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Começa a pré-venda de ingressos para shows de Paul McCartney no Brasil

5 de maio de 2017

Compra antecipada abre à 00h01 desta sexta-feira (5) e vai até a meia-noite deste sábado (6); ela é exclusiva para clientes com cartão ELO. Beatle vai tocar em Porto Alegre, SP, BH e Salvador.

Começa à 00h01 desta sexta-feira (5) a pré-venda para os quatro shows que Paul McCartney vai fazer no Brasil em outubro. A compra antecipada está disponível exclusivamente para clientes com cartão ELO. Os ingressos podem ser adquiridos pela internet (clique aqui).

As apresentações vão ser nas seguintes cidades:

Porto Alegre – no estádio Beira-Rio, em 13 de outubro
São Paulo – no estádio Allianz Parque, em 15 de outubro
Belo Horizonte – no estádio Mineirão, em 17 de outubro
Salvador – na arena Fonte Nova, em 20 de outubro

Às 10h, clientes com cartão ELO podem comprar ingressos, sem taxas de conveniência, nas bilheterias oficiais e em pontos de venda espalhados pelo Brasil.

A pré-venda para os shows de Paul McCartney no Brasil terminam à meia-noite deste sábado (6).

Já as vendas para o público em geral começam no dia 8 de maio à 00h01 pela internet e às 10h nos pontos de venda espalhados pelo Brasil.

Em sua turnê atual, chamada “One on one” e iniciada em 2016 nos Estados Unidos, Paul McCartney toca desde músicas do início da carreira com The Quarrymen e The Beatles, até sua produção mais recente, em que fez parcerias com nomes como Kanye West e Rihanna.

O disco dos Beatles “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band”, que completa 50 anos em 2017 e é considerado um dos importantes da história da música pop, deve ter destaque nas apresentações.

Endereços das bilheterias:

Porto Alegre – Estádio Beira-Rio
Av. Padre Cacique, 891 – Praia de Belas
De segunda-feira a sábado: das 10h às 18h
Domingo: fechada
São Paulo – Citibank Hall
Av. das Nações Unidas, 17.955 – Santo Amaro
De terça-feira a sábado: das 12h às 20h
Domingo e feriado: das 13h às 20h
Segunda-feira: fechada

*excepcionalmente, no dia 08 de maio a bilheteria funcionará das 10h às 18h

Belo Horizonte – BH Hall
Av. Nossa Senhora do Carmo, 230 – Savassi
De terça-feira a sábado: das 12h às 20h
Domingo e feriado: das 13h às 20h
Segunda-feira: fechada

* excepcionalmente, no dia 08 de maio a bilheteria funcionará das 10h às 18h

Salvador – Arena Fonte Nova
Ladeira da Fonte das Pedras, s/n – Nazaré
Segunda-feira a sábado: das 10h às 18h
Domingo: fechada
Paul McCartney no Brasil em outubro
Porto Alegre
Quando: sexta-feira, 13 de outubro
Onde: Estádio Beira-Rio (Av. Padre Cacique, 891 – Praia de Belas)
Abertura dos portões: 17h30
Horário do show: 21h30
Capacidade: 49,5 mil pessoas

Ingressos (com meia-entrada): R$ 350 (cadeira superior), R$ 400 (pista), R$ 580 (cadeira inferior), R$ 650 (cadeira premium) e R$ 850 (premium ELO)

Classificação etária: menores de 10 anos não serão permitidos. De 10 a 15 anos, permitida a entrada acompanhado de responsável. A partir dos 16 anos é permitida a entrada
desacompanhada.

São Paulo
Quando: domingo, 15 de outubro
Onde: Allianz Parque (Rua Turiassú, 1840 – Perdizes)
Abertura dos portões: 17h30
Horário do show: 21h
Capacidade: 45,5 mil pessoas

Ingressos (com meia-entrada): R$ 350 (cadeira superior), R$ 400 (pista), R$ 580 (cadeira inferior) e R$ 850 (premium ELO)

Classificação etária: menores de 10 anos não serão permitidos. De 10 a 15 anos permitida a entrada acompanhado de responsável. A partir dos 16 anos é permitida a entrada desacompanhada.

Belo Horizonte
Quando: terça-feira, 17 de outubro
Onde: Estádio do Mineirão (Av. Antônio Abrahão Caram, 1001 – Pampulha)
Abertura dos portões: 17h30
Horário do show: 21h30
Capacidade: 51 mil pessoas

Ingressos (com meia-entrada): R$ 350 (cadeira superior vermelho leste; cadeira superior roxo oeste; e cadeira superior amarelo sul), R$ 400 (pista), R$ 580 (cadeira inferior leste, oeste e sul) e R$ 850 (premium ELO)

Classificação etária: menores de 10 anos não serão permitidos. De 10 a 15 anos permitida a entrada acompanhado de responsável. A partir dos 16 anos é permitida a entrada desacompanhada.

Salvador
Quando: sexta-feira, 20 de outubro
Onde: Arena Fonte Nova (Ladeira da Fonte das Pedras, s/n – Nazaré)
Abertura dos portões: 17h30
Horário do show: 21h30
Capacidade: 59 mil pessoas

Ingressos (com meia-entrada): R$ 190 (superior), R$ 280 (oeste intermediário, norte intermediário e leste intermediário), R$ 380 (pista), R$ 440 (oeste inferior, norte inferior e leste inferior), R$ 750 (Premium ELO e Lounge Premium)

Classificação etária: menores de 10 anos não serão permitidos. De 10 a 15 anos permitida a entrada acompanhado de responsável. A partir dos 16 anos é permitida a entrada desacompanhada.


Veja valores e mapa de setores no Beira-Rio para show do Bon Jovi em Porto Alegre

4 de maio de 2017

É a primeira vez que a capital gaúcha recebe a banda americana. Ingressos vão de R$ 190 na cadeira superior a R$ 11.700 no camarote para 18 pessoas.

Bon Jovi e seus companheiros de banda desembarcam em Porto Alegre em setembro para show inédito. Será no dia 19 de setembro, no Estádio Beira-Rio. Os valores e o mapa de setores para o público já foram divulgados.

O ingresso mais barato custa R$ 190, na cadeira superior, e o mais caro, R$ 11.700, mas para 18 pessoas, no camarote. Há desconto para idosos e estudantes. Veja abaixo o serviço completo.

A venda das entradas começou na última segunda (1), somente para membros do fã-clube. Nesta quarta (3), abre a comercialização para clientes Paypal, às 22h. Já as vendas gerais serão abertas no dia 10, também às 22h. Tudo pela internet. O ponto de venda passa a funcionar no dia 11, às 10h.

Quando o show foi anunciado, em 27 de abril, o grupo se manifestou nas redes sociais. “Estamos felizes em anunciar nosso show em Porto Alegre, no dia 19 de setembro, no Estádio Beira Rio!”, dizia o texto publicado na página do Facebook.

Além dos grandes clássicos, como “Livin’ On a Prayer”, “Always”, “It’s My Life”, no repertório estarão faixas do 13º álbum, “This House Is Not For Sale”. A abertura do show ficará por conta da banda The Kills, duo formado por Jamie “Hotel” Hince e Alison “VV” Mosshar.

Com 34 anos de carreira, 19 álbuns lançados e mais de 130 milhões de discos vendidos, Bon Jovi esteve no Brasil pela última vez em 2013. A banda toca em Porto Alegre antes de embarcar para o Rock In Rio e o São Paulo Trip.

A formação atual tem Jon Bon Jovi (vocais), Phil X (guitarra), Hugh McDonald (baixo), Tico Torres (bateria) e David Bryan (teclados).

SERVIÇO

Veja os setores e, abaixo, os valores dos ingressos e onde comprar.

Preços

Pista premium

1º lote: R$ 550
2º lote: R$ 600
3º lote: R$ 650

Pista

1º lote: R$ 300
2º lote: R$ 340
3º lote: R$ 380

Cadeira inferior

1º lote: R$ 380
2º lote: R$ 440

Cadeira VIP

1º lote: R$ 440

Cadeira superior

1º lote: R$ 190
2º lote: R$ 220
3º lote: R$ 250

Camarote Open Drink & Food

(1º lote) – R$ 1.500*
Camarote 18 pessoas – R$ 11.700
Camarote 16 pessoas – R$ 10.400
Camarote 14 pessoas – R$ 9.100
Camarote 12 pessoas – R$ 7.800

*Camarote Open Drink & Food (R$ 500 de ingresso, R$ 1.000 de serviço)
PNE Cadeira Inferior

1º lote: R$ 190
2º lote: R$ 220

Descontos*

- Desconto do Idoso conforme Lei Federal 10741/2003.
- Demais descontos de meia-entrada é o descrito no Decreto Federal 8537/15.
*Descontos não cumulativos a quaisquer outras promoções ou convênios. É necessário apresentar documento que comprove a condição na compra e na entrada do evento.

Censura

14 anos – entra sozinho.
De 06 A 13 anos – com acompanhantes, pais ou responsáveis.

Pontos de Venda

Hits Store – sem taxa de serviço

Shopping Iguatemi – 2º andar (Av João Wallig, 1.800 – Passo da Areia – Porto Alegre / RS).
Segunda a Sábado, das 10 às 22h / Domingo, das 14 às 20h.
Cartão de crédito (3x sem juros), débito e dinheiro.
Cartões: Visa, Master, Amex e Elo.

Pela internet, com taxa: https://www.ingressorapido.com.br/


Músico Bruce Hampton morre no palco, sem ser notado, durante apresentação nos EUA

4 de maio de 2017

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Artista morreu enquanto comemorava seu 70º aniversário em show com amigos. Instrumentistas continuaram tocando por vários minutos.

O Músico e guitarrista americano de rock Bruce Hampton morreu enquanto comemorava no palco seu 70º aniversário com um show entre amigos no Fox Theatre em Atlanta, nos Estados Unidos, sem que sua morte fosse percebida pelos demais, que continuaram tocando, informaram nesta terça-feira (2) veículos de imprensa locais.

Hampton desabou no palco com o microfone na mão enquanto a banda tocava a canção “Turn on your lovelight”, segundo a emissora “Channel 10 News”.

O fundador da banda Hampton Grease Band, formada no final dos anos 1960, permaneceu vários minutos estendido no palco enquanto os músicos que o acompanhavam continuaram tocando, aparentemente pela falsa impressão de que era apenas uma brincadeira.

Finalmente, Hampton foi atendido e levado para fora do palco, mas não foi possível fazer nada para salvar sua vida e ainda não há uma informação oficial sobre as causas de sua morte.

Chamado de “avô da cena Jam”, Hampton criou ao longo de sua longa carreira musical várias bandas, entre elas The Late Bronze Age, The Aquarium Rescue Unit, The Fiji Mariners, The Codetalkers, The Quark Alliance, Pharaoh Gummitt e Madrid Express.


Ingressos do festival São Paulo Trip vão custar de R$ 780 a R$ 150

27 de abril de 2017

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The Who, Bon Jovi, Aerosmith, Guns N’ Roses, The Cult, Def Leppard e Alice Cooper vão se apresentar no festival em setembro.

O festival São Paulo Trip divulgou os preços dos ingressos. The Who, Bon Jovi, Aerosmith, Guns N’ Roses, The Cult, Def Leppard e Alice Cooper vão se apresentar no festival em setembro, no Allianz Parque.

Pista Premium: R$780 e $390 (meia)

Pista: R$ 390 e R$ 195 (meia)

Cadeira Nível 1: R$550 e R$275 (meia)

Cadeira Nível 2: R$300 e R$150 (meia)

Veja o line-up por dia do São Paulo Trip:

21 de setembro (quinta)

The Who + The Cult

23 de setembro (sábado)

Bon Jovi + Convidado especial

24 de setembro (domingo)

Aerosmith + Def Leppard

26 de setembro (terça)

Guns N’ Roses + Alice Cooper

Venda de ingressos

A pré-venda de ingressos para usuários do PayPal (serviço de pagamento on-line) começa nesta quarta-feira (26), a partir das 22h, por meio do site Ingresso Rápido. As vendas para o público geral começam no dia 3 de maio, a partir das 10h, pelo mesmo site.

Tirando o The Cult, todas as bandas do line-up do evento também vão tocar no Rock in Rio 2017.

Para o festival no Rio, já estão esgotados ingressos para o dia que terá Bon Jovi (22 de setembro) e para o dia que terá The Who e Guns N’ Roses (23 de setembro). Ainda há entradas para o dia que terá Aerosmith, Def Leppard e Alice Cooper (21 de setembro).


Ingressos do Rock in Rio estão esgotados

27 de abril de 2017

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Festival deste ano terá ao todo 700 mil pessoas em sete dias de evento. Shows serão em 15, 16, 17, 21, 22, 23 e 24 de setembro.

Todos os ingressos do Rock in Rio estão esgotados, informou a organização do festival nesta quarta-feira (26). As últimas noites a terem todas as entradas compradas foram as de Justin Timberlake (17 de setembro) e Aerosmith (21).

Segundo o festival, o Rock in Rio deste ano terá ao todo 700 mil pessoas em sete dias de evento. A produção não informou quantos ingressos foram vendidos para cada noite.

Os shows do festival vão acontecer nos dias 15, 16, 17, 21, 22, 23 e 24 de setembro. Neste ano, a Cidade do Rock vai ser montada no Parque Olímpico, na Zona Oeste do Rio. As vendas foram apenas on-line e, para cada dia, o valor da entrada era de R$ 455 (inteira) e R$ 227,50 (meia).

Neste ano, as atrações principais de cada noite do Palco Mundo serão Lady Gaga (15), Maroon 5 (16), Justin Timberlake (17), Aerosmith (21), Bon Jovi (22), The Who e Guns N’ Roses (co-headliners, 23) e Red Hot Chili Peppers (24).


São Paulo Trip anuncia datas; festival terá The Who, Bon Jovi, Aerosmith e Guns N’ Roses

26 de abril de 2017

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Alice Cooper, The Cult e Def Leppard também estão no line-up do evento em setembro, no Allianz Parque. Pré-venda começa nesta quarta (26).

festival São Paulo Trip, que acontece em setembro no Allianz Parque, divulgou a divisão do line-up por dia:

21 de setembro (quinta)

The Who + The Cult

23 de setembro (sábado)

Bon Jovi + Convidado especial

24 de setembro (domingo)

Aerosmith + Def Leppard

26 de setembro (terça)

Guns N’ Roses + Alice Cooper

Venda de ingressos

A pré-venda de ingressos para usuários do PayPal (serviço de pagamento on-line) começa nesta quarta-feira (26), a partir das 22h, por meio do site Ingresso Rápido. As vendas para o público geral começam no dia 3 de maio, a partir das 10h, pelo mesmo site.

Tirando o The Cult, todas as bandas do line-up do evento também vão tocar no Rock in Rio 2017. Ainda não há informações sobre preços dos ingresso do São Paulo Trip.

Para o festival no Rio, já estão esgotados ingressos para o dia que terá Bon Jovi (22 de setembro) e para o dia que terá The Who e Guns N’ Roses (23 de setembro). Ainda há entradas para o dia que terá Aerosmith, Def Leppard e Alice Cooper (21 de setembro).


Lady Gaga: Ingressos para o 1º dia do Rock in Rio estão esgotados

20 de abril de 2017

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Shows vão acontecer nos dias 15, 16, 17, 21, 22, 23 e 24 de setembro. Ainda há entradas para as noites de Justin Timberlake (17) e Aerosmith (21).

Os ingressos para o primeiro dia de Rock in Rio, em 15 de setembro, estão esgotados. Lady Gaga é a atração principal da noite. Ainda há ingressos para Justin Timberlake (17) e Aerosmith (21).

Os ingressos para os dias restantes ainda podem ser compradas através do site Ingresso.com. Para cada dia, o valor da entrada é de R$ 455,00 (inteira) e R$ 227,50 (meia).

Os shows do Rock in Rio vão acontecer nos dias 15, 16, 17, 21, 22, 23 e 24 de setembro.

Neste ano, a Cidade do Rock vai ser montada no Parque Olímpico, na Zona Oeste do Rio.

As atrações principais de cada noite do Palco Mundo serão Lady Gaga (15), Maroon 5 (16), Justin Timberlake (17), Aerosmith (21), Bon Jovi (22), The Who e Guns N’ Roses (co-headliners, 23) e Red Hot Chili Peppers (24).


Banda punk Cockney Rejects vem ao Brasil mostrar homenagem a Chapecoense

19 de abril de 2017

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Grupo dos anos 70 fala dos shows neste mês em Curitiba, SP e Olinda. Vocalista diz ao G1 que pop punk não tem nada a dizer: ‘Green Day é banda de plástico’.

O Cockney Rejects, banda criada em 1978, vem ao Brasil neste mês (veja mais abaixo) e com uma música em português no repertório. Conhecida por sua ligação com o futebol, o grupo inglês precursor do street punk (gênero também chamado de “Oi!”) escreveu uma letra sobre a Chapecoense.

A homenagem é uma adaptação de “Goodbye Upton Park”, lançada no ano passado. A letra original é sobre o fechamento do estádio Upton Park, em Londres, casa do West Ham entre 1904 e 2016.

“Não queríamos que o acidente fosse esquecido”, conta o vocalista Jeff Geggus ao G1. Ele lembra que ficou “em choque profundo” com a queda do avião em novembro, ao ser informado por sua namorada brasileira.

O Cockney Rejects já fez shows no Upton Park e gravou covers de “I’m Forever Blowing Bubbles”, canto da torcida do West Ham. Não precisa falar por qual time eles torcem, né?
“Foi uma perda gigantesta o fechamento do estádio do West Ham após 112 anos, mas a perda sofrida pelos torcedores e pela família da Chapecoense foi muito, muito pior. Fizemos essa versão por solidariedade”, explica o guitarrista Mick Geggus, irmão do vocalista.

Morte ao futebol moderno!
Falar de futebol com os irmãos Geggus é falar também da tristeza que alguns têm com o futebol moderno: arenas tomam o lugar de estádios e tudo parece “mais profissional do que deveria”.

“Infelizmente, no futebol Inglês, as autoridades estão proibindo alguns cantos de futebol que eles consideram repugnantes. Estão tirando da torcida a liberdade de expressão”, opina Jeff.

“É a fase do politicamente correto, do approach do futebol como negócio. Era para ser algo das classes trabalhadoras e estão estragando aquela ótima atmosfera de antes”, completa Mick. O Cockney Rejects tinha uma base de fãs formada por hooligans e skinheads, mas a banda já disse ser “contra qualquer tipo de violência”.

Green Day: ‘Banda de plástico’ ou mantem o punk vivo?

Sobre o punk mais comercial, que começou a fazer barulho nos anos 90 e hoje enche estádios e é atração principal de festivais, os irmãos têm opiniões diferentes. “A cena punk está morrendo e muitos punks estão agora na classe média ou alta. As bandas do punk pop no geral, como Green Day, não lutam por nada. São de plástico”, provoca Jeff.

Mick é um pouco menos azedo. “Há jovens punks que mantêm a chama acesa. O pop punk americano de bandas como Green Day e Blink 182 pode ser visto por outros como algo ‘corporativo’, mas tenho que admitir que gosto bastante deles”, entrega.

‘Chapecoense’, do Cockney Rejects

“Em um terrível novembro , que ao mundo chocou

Perdemos um pedaço, o peito apertou

Muitas almas a perder de Colômbia ao Brasil

Impossível preencher, deixando um vazio

Pensando em seu melhor, hoje o peito dói

Onde você possa estar, nossas mãos através do mar

CHAPECOENSE

Pra onde viajar, tem sempre aqui seu lar

CHAPECOENSE

Juntos vamos caminhar, juntos somos um

Com as mãos a ajudar, em prol do bem comum

Levante suas mãos, orgulho do seu povo

As batidas do seu coração, nos faz seguir de novo

Pensando em seu melhor, hoje o peito dói

Onde você possa estar, nossas mãos através do mar

CHAPECOENSE

Pra onde viajar, tem sempre aqui seu lar

CHAPECOENSE

FORÇA CHAPE, FORÇA CHAPE , sempre em frente

Este som é pra você

CHAPECOENSE , CHAPECOENSE

Onde você possa estar, nossas mãos através do mar

CHAPECOENSE

Pra onde viajar, tem sempre aqui seu lar

CHAPECOENSE

Novo futuro vai chegar, você voltará a brilhar

Nós torcemos, nós torcemos,

CHAPECOENSE”

Cockney Rejects no Brasil

São Paulo

Quando: domingo, 30 de abril de 2017, às 19h

Local: Clash Club – Rua Barra Funda, 969

Ingressos: R$ 80 a R$ 160 (venda pela internet)

Curitiba

Quando: sexta, 28 de abril, às 20h

Onde: Jokers Pub – R. São Francisco, 164 – Centro

Ingressos: R$ 80 a R$ 240 (venda pela internet)

Olinda

Quando: sábado, 29 de abril

Onde: Abril Pro Rock – Classic Hall

Avenida Agamenon Magalhães, s/n, Complexo Salgadinho, Olinda

Ingressos: R$ 35 a R$ 70 (venda pela internet)


Público reclama de fila virtual para compra de ingressos do Rock in Rio 2017

7 de abril de 2017

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Fãs relatam em redes sociais lentidão para conseguir comprar entradas para festival, que acontece entre dias 15 e 24 de setembro.

Mal começou a venda de ingressos para o Rock in Rio 2017, festival que acontece entre os dias 15 e 24 de setembro no Rio, e o público já reclama da lentidão da fila no site para a compra. No Twitter, muitas pessoas relatam a demora para conseguir escolher sua entrada e o nervosismo de ficar sem. Eles podem ser comprados através do site Ingresso.com. Para cada dia, o valor da entrada é de R$ 455,00 (inteira) e R$ 227,50 (meia).

No site da venda, a organização afirma que está “organizando tudo” e que avisará assim que chegar à vez de compra do usuário. “Dentro de alguns instantes você será redirecionado à página de compras. Aguarde.”

Os shows do Rock in Rio vão acontecer nos dias 15, 16, 17, 21, 22, 23 e 24 de setembro. Neste ano, a Cidade do Rock vai ser montada no Parque Olímpico, na Zona Oeste do Rio.
As atrações principais de cada noite do Palco Mundo serão Lady Gaga (15), Maroon 5 (16), Justin Timberlake (17), Aerosmith (21), Bon Jovi (22), The Who e Guns N’ Roses (co-headliners, 23) e Red Hot Chili Peppers (24).


Noiva na plateia, coro inédito, multidão ‘íntima’: cantora do The xx lembra show ovacionado no Lolla

5 de abril de 2017

Romy ficou ‘envergonhada e feliz’ ao ouvir coro com seu nome pela 1ª vez. Ela conta como venceu timidez, se conectou com os fãs no Brasil e compartilhou experiência com noiva que veio a SP.

No palco, Romy Madley Croft parece tímida. Ela mesma disse aos fãs que seria assustador tocar “Performance” sozinha. Ficou sem graça quando a multidão puxou um coro de “Romy, Romy”. “Isso nunca aconteceu antes. Foi muito amável e fiquei surpresa”, lembrou a vocalista e guitarrista do The xx ao G1. Ela fala baixo e devagar, mas é simpática e aberta ao comentar:

O show no Lollapalooza SP, no sábado (25), que foi especial. Além da multidão que ovacionou a banda (“não entramos no palco achando que as pessoas vão estar tão animadas”, diz), sua noiva estava lá e presenciou a “experiência única” que incluiu o coro inédito com seu nome.

O disco “I see you”, terceiro do trio inglês, que tem músicas menos soturnas e minimalistas.

Ela conta como a banda quebrou suas próprias regras e resolveu “se divertir” ao gravar.

A recente série de sete shows com ingressos esgotados em Londres, que marcou um ponto alto na carreira deles e teve até o prefeito londrino tietando nos bastidores.

A banda conseguiu ficar no Brasil por uma semana após o show. Em um restaurante ao lado do Hotel Unique, em São Paulo, Romy tomava uma xícara de chá, ao lado de um prato com tomates-cereja, rodelas de cenoura, pimentão e pepino. Nada a ver com uma popstar; tem um jeito nada afetado de gente como a gente. A longa conversa rende mais do que a com o colega produtor Jamie antes do show. Leia abaixo:

Show no Lolla

G1 – Sobre o show no Lolla, eu estava bem perto do palco e vi as caras de vocês, muito felizes.

Romy – Sim, eu estava alegre mesmo, foi um show incrível. Difícil não se divertir, porque as pessoas estavam tão empolgadas com a música. Não é uma coisa que esperamos, não entramos no palco achando que as pessoas vão estar tão animadas. Isso me pegou.

G1 – Quando você foi tocar “Performance” sozinha, disse que era assustador.

Romy – No começo, eu não conseguia nem olhar pra frente nos shows. Com o tempo, estou ficando menos nervosa. Mas essa música foi assustadora, porque era minha responsabilidade. E nós não tínhamos tocado “Performance” no show anterior na Colômbia, que foi nosso primeiro grande festival em quatro anos. Aí o Oliver e o Jamie disseram pra mim: “Você pode tocar essa música hoje, vai lá”.

Na hora fiquei: “Ai meu Deus…”. Mas eu percebi uma coisa: o telão deixa as coisas mais íntimas, porque os fãs podem ver de perto o que eu estou fazendo. Não sou só um ponto distante na multidão. E acho que isso ajuda as pessoas a se conectarem comigo.

G1 – Além dessa música, no show você e o Oliver dividem esse papel à frente da banda.

Nenhum dos dois parece um “rockstar” natural, são mais tímidos. Um ajuda o outro?
Romy – Sim, eu fico muito mais confiança ao lado do Oliver. Geralmente ele é melhor em falar entre as músicas, e a gente vai se apoiando um no outro. Acho que algumas bandas tem essa disputa para estar na frente, mas para nós, é uma divisão.

G1 – Teve uma hora que começou um coro de “Romy, romy”, e você ficou tímida.

Romy – Fiquei sim. Isso nunca aconteceu antes. Foi muito amável e fiquei surpresa.

G1 – Quando estava lá na frente, no fosso dos fotógrafos, eu vi a sua noiva (a artista e designer Hannah Marshall) assistindo o show, parecendo feliz também, e achei fofo.

Romy – Ah, sim, isso foi muito legal. Acho que é especial poder compartilhar essa experiência com pessoas que amamos. O Jamie e o Oliver também levaram amigos e eu a minha noiva. Eu acho que isso torna tudo mais real, quando você tem pessoas na plateia que você conhece e se importa, então eles te contam o show da perspectiva do público. Foi muito especial viver aquela experiência única do show do sábado com ela.

G1 – Além de você e o Oliver, li em outra entrevista que até você estranhou o Jamie no palco: dançando, relaxado, até fazendo “headbanging”.

Romy – Acho que a gente está mais confiante no palco mesmo. Conseguimos relaxar e ficar mais focados na música. Então acho que fica mais legal de se assistir, porque no começo a gente ficava com muito, muito medo, bem parados no palco, sem encarar o público (risos).

G1 – Achei uma playlist no Spotify com as músicas que vocês ouvem nos bastidores dessa turnê. Achei curioso ter Mariah Carey e Cat Power. Foi você que escolheu?

Romy – Foi todo mundo. Eu vejo Mariah Carey e Cat Power em diferentes extremos, mas de um mesmo espectro. Elas são duas de minhas cantoras preferidas, e não são tão diferentes na minha cabeça. Sou muito cabeça aberta em relação a gêneros diferentes de música. Só gosto de vocalistas com alma, e acho que tanto a Mariah quanto a Cat Power têm essa emoção a mais na voz, e isso me atrai.

G1 – Acho que este disco novo mostra que vocês não fazem essa diferença.

Romy – Acho que estamos nos deixando levar pelo fato que amamos música pop, e mostrando isso mais. Porque sempre curtimos pop, e estamos nos divertindo mais expondo isso.

Novo álbum: menos regras

G1 – Acha que este disco é mais apropriado para um festival gigante como o Lollapalooza?
Romy – Sim. A gente tem consciência disso. Temos tocado em lugares cada vez maiores e, em “Coexist” (disco anterior), remixamos muitas músicas para adaptá-las para esses shows grandes. Então sabíamos disso e queríamos nos divertir mais gravando.

Criamos menos regras para nós mesmos, como a de que tudo tem que poder ser tocado ao vivo.
A gente tinha essa regra antes, e não é por acaso que tudo era mais simples, mais minimalista, senão não conseguiríamos reproduzir no show. Neste disco, a gente resolveu fazer o que queria. Depois o Jamie trabalhou nas faixas para a turnê, o que foi difícil.

G1 – Li uma entrevista do Caius Pawson, empresário de vocês, dizendo que fazer “Coexist” foi um processo doloroso e exaustivo. “I see you” doeu menos?

Romy – Sim. Acho que pusemos muita pressão em nós mesmos no “Coexist”.
No primeiro disco, apenas usamos nosso instinto, e aí fez sucesso, e no segundo nós ficamos tentando saber: O que as pessoas gostaram na gente? O que a gente mesmo gostava? Qual era o nosso som? E neste disco deixamos acontecer. Tudo o que a gente fizer vai ter o nosso som, porque é a gente que faz. Então vamos nos divertir.

G1 – Mas nesse processo você ficou preocupada que os fãs achassem que perderam a identidade?

Romy – Claro que nunca queremos perder fãs, mas eu acho que sempre vai ter isso de dizer que as bandas não mudaram nada, ou mudaram demais. Então você tem que parar de se preocupar com o que as pessoas pensam e seguir o seu instinto, fazer o que você sente e esperar pelo melhor. E fiquei muito feliz com a boa reação que tivemos a este disco.
G1 – O processo de composição mudou neste disco?

Romy – Sim. Antes o Oliver começava uma música e me mandava por e-mail, ou eu começava e mandava para ele. Fazíamos assim por timidez, por vergonha de parecer vulnerável. Mas agora a gente sentou junto e falou sobre o que estávamos passando, e passou facilmente de uma conversa de amigos para escrever as músicas. E isso mostrou o nosso amor, a evolução da nossa amizade, como nos abrimos um para o outro.

Mas a forma de finalizar a músicas varia. O Jamie estava longe durante parte da produção do disco, por causa do álbum solo dele. O Oliver e eu tivemos que melhor na produção das nossas demos. Então fiquei mais confortável com a produção. Agora consigo mostrar melhor o que eu pensei para a música para o Jamie. Consigo criar sons como exemplos, em vez de só descrevê-los.

G1 – Neste disco há músicas como “A violent noise” que, para mim, mostram muito bem como a composição e a produção conversam. Falam sobre alguém infeliz em uma festa, e a música parece de uma balada que nunca começa. Mas acho que essa é mais do Oliver, né?

Romy – Sim, é dele. Essa música teve muitas versões diferentes. No começo, era uma grande música dance. Nós desconstruímos, para que ela se encaixasse mais com o Oliver se sentindo mal nesta festa. E ficou com essa impressão de algo que nunca começa de verdade. Fizemos de propósito mesmo.

G1 – E sobre “Performance”, essa música é só sua, certo? Como surgiu?

Romy – Sim, essa é minha. Eu estava refletindo sobre as máscaras que a gente usa para superar as coisas, não só relacionamentos, mas outras coisas difíceis pelas quais a gente tem que passar. Eu queria escrever algo simples o suficiente para ser verdadeiro em várias situações, e quando a ideia de performance veio na minha cabeça achei que era universal.

Consagração em Londres

G1 – Antes de vir ao Lolla, vocês organizaram uma semana inteira de shows esgotados e eventos em Londres, como um “festival” próprio. Como foi tudo isso?

Romy – Brixton (no sul de Londres) é onde crescemos, e quando a gente era mais novo ia direto ao Brixton Academy ver shows. Amamos esse lugar e ele tem um sentimento de nostalgia. Então piramos quando nos ofereceram sete noites lá. Ficamos muito nervosos com a venda, e quando esgotou tudo, quisemos fazer algo especial, mais que shows. Fizemos este festival com convidados que gostamos, como a Florence and The Machine, Savages, Cat Power, e também DJs, palestras e outros eventos. Deu muito trabalho, mas foi ótimo.

G1 – Vi até o prefeito de Londres (Sadiq Khan) tuitando sobre esses shows.

Romy – Sim, ele foi lá! Encontramos com ele, o que foi louco, surreal. Foi um momento bem especial na nossa história. Parece que ele é fã da banda, sim. Ele elogiou bastante e gostou do show, o que foi ótimo.

G1 – E eu vi que você participou, durante essa semana, de um discussão sobre o papel das mulheres nas artes. Como foi essa conversa?

Romy – Foi algo novo para mim. Foi divertido poder falar sobre como é ser uma mulher no mundo da música. Acho que as coisas estão melhores em geral para as mulheres. Mas ainda há muito a melhorar. Por exemplo, em festivais grandes como Coachella e Reading/Leeds.

Alguém refez os cartazes destes festivais incluindo apenas as bandas que têm mulheres na formação. É chocante como são poucas. Queria que fossem mais. E queria dizer para meninas jovens que não deixem isso apenas para os meninos – tocar instrumentos e fazer shows não são só coisas para homens. Espero que surjam muito mais bandas com bateristas, vocalistas e guitarristas mulheres; isso é importante.

G1 – Em outra entrevista, a baixista do Silversun Pickups, que tocou no Lolla, também disse isso. Contei na programação do festival e, de 104 músicos, 10 eram mulheres.

Romy – Sério, 10? Acho que isso é louco. Porque em geral as coisas estão se equilibrando entre homens e mulheres. Mas na música, hoje em dia até há muitas mulheres cantoras pop, mas na música indie, ou coisa assim, deveria haver mais. E outra coisa que conversamos lá: tinha que haver mais mulheres nos bastidores, não só se apresentando. Produtores, engenheiros de som. É algo raro. Na nossa equipe, das pessoas que fazem o show acontecer, só há uma mulher, e isso é uma pena.