, do álbum “Sing when you’re winning” (2000), o mesmo de “Kids” e “Supreme”.

Da produção mais recente, um dos maiores sucessos é “Candy”, que está no nono trabalho de estúdio, “Take the crown” (2012).

A faixa foi composta em parceria com Gary Barlow, que foi parceiro de Williams no Take That.

Single polêmico: ‘Party like a Russian’

O show na abertura da Copa do Mundo vai acontecer dois anos após a controvérsia de “Party like a Russian”. A letra provocativa deixou russos descontentes.

A faixa do single, que faz parte do último álbum do artista, “The heavy entertainment show” (2016), começa assim:

“É preciso um certo tipo de homem com uma certa reputação / Para aliviar o dinheiro / de uma nação inteira / Pegar os meus trocados e construir minha própria estação espacial / (Só porque você pode, cara) / Não há reprovação ou disputa – eu sou um Rasputin moderno”
No original, o último verso citado é este: “Ain’t no refutin’ or disputin’ – I’m a modern Rasputin”.

Na época do lançamento, em setembro de 2016, comentários em redes sociais apontaram uma referência quase direta ao presidente russo, Vladmitir Putin.

O próprio Robbie Williams, no entanto, negou a associação, dizendo no Twitter que “esta música definitivamente não é sobre o Sr Putin”

No seu site, o cantor explicou o conceito da letra:

“É sobre hedonismo e o espírito de fazer festas. A pessoa cantando é um pouco eu, e um pouco um personagem… Parte da identidade britânica tem a ver com o fato de que todos nós acreditamos que somos os melhores fazendo festa, [mas] a maioria das nações acham que são elas… mas não tem nenhuma festa como uma festa russa (desculpa S Club 7)”.
S Club 7 é o nome de um grupo pop criado em 1998 pelo empresário e jurado de reality show musical Simon Fuller. A letra do single “S Club Party” tinha o trecho: “S Club (não tem nenhuma festa como uma festa do S Club)”.

Fã de futebol e bom de bola

Robbie Williams gosta de futebol – fundou um time, o LA Vale FC, em Los Angeles, cidade onde mora atualmente – e é bom de bola. Neste domingo (10), ele foi um dos destaques de um time que representou a Inglaterra num jogo beneficente chamado Soccer Aid, promovido em Manchester.
Além dele, estiveram em campo o ex-velocista e medalhista olímpico Usain Bolt e Mo Farah, o jogador egípcio que atua no inglês Liverpool e é um dos destaques do futebol mundial.

Mas a ligação do cantor com o esporte vem de longe.

Robbie Williams torce desde criança para o Port Vale Football Club, time de sua cidade-natal, Stoke-on-Trent, que disputa a quarta divisão da liga inglesa. Em fevereiro de 2006, quando o clube estava endividado, ele chegou a se tornar acionista do clube, informou na época a BBC. O investimento teria sido de 240 mil libras (cerca de R$ 1,192 milhão).
Ao fazer a contribuição, o artista declarou: “Embora eu não consiga estar em Vale com frequência, meu investimento é apenas para dizer que meu coração ainda está lá e sou um grande apoiador. Estou muito animado como que podemos fazer com o clube no futuro”.

Já em dezembro de 2017, o site do jornal diário “The Sentinel”, que circula na região de Stoke-on-Trent, reproduziu trechos de uma entrevista de Robbie Williams ao True Geordie Podcast na qual o cantor afirmou que, se fosse para comprar um time de futebol, seria justamente o Port Vale F. C.

Perguntado se teria interesse de comprar o Newcastle United, que tinha sido colocado à venda em outubro do ano passado, Williams respondeu: “Se algo do tipo acontecer, tem meio que ir na direção do Port Vale… Sabe, comprando o Port Vale. Mas eu não fico neste país com muita frequência”.


Halsey e Lauren Jauregui fazem shows no Rio e SP e ainda há ingressos

6 de junho de 2018

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Drogas, pouca roupa, sexualidade fluida e muita gritaria. Não confunda com bandas de rock. Tudo isso está no histórico de viagens de duas jovens cantoras pop que voltam ao Brasil.

Os shows de Halsey com abertura de Lauren Jauregui acontecem nesta quarta-feira (6), em São Paulo, e na quinta (7) no Rio.

Halsey volta ao país após show marcante no Lollapalooza 2016. Já Lauren vai fazer na América Latina sua primeira série de shows da carreira solo após o grupo Fifth Harmony entrar em hiato.

Na última vez que o Fifth Harmony passou pelo Brasil, aliás, Lauren perdeu a viagem. Ela foi detida no aeroporto nos EUA por porte de maconha e as colegas cantaram sem ela aqui em dezembro de 2016.

Sozinha dessa vez, Lauren não deve tentar embarcar com nada ilegal na mala, esperam os fãs.

Saiba mais sobre as apresentações nas perguntas e respostas abaixo:

Ainda tem ingresso?

Sim, para a maioria dos setores. Até a noite desta terça-feira (5), havia poucos tipos de ingressos esgotados:

No Rio, acabaram os ingressos de Frisa e as meias-entradas de Camarote, Balcão e Pista Premium.

Em SP, estava esgotada apenas a meia-entrada no Mezanino.

Quais vão ser os setlists?

No caso de Halsey é mais fácil prever, já que ela está desde o ano passado na turnê do segundo disco, “Hopeless Fountain Kingdom”. O repertório dos shows mais recentes, que deve ser parecido no Brasil, foi esse aqui:

Eyes Closed
Hold Me Down
Castle
Heaven in Hiding
Strangers
Roman Holiday
Walls Could Talk
Alone
Bad at Love
Closer
Sorry
Don’t play
Him & I
Now or Never
100 Letters
Is There Somewhere
Colors
Gasoline
Young God
Hurricane

Já no caso de Lauren, é mais difícil saber. É que ela ainda não tem uma turnê solo estruturada. A série de shows de abertura para Halsey na América Latina, que começa no Brasil, é o primeiro grande projeto ao vivo de sua carreira solo.

Ela diz que vai cantar “de tudo”, então pode haver algo do Fifth Harmony, mas é mais provável que ela foque nos singles dela e nas colaborações recentes. Talvez até rolem faixas inéditas, já que ela está preparando seu primeiro disco.

Vão cantar juntas?

É muito provável, pois que elas lançaram juntas no ano passado o single “Strangers”. A faixa marcou uma conexão entre as duas. Ambas são bissexuais, e a faixa, segundo Halsey, é uma “canção de amor para a comunidade LGBT”. Ela disse ao apresentador de rádio Zach Sang:

“Eu amo que Lauren e eu somos duas mulheres que têm uma presença pop no mainstream e estamos fazendo uma canção de amor para a comunidade LGBT. É uma coisa que nunca se ouviu, muito rara de uma perspectiva feminina.”

Como foram as vezes anteriores?

Halsey estreou por aqui no Lollapalooza SP de 2016. Ela fez um show potente com pouca roupa e muito grito dos fãs brasileiros.

Ela tocou praticamente todo o disco “Badlands” (2015), na época seu único LP. Algumas vezes ela esbarrou em um R&B genérico, mas também conseguiu fugir de baladas românticas demais ou refrãos repetidos à exaustão. Foi a surpresa do festival daquele ano.

Já Lauren nunca fez show solo aqui, mas já cantou com o Fifth Harmony. Cinco meses antes de perder a viagem em dezembro de 2016, Lauren conseguiu embarcar. Em São Paulo, os fãs compensaram no gogó um show com palco pobre e falhas que as obrigaram a fazer “revezamento de microfone”.

Me dá um resumo?

Pois não. Veja o serviço dos dois shows:

São Paulo

Data: Quarta-feira (6)
Local: Espaço das Américas – R. Tagipuru, 795 – Barra Funda
Horário: Show de abertura – 20h30
Preços: De R$ 290 a R$ 520 a inteira
Vendas: Eventim.com.br/halsey
Rio de Janeiro

Data: Quinta-feira (7)
Local: Vivo Rio – Av. Infante Dom Henrique, 85
Horário: Show de abertura – 20h30
Preços: De R$ 260 a R$ 420 a inteira
Vendas: Eventim.com.br/halsey


Shakira adia show em Israel e movimento de boicote comemora

30 de maio de 2018

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Shakira confirmou que adiará o show que faria em Israel e o movimento Boicote, Desinvestimento e Sanções (BDS), que tinha solicitado o cancelamento, comemorou o anúncio.

“A data da chegada de Shakira a Israel foi adiada”, afirmou em uma breve mensagem a produtora musical Arbel, encarregada de organizar o show previsto para 9 de julho. “As partes estão conversando para combinar uma nova data para o espetáculo”, acrescentou.

A Campanha Palestina para o Boicote Acadêmico e Cultural de Israel (PACBI, por sua sigla em inglês, que faz parte do movimento BDS) agradeceu o gesto e garantiu que “centenas de câmaras municipais e organizações culturais palestinas, assim como milhares de admiradores e ativistas do boicote, pediram a Shakira que cancelasse”.

Esta organização, que pede boicote e a interrupção de relações culturais, comerciais e esportivas com Israel até que se retire dos territórios palestinos, afirmou hoje que os artistas, “especialmente os embaixadores da Boa Vontade da ONU”, como Shakira, “têm um dever moral de não ser cúmplices na hora de ocultar as violações de direitos humanos”.

Maioria cancelou ida, mas Enrique Iglesias
Na semana passada, o cantor Gilberto Gil cancelou o show seria em 4 de julho em Tel Aviv após considerar que o país atravessa “um momento delicado”.

Além do artista baiano, outras personalidades do mundo da cultura manifestaram recentemente rejeição a Israel pela ocupação dos territórios palestinos, algum deles por ação direta do BDS, como o dramaturgo português Tiago Rodrigues, que cancelou sua participação no Festival Israel em Jerusalém, ao qual tinha confirmado presença.

Enrique Iglesias, no entanto, tocou no domingo em Tel Aviv apesar das chamadas ao boicote. Ele disse que “segue política como qualquer outra pessoa, mas não significa que não possa cantar em um país pela sua política”.

A atriz americana Natalie Portman recusou recolher no mês que vem o prestigiado prêmio Gêneses porque acredita que não poderia visitar o país “com a consciência tranquila”. Paul McCartney, agraciado com o prêmio Wolf de Música, também disse recentemente que não irá recebê-lo em 31 de maio, por problemas de agenda.


Ozzy Osbourne prova que está longe de se aposentar em show de última turnê mundial em SP

15 de maio de 2018

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Aos 69 anos, existe muito pouco que Ozzy Osbourne ainda precise fazer ou provar. Dono de um festival e um dos criadores do heavy metal, o cantor britânico deu início neste domingo (13), em São Paulo, à sua passagem com quatro shows pelo Brasil. A apresentação foi curta, intensa e com poucas surpresas, mas prova que não lhe falta vontade.

O britânico deu seus pulinhos, puxou palmas e bateu cabelo a noite inteira. A voz falhou em certos momentos, mas nada que seja imperdoável para os fãs que compareceram ao Allianz Parque. Ele ainda passa por Curitiba na quarta-feira (16), Belo Horizonte na sexta-feira (18) e Rio no outro domingo (20).

O show começou às 21h30, com uma série de imagens da carreira de Ozzy, um anúncio de que se trata de sua última turnê mundial, intitulada “No more tours 2”. Ele já afirmou que está cansado da vida na estrada. Mas, ao G1, deixou claro que não tem planos de se aposentar – e até pode fazer uma apresentação ou outra por estas bandas no futuro.

Agora, se for sua despedida dos palcos brasileiros, os pouco mais de 90 minutos parecem insuficientes para mostrar um trabalho de quase cinco décadas. Ao longo do show, Ozzy lembra grande parte dos sucessos de sua carreira solo e dá espaço até para clássicos da época de Black Sabbath: “Fairies wear boots”, “War pigs” e “Paranoid”.

O mais desavisado – pouco provável naquele público, mas tudo bem – que só visse a imagem de Ozzy entre as canções poderia se surpreender ao saber que aquele velhinho simpático, barrigudo e de costas arqueadas se trata do “Príncipe das Trevas”. Mas basta o primeiro verso para que ele mostre que merece o título.

A voz não é mais a mesma. E tudo bem
Sua voz não é mais a mesma, mas ele compensa com a malandragem de quem tem anos de experiência. Alguns dos refrões mais altos, como os de “No more tears”, são deixados para o público mostrar a que veio. Outros são cantados de forma mais controlada, longe dos gritos da juventude.

Além de um pouco mais longo que o show de 2015, quando foi atração principal do festival Monsters of Rock, a principal diferença é a presença do guitarrista Zakk Wylde. Recebido com aplausos intensos pelo público durante a tradicional apresentação da banda, o americano de 51 anos merece o prestígio.

Além de dar fôlego para o cantor com seus longos solos (foram quase 10 minutos ininterruptos entre “War pigs” e uma mistura de canções como “Perry Mason” e “Miracle Man” lá pela metade da apresentação, com direito a guitarra atrás da cabeça e depois tocada com os dentes), Wylde tem uma presença de palco invejável. Tanto que recebe o carinho de Ozzy em diversos momentos, com beijos na testa e abraços.

O vocalista sofre com o passar do tempo, e mostra sinais de cansaço lá pela décima das 14 músicas. Mas, quando parece que sua voz não aguenta mais, como em uma falha durante “Crazy train”, ele sai rapidamente do palco para o bis e puxa até um “olê olê olê Ozzy” do público.

Na volta, entrega uma performance extraordinária de “Mama, I’m coming home”, de longe o melhor momento da noite. Ele até se lembra de um dos amigos perdidos recentemente, o vocalista do Motorhead, Lemmy Kilmister (1945-2015), com quem escreveu a balada. Como se sua apresentação não fosse emoção suficiente.

Faltam surpresas no show, com setlist idêntico aos já realizados nesta fase latino-americana da turnê, no Chile e na Argentina, mas isso pouco interessa aos fãs. Nesta noite, eles podem ter visto a última apresentação de Ozzy em terras brasileiras, mas longe de parecer um adeus.

Ozzy Osbourne no Brasil
Curitiba

Data: Quarta-feira (16)
Abertura dos portões: 16h
Apresentação: 21h
Local: Pedreira Paulo Leminski – Av. João Gava, S/N – – Abranches – Curitiba – PR
Preço: Entre R$ 128 (promoção) e R$ 650
Belo Horizonte

Data: Sexta-feira (18)
Abertura dos portões: 16h
Apresentação: 21h
Local: Esplanada do Mineirão – Av. Antônio Abrahão Caram, 1001 – Pampulha, Belo Horizonte/MG
Preço: R$ 120 (promoção) e R$ 600
Rio de Janeiro

Data: Domingo (20)
Abertura dos portões: 16h
Apresentação: 20h30
Local: Jeunesse Arena – Avenida Abelardo Bueno, 3401 – Barra da Tijuca – RJ
Preço: Entre R$ 140 (meia) e R$ 680


Ozzy Osbourne diz que pode voltar ao Brasil após turnê de despedida, mas fala do cansaço: ‘Me sinto como um rato em uma roda’

10 de maio de 2018

Ozzy Osbourne está cansado. Completando quase 50 anos na estrada, tanto com os companheiros de Black Sabbath quanto em carreira solo, o cantor britânico vem ao Brasil para quatro shows daquela que promete ser sua última turnê mundial. Mesmo assim, em entrevista ao G1, ele afirma que essa pode não ser sua despedida do país.

“Talvez seja, mas eu ainda estarei fazendo shows. Então pode ser que eu volte em algum momento”, diz Ozzy, pelo telefone.

“Eu vou à América do Sul agora, depois vou à Austrália, à Europa, volto aos Estados Unidos. Me sinto como se fosse um rato em uma roda.”
O primeiro dos shows do cantor de 69 anos acontece neste domingo (13), no Allianz Parque, estádio do Palmeiras. Ele ainda passa por Curitiba na quarta-feira (16), Belo Horizonte no dia 18 e Rio de Janeiro no dia 20.

Vovô Príncipe das Trevas
Essa não é a primeira vez que Ozzy anuncia que não fará mais turnês. A atual, aliás, se chama “No more tours 2”, uma continuação indireta da infame de 1992, quando o cantor foi diagnosticado, erroneamente, com esclerose múltipla.

Ele não queria parar na época, e não necessariamente quer parar agora, mas os anos na estrada o privaram de muitas coisas. “Perdi meus filhos crescendo enquanto viajava. Só quero ficar mais em casa agora”.

O que motiva o chamado “Príncipe das Trevas” a finalmente querer sossegar? Provavelmente o nascimento de sua terceira neta, Minnie, em fevereiro. “Acabei de me tornar vô pela terceira vez. Eu amo muito minhas netas. Sou um cara louco, mas quero passar mais tempo com elas”, explica.

“Quando saio em turnê, fico muito tempo fora de casa. Eu tenho netas agora, tenho uma família que eu nunca vejo. Quero passar mais tempo com a minha família.”

Despedidas
Ozzy também passou por outro adeus há pouco tempo. Em 2017, o Black Sabbath realizou o último show da turnê “The end”, em que três de seus quatro integrantes originais se despediram dos palcos como grupo.

Pioneiro do heavy metal, Ozzy, ao lado do guitarrista Tony Iommi e do baixista Geezer Butler, disse adeus em sua cidade-natal de Birmingham, na Inglaterra.

“Não foi tão emocional, mas rolou um pouco de emoção, porque tudo começou em Birmingham, e agora acabou lá”, conta.

“O único problema foi que Bill Ward não estava lá. Sabe, não foi exatamente o Sabbath sem ele.”
Ward, baterista fundador da banda, se afastou dos demais por divergências em relação ao cachê – ou por problemas de saúde. Depende de quem apresenta sua versão dos fatos.

Sorte e tributo
Ao contrário da última vez em que esteve no Brasil com um show solo, em 2015, Ozzy conta agora com a companhia de Zakk Wylde, um dos guitarristas que mais o acompanharam.

Mesmo assim, ele não se lembra de listá-lo entre os grandes com quem tocou. “Tony Iommi é um grande guitarrista”, afirma, sobre o companheiro considerado um dos principais responsáveis pela criação do heavy metal após um acidente ferir sua mão e obrigá-lo a tocar de forma diferente.

“Mas Randy Rhoads foi ainda melhor. Tenho tido muita sorte em minhas parceiras em minha carreira”, conta. Ele se refere ao músico com quem se apresentou logo após deixar o Black Sabbath, em 1979, e que morreu em 1982, aos 25 anos.

Sua morte bizarra – ele estava em um pequeno avião que tentava voar próximo ao ônibus da turnê, onde Ozzy dormia – marcou o cantor, e gerou o melhor disco ao vivo de sua carreira, “Tribute to Randy Rhoads”.

“Eu nunca, jamais consegui ouvir “Tribute to Randy Rhoads”. Me machuca muito. Me deixa louco. Eu lembro do dia em que ele morreu. Foi realmente uma notícia terrível.”
Além de Wylde, Ozzy contará com o baixista Blasko, com o baterista Tommy Clufetos e com o tecladista Adam Wakeman, dois que tocaram com o Sabbath no país em 2016.

Já do vocalista o público pode esperar o de que ele sempre entregou. “Coração e alma. Dou sempre meu coração e alma. É o meu trabalho, porra. Eu tenho muito respeito pelo público que vem aos meus shows.

Ozzy Osbourne no Brasil
São Paulo

Data: Domingo (13)
Abertura dos portões: 16h00
Apresentação: 21h30
Local: Allianz Parque – Rua Turiassú, 1840 – Perdizes, São Paulo
Preço: Entre R$ 130 (meia) e R$ 680
Curitiba

Data: Quarta-feira (16)
Abertura dos portões: 16h00
Apresentação: 21h00
Local: Pedreira Paulo Leminski – Av. João Gava, S/N – – Abranches – Curitiba – PR
Preço: Entre R$ 128 (promoção) e R$ 650
Belo Horizonte

Data: Sexta-feira, 18 de maio de 2018
Abertura dos portões: 16h00
Apresentação: 21h00
Local: Esplanada do Mineirão – Av. Antônio Abrahão Caram, 1001 – Pampulha, Belo Horizonte/MG
Preço: R$ 120 (promoção) e R$ 600
Rio de Janeiro

Data: Domingo, 20 de maio de 2018
Abertura dos portões: 16h00
Apresentação: 20h30
Local: Jeunesse Arena – Avenida Abelardo Bueno, 3401 – Barra da Tijuca – RJ
Preço: Entre R$ 140 (meia) e R$ 680


Final da Liga dos Campeões terá Dua Lipa antes de Real Madrid x Liverpool

9 de maio de 2018

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A cantora Dua Lipa vai fazer o show de abertura da final da Liga dos Campeões, entre Real Madrid e Liverpool, no dia 26 de maio, em Kiev, na Ucrânia.

Uma das maiores novidades da música pop no ano passado, a cantora inglesa de 22 anos levou seu hit “New Rules” ao topo das paradas. Dua Lipa define suas músicas como “dance music para chorar” e “dark pop”.

“Eu fiquei honrada por ser convidada”, disse Dua. “É uma oportunidade única na vida. Mal posso esperar para estar diante dos torcedores e fazer parte de um evento tão emocionante. Farei um show inesquecível”.


Show da banda Capital Inicial em Rio Preto está com ingressos à venda

24 de abril de 2018

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Estão à venda os ingressos para o show da banda Capital Inicial, que vai se apresentar no Centro Regional de Eventos, em São José do Rio Preto (SP) no dia 19 de maio.

O cantor Dinho Ouro Preto junto aos músicos vão apresentar os sucessos do grupo, como “Depois da Meia Noite”, “À Sua Maneira”, “Quatro Vezes Você” e “Não Olhe Pra Trás”.

A venda dos ingressos está no segundo lote e está sendo feita na internet. O preço da arquibancada é de R$ 50. O valor da área VIP com open bar é R$ 90. Também estão sendo vendidas mesas para oito pessoas em diferentes setores.

Serviço
O show da banda Capital Inicial será a partir das 22h de sábado, dia 19 de maio, no Centro Regional de Eventos de São José do Rio Preto, localizado na avenida José Munia, 5650. Mais informações podem ser obtidas nos telefones Informações: (17) 3022-1894.


Fã aniversariante sobe no palco e toca com Foo Fighters em 2º show em SP

2 de março de 2018

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Foo Fighters voltou a dividir o palco com um fã no show desta quarta-feira (28), em São Paulo, o segundo desta semana na capital. O jovem Lucas tocou bateria com a banda em um cover de “Under Pressure”, do Queen.

O grupo já havia chamado ao palco um casal da plateia na apresentação de terça (27), para um pedido de casamento. O show anterior em São Paulo, em 2015, também apresentou um par de noivos.

Lucas comemorou seu aniversário de 17 anos no show da banda. Ele foi aplaudido pelo público e homenageado com um coro de “Parabéns pra você”, puxado em inglês por Dave Grohl.

Rock de arena
Na terça, a banda apresentou uma cerimônia com rock de arena de gala. Grohl gritou o máximo que pôde e o público gritou junto, satisfeito.

“O rock and roll está morto?”, perguntou o vocalista e guitarrista, irônico, para a multidão. No meio dos gritos, ele enfiou um solo à la Chuck Berry em “The pretender”.

Junto ao Queens of the Stone Age, o Foo Fighters já se apresentou também no Rio de Janeiro, no último domingo (25). As bandas seguem agora para Curitiba (com show nesta sexta, 2) e Porto Alegre (domingo, 4).

FOO FIGHTERS


Lorde cancela show em Israel após mensagens de protesto

26 de dezembro de 2017

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A cantora Lorde cancelou neste domingo (24) um show que tinha marcado em Israel em 5 de junho de 2018. Segundo o jornal “Jerusalem Post”, a neozelandesa recebeu protestos contra a apresentação.

Em nota, Lorde confirmou a decisão. “Recebi um número enorme de mensagens e cartas e tive muitas conversas com pessoas com diversos pontos de vista, e acho que a decisão correta neste momento é cancelar o show”, afirmou.

“Me orgulho de ser uma jovem cidadã bem informada, e eu tinha lido muito e buscado muitas opiniões antes de marcar um show em Tel Aviv, mas não sou tão orgulhosa para admitir que não fiz a escolha certa neste caso.”
Na última quarta-feira (20), ela respondeu a um texto publicado por um site da Nova Zelândia que pedia para que ela boicotasse Israel.

“Uma performance em Israel manda a mensagem errada. Tocar em Tel Aviv pode ser visto como um apoio à políticas do governo israelense, mesmo que você não faça qualquer comentário político da situação”, diziam as autoras, Nadia Abu-Shanab e Justine Sachs.

“Recebido! Tenho falado com muitas pessoas sobre isso e estou considerando todas as opções. Obrigado por me educar e eu estou aprendendo o tempo inteiro também”, escreveu a cantora em sua conta no Twitter.


Lady Gaga anuncia que fará temporada de shows em Las Vegas

20 de dezembro de 2017

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Lady Gaga anunciou nesta terça-feira (19) que fará uma temporada de shows em Las Vegas, nos Estados Unidos.

“Os rumores são verdade. Eu terei minha própria temporada no MGM’s Park Theater”, escreveu a cantora.

“Prepare-se para um show totalmente novo!! Sempre foi um sonho da minha vida ser uma garota de Las Vegas, e eu estou muito feliz! Amo vocès Little Monsters, nós conseguimos. Me encontrem em Las Vegas”.

Em setembro passado, Gaga sofreu com problemas de saúde que a impediram de se apresentar no Rock in Rio. Ela cancelou sua vinda e foi substituída de última hora pelo Maroon 5.

A cantora precisou ser internada em um hospital por conta das severas dores causadas pela fibromialgia, uma síndrome clínica que se manifesta com dor no corpo todo, principalmente na musculatura.