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30 Seconds to Mars tocará no dia do Red Hot Chili Peppers no Rock in Rio

5 de abril de 2017

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Banda anunciou show no Twitter, mas apagou publicação em seguida. Grupo já tocou no festival, em 2013.

O Trirty Seconds to Mars, banda liderada pelo também ator Jared Leto, anunciou no Twitter que será uma das atrações do Rock in Rio 2017. O grupo revelou que tocará em 24 de setembro, último dia do festival, que será fechado por Red Hot Chili Peppers.

“Mars está chegando”, diz o tuite publicado pelo grupo nesta terça-feira (4), e apagado em seguida. A organização do festival ainda não confirmou, nem negou a participação da banda.
O Thirty Seconds to Mars tocou no Rock in Rio em 2013. A banda voltou ao Brasil no ano seguinte para shows em São Paulo, Rio e Brasília. O grupo também se apresentou no país em 2007 e 2011.

O festival

Os shows do Rock in Rio vão acontecer nos dias 15, 16, 17, 21, 22, 23 e 24 de setembro. Neste ano, a Cidade do Rock vai ser montada no Parque Olímpico, na Zona Oeste do Rio.
As atrações principais de cada noite do Palco Mundo serão Lady Gaga (15), Maroon 5 (16), Justin Timberlake (17), Aerosmith (21), Bon Jovi (22), The Who e Guns N’ Roses (co-headliners, 23) e Red Hot Chili Peppers (24).

A venda dos ingressos para o Rock in Rio 2017 começará no dia 6 de abril, às 19h, através do site Ingresso.com. Para cada dia, o valor da entrada será de R$ 455,00 (inteira) e R$ 227,50 (meia).


Rock in Rio anuncia atrações de eletrônica com Grandmaster Flash e The Black Madonna

4 de abril de 2017

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DJ pioneiro do hip hop e produtora eleita DJ do ano de 2016 pela ‘Mixmag’ estão entre os artistas. Lista também tem brasileiros Vintage Culture e Illusionize.

O Rock in Rio anunciou nesta terça-feira (3) a lista de artistas da área Eletrônica do festival em 2017. O DJ pioneiro do hip hop Grandmaster Flash e a produtora de house de Chicago The Black Madonna, eleita a DJ do ano de 2016 pela revista “Mixmag” estão entre as principais atrações.

A lista também tem DJs brasileiros como Vintage Culture, Illusionize e Gabriel Boni. Veja abaixo os principais artistas de música eletrônica e a lista completa dos nomes do estilo nesse ano do Rock in Rio:

Dia 15

The Black Madonna
Selvagem
Gop Tun DJs (Caio T e Nascii)
Groove Delight
Fatnotronic

Dia 16

Grandmaster Flash
The Gaslamp Killer
Dj Marky B2B DJ Mau Mau
ZZ’s

Dia 17

Luciano
Andhim
Renato Ratier
Chemical Surf
Flow & Zeo

Dia 21

Rob Garza
Nightmares on Wax
SG Lewis
Leo Janeiro
Ney Faustini
Mumbata

Dia 22

Maya Jane Coles
Paranoid London
L_cio
Tessuto
Manimal
IAO Live

Dia 23

Illusionize
Bruno Martini
Nytron
Ely + Sha

Dia 24

Robert Owens Live PA
Gabriel Boni
Cat Dealers
Bruno Furlan
Zerb

Os shows do festival vão acontecer nos dias 15, 16, 17, 21, 22, 23 e 24 de setembro. Neste ano, a Cidade do Rock vai ser montada no Parque Olímpico, na Zona Oeste do Rio.
As atrações principais de cada noite do Palco Mundo serão Lady Gaga (15), Maroon 5 (16), Justin Timberlake (17), Aerosmith (21), Bon Jovi (22), The Who e Guns N’ Roses (co-headliners, 23) e Red Hot Chili Peppers (24).

A venda dos ingressos para o Rock in Rio 2017 começará no dia 6 de abril, às 19h, através do site Ingresso.com. Para cada dia, o valor da entrada será de R$ 455,00 (inteira) e R$ 227,50 (meia).


Ariana Grande anuncia shows no Rio e São Paulo

4 de abril de 2017

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Cantora divulgou no Twitter shows no dia 29 de junho no Rio, na Jeunesse Arena, e em 1º de julho em SP, no Allianz Parque. ‘Louca de saudade’, escreveu.

Ariana Grande anunciou que fará shows no dia 29 de junho no Rio, na Jeunesse Arena (antiga HSBC Arena) e no dia 1º de julho em São Paulo, no Allianz Parque. A cantora divulgou as datas em seu perfil no Twitter nesta segunda-feira (3). “Louca de saudade”, diz o post, em português.

Não foram divulgadas informações ainda sobre preços de ingressos e datas de vendas. A cantora estreou ao vivo no Brasil em outubro de 2015, mas não trouxe a estrutura completa da turnê que fazia na época.


Justin Bieber em SP tem pegadinha de 1º de abril em 44 mil fãs, superprodução e camisa do Palmeiras

4 de abril de 2017

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Neste sábado, ele ‘trollou’ fingindo que tinha ido embora. Cantor pediu silêncio em parte acústica e usou camisa do Palmeiras; ingressos de domingo esgotaram.

Fogos não foram o único artifício para abrilhantar o show de Justin Bieber, cantor que evoluiu muito, mas ainda deixou a desejar em voz e performance neste sábado (1º), no Allianz Parque, em São Paulo. A produção mais requintada no palco e nas faixas do álbum “Purpose” (2015), que domina o repertório, também ajudaram na noite de encontro com um Bieber “maduro” – mas nem tanto.

No meio do show, ele saiu do palco e o cantor Rudy Mancuso, que tinha feito a apresentação de abertura, falou em português que ele não ia mais voltar. Era só pegadinha de 1º de abril, para alívio geral, e ele retornou em poucos segundos. Lá para o final do show, mais um momento fora do script no Allianz Parque: ele vestiu camisa do time da casa, o Palmeiras.

O show teve outro momento curioso na parte acústica, em que Bieber canta três músicas sozinho, só com voz e violão: ele pôs o dedo na boca pedindo silêncio, justamente para suas fãs conhecidas pelos gritinhos apaixonados.

O gesto à la João Gilberto veio logo depois de “Love yourself”. O pedido, claro, não foi capaz de diminuir os gritos por mais que uns segundos.

Duas noites esgotadas:

Foram 44 mil fãs, que haviam esgotado os ingressos em seis dias de venda, em outubro do ano passado. Com isso, ele abriu um show extra neste domingo (2). Segundo a assessoria de imprensa, os ingressos para o domingo também já foram esgotados neste sábado.

No show que começou pontualmente às 20h30 e durou cerca de 1h40, Bieber saiu de dentro de uma caixa transparente em “Mark my words”, cantou dentro de uma cerca de led em “I’ll show you” e fez solo de bateria em uma plataforma suspensa. Os efeitos do telão davam profundidade ao palco e, no fundo dele, volta e meia estouravam fogos de artifício e jatos de fumaça. Quesito: alegorias e adereços. Nota: 10.

Dólares na cueca:

Uma ação publicitária difícil de perceber, mas agressiva, mostra a diferença entre a emoção verdadeira na plateia e os movimentos calculados no palco. Antes do show, o G1 foi avisado de que os fotógrafos poderiam fazer imagens de um local não muito perto do palco, e teriam que sair do estádio após a terceira música.

Esse tipo de pedido acontece com artistas mais velhos e já judiados pelo tempo, como Axl Rose ou Mick Jagger, mas é estranho para um jovenzinho já fotografado por todos os ângulos e closes possíveis todo dia. Vai vendo…

Ele começa o show no fundo do palco, o que rende fotos mais gerais do espetáculo ou com muito zoom. Então, ainda com os fotógrafos no estádio, caminha pela passarela e fica bem mais perto deles. Momento ótimo para os retratos. Então, ele levanta a camisa e mostra o tanquinho tatuado. Uau, essa foto vai render.

Na imagem nota-se, abaixo da barriga, a marca da cueca da grife que patrocina Justin Bieber. Enquanto as fãs berram, Bieber provavelmente ganha da grife milhares de dólares por uma das maiores pegadinhas de marketing que já se viu em turnês.

Ele controla todo o esquema de fotos e seu próprio movimento no palco para garantir que a melhor foto de perto seja com a marca patrocinadora.

Embalagem de luxo:

Tudo empolgante (vide o delírio das fãs), mas fica uma pulga atrás da orelha – a mesma de quando se ouve “Purpose”. A superprodução de craques como Skrillex rende pérolas pop, mas será que o cantor ali atrás evoluiu isso tudo mesmo? Mais ou menos. Se você abstrair todos os extras visuais e sonoros no Allianz Parque, sobra um cantor de voz correta, mas mediana, só balançando de um lado pro outro, ou duro nas coreografias. Quesito: evolução. Nota: 8.

Ele canta metade de “Get used to it” com uma mão no bolso, postura que nenhum manual de expressão corporal ligaria a empolgação e entrega. Em “The feeling”, faz uma voz mais grave e deixa os agudos difíceis para o playback, mesmo nos momentos da gravação que não têm a voz de Halsey.

Alguém pode contestar: e a parte acústica, em que ele fica sozinho num sofá, toca violão e canta, por exemplo, “Cold water” e “Love yourself”? Não prova que ele virou um “artista de verdade”? Sim e não. Ali ele se arrisca mesmo, sem companhia nem playback. Mas o violãozinho básico e a voz que modifica as melodias de forma estranha, engolida pelo coro das fãs, não são exatamente de um craque vocal, muito menos instrumental.

Show incompleto:

O espetáculo consegue impressionar mesmo sem trazer a estrutura completa de outros shows da turnê mundial. Não há, por exemplo, as plataformas no meio do palco para Bieber e dançarinos em “Boyfriend”. A cama elástica suspensa em “Company” também ficou nos EUA. Com isso, ele tem que ficar mais tempo no meio do palco recorrendo aos velhos truques de cantor teen: movimentos sensuais para provocar gritinhos nas fãs e declarações genéricas de amor às beliebers.

Vou fazer uma comparação covarde, mas só para dar uma noção de que Justin Bieber subiu de patamar, mas ainda tem um longo caminho acima. No sábado passado, sua ex-namorada Selena Gomez presenciou em SP o show de seu atual companheiro, The Weeknd, no Lollapalooza. A voz e a musicalidade do conterrâneo canadense ainda fazem Bieber parecer que está na puberdade artística.

Durante quase todo o show ele usa um microfone preso à cabeça. Então, fica mais difícil separar o que é voz ao vivo e o que é apenas dublagem. Mas há playbacks óbvios, como em “No pressure”, em que, sem motivo aparente, ele para de mexer os lábios e deixa a gravação rolar, e no final, em “Sorry”. Alguns “sorrys” saem sem Justin abrir a boca. Uma pena que uma das músicas mais legais dos últimos anos venha assim, meio na pegadinha.


MØ ouve hits brasileiros sobre ‘mozão’, curte MC G15 e diz que Lucas Lucco é fofo

4 de abril de 2017

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Dinamarquesa ouviu ‘Mozão’ de Lucas Lucco e ‘Deu onda’, de MC G15 (do verso ‘meu fechamento é você, mozão’), a pedido do G1 nos bastidores do Lollapalooza; veja reação.

A cantora dinamarquesa que ganhou o apelido de “MØzão” no Lollapalooza também conheceu os hits locais que ajudaram a popularizar o termo. Nos bastidores do festival, o G1 mostrou para MØ as músicas “Mozão”, de Lucas Lucco, e “Deu onda”, do MC G15, com o famoso verso “meu fechamento é você, mozão”.

Dos dois clipes, ela preferiu “Deu onda”, do funkeiro G15. “Gosto desse cara”, disse aos risos. “Achei que esse vídeo é ótimo, curti de verdade”, elogiou. Ao ver o clipe de Lucas Lucco, ela disse: “Awn, que fofo”. “Ele é um cara muito charmoso. Todas as meninas amam ele, não amam?”. Sobre a música, disse que era “muito romântica”, mas sem mostrar tanta empolgação quanto por “Deu onda”.

Antes de chegar a São Paulo, a cantora de “Lean on” já havia dado uma entrevista sobre como virou antídoto contra o pop careta. No palco do Lolla, MØ agradou com pop ‘selvagem’, abraçou o público e virou ‘mozão’.


Show de Billy Idol no Rock in Rio 2017 é cancelado

31 de março de 2017

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Organização não divulgou motivos do cancelamento, mas afirma que nova atração será anunciada.

A organização do Rock in Rio 2017 anunciou nesta quinta-feira (30) que o show de Billy Idol nesta edição do festival foi cancelado. O anúncio foi feito na conta oficial do evento no Twitter.

Os motivos do cancelamento não foram informados, mas uma “nova atração será anunciada em breve”.

A apresentação de Idol estava programada para acontecer no dia 21 de setembro, antes do show do Aerosmith.

O Rock in Rio Brasil 2017 acontecerá nos dias 15, 16, 17, 21, 22, 23 e 24 de setembro, na Cidade do Rock, na Barra da Tijuca. Confira a programação completa.


Justin Bieber leva multidão de fãs a show na Praça da Apoteose, Rio

30 de março de 2017

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Veja fotos da apresentação na noite desta quarta-feira (29). Cantor se apresenta com a turnê ‘Purpose’.

Quase quatros anos após a sua última vinda ao Rio de Janeiro, o cantor canadense Justin Bieber fez seu primeiro show da turnê “Purpose” no Brasil na Praça da Apoteose, no Centro do Rio, na noite desta quarta-feira (29). Começando pontualmente às 21h, Bieber abriu o show com seu repertório de músicas lentas e românticas para o delírio das fãs.

Gritos, lágrimas, sorrisos e todas as letras das músicas na ponta da língua. Haja garganta! Em quase todos os intervalos entre as canções, elas retribuíam o carinho do cantos com gritos de “Justin, eu te amo!”. Confira mais abaixo fotos da apresentação.

Com direito a fogos de artifício e um palco que trocava de nível, o cantor animou o público com os hits de sucesso como “Where are you now”, uma versão acústica de “Cold Water e Loveyourself”, “Company, What do you mean”, “As Long As You Love Me”,” Boyfriend”, e a famosa “Baby”, música de sucesso de Bieber no início de sua carreira.

Os bailarinos também deram um show à parte. Inclusive, quatro jovens bailarinas brasileiras também tiveram a sorte de dançar com o artista. Além de cantar e dançar, Bieber também mostrou seu talento tocando bateria. Quase no fim do show uma chuva passageira não desanimou os fãs e continuaram com a mesma energia do início ao fim.

Para encerrar o show, com duração de uma hora e meia, Justin Bieber apareceu com uma bandeira do Brasil para cantar a música com o refrão que toda Apoteose sabia cantar: “Is it too late now to say sorry?”.

Antes do início do show, G1 flagrou ao menos sete pessoas que foram detidas após pularem o muro da Praça da Apoteose, antes do show do cantor Justin Bieber, na noite desta quarta-feira (29). De acordo com a equipe de segurança do evento, os homens, entre eles um menor, entraram sem ingresso e estavam vendendo bebidas alcoólicas para menores dentro do local. Com eles, foram apreendidas mochilas com produtos para fazer caipirinha. Outros também foram flagrados vendendo água ilegalmente.

As amigas Vanessa Gimenes, 30 anos; Gabriela Gholmia, 28; Patricia Timm Freire, 29; e Marina Mattar, 29, são de São Paulo e vieram ao Rio só para o show desta quarta-feira. Bieber também fará show na capital paulista, mas as amigas decidiram viajar para o solo carioca pois terão um compromisso inadiável no fim de semana da apresentação do cantor: as quatro serão madrinhas de um casamento na Bahia. “Vale muito a pena!”, disse Vanessa.

Enquanto aguardavam o início do show com muita animação, as quatro amigas mostraram que sabem todos os sucessos do cantor e também ensaiaram uma coreografia pra esta noite. “A gente já fez coreografia dele. Nossos namorados tem muitas vergonha da gente por isso a gente deixou eles em São Paulo”, brincou Gabriela.

Juiz reabre processo contra Justin Bieber

Na terça-feira (21), o juiz Rudi Baldi Loewenkron, da 34ª Vara Criminal, decidiu reabrir o caso contra o cantor Justin Bieber. O Ministério Público do Rio decidiu pedir à Justiça para que o cantor tome ciência da acusação de crime contra o ordenamento urbano e o patrimônio cultural a que ele responde na 34ª Vara Criminal do Rio e autorizou o uso de força policial, se necessário, para que a intimação seja entregue ao cantor.

Em agosto de 2015, o processo iniciado em 2013, durante a última passagem de Bieber pelo Brasil, foi suspenso porque a Justiça não conseguiu citá-lo nas acusações. Na ocasião, ele não foi encontrado por oficiais de Justiça.

Em nota, o MP explicou por que fez o pedido à Justiça: “Diante da notícia de que o cantor retornará ao Brasil, o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) fez uma promoção solicitando ao juízo a expedição de mandado de citação em nome dele. O pedido é para que o réu tome ciência da acusação”.


Justin Bieber chega ao Rio de Janeiro para show na Apoteose

30 de março de 2017

Cantor chegou ao Brasil para série de apresentações. Ele foi visto na madrugada desta quarta-feira (29), no Aeroporto Tom Jobim.

O Cantor canadense Justin Bieber chegou ao Aeroporto Tom Jobim, no Rio de Janeiro, na madrugada desta quarta-feira (29). Ele se apresentará nesta noite na Apoteose, no Centro do Rio, após quase quatro anos, com a turnê “Purpose”. No fim de semana, os shows serão em São Paulo. O cantor promete enlouquecer seus fãs com canções como “Sorry”, “What do you mean”, “Company” e “Love yourself”, já confirmadas no setlist.

Na última semana, a expectativa dos fãs que ficaram acampados por cinco meses no entorno da Apoteose era grande. Na madrugada do dia 22, cerca de 30 pessoas estavam na porta divididas em dez barracas. Os admiradores do cantor fizeram um revezamento organizado, com direito a planilha de horas. Quem acumulou mais tempo na fila vai ter o direito de ficar com as primeiras posições.

Esta é a terceira vez de Justin Bieber no Brasil. Sua primeira turnê brasileira foi em outubro de 2011, quando o cantor recebeu no palco do estádio do Engenhão o lutador Anderson Silva e Selena Gomez, sua namorada na época. Bieber aproveitou os dias na cidade para voar de helicóptero, ir a uma churrascaria e festejar em uma confraternização privada num restaurante na Zona Sul.

A vinda de Bieber ao Rio em novembro de 2013, quando se apresentou na Apoteose, parece ter sido mais animada. Em seu dia de folga, ele foi flagrado saindo enrolado em um lençol de um clube famoso por ser frequentado por garotas de programa. O artista canadense também foi visto fazendo um grafite no muro do antigo Hotel Nacional, que lhe rendeu uma queixa registrada na 15ª DP (Gávea).

Juiz reabre processo contra Justin Bieber:

Na terça-feira (21), o juiz Rudi Baldi Loewenkron, da 34ª Vara Criminal, decidiu reabrir o caso contra o cantor Justin Bieber. O Ministério Público do Rio decidiu pedir à Justiça para que o cantor tome ciência da acusação de crime contra o ordenamento urbano e o patrimônio cultural a que ele responde na 34ª Vara Criminal do Rio e autorizou o uso de força policial, se necessário, para que a intimação seja entregue ao cantor.

Em agosto de 2015, o processo iniciado em 2013, durante a última passagem de Bieber pelo Brasil, foi suspenso porque a Justiça não conseguiu citá-lo nas acusações. Na ocasião, ele não foi encontrado por oficiais de Justiça.

Em nota, o MP explicou por que fez o pedido à Justiça: “Diante da notícia de que o cantor retornará ao Brasil, o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) fez uma promoção solicitando ao juízo a expedição de mandado de citação em nome dele. O pedido é para que o réu tome ciência da acusação”.

Serviço:
Quando: Quarta-feira, 29 de março de 2017

Horário: às 21h

Abertura dos portões: 16h

Onde: Praça da Apoteose – Passarela do Samba Prof. Darcy Ribeiro – Sambódromo/RJ

Capacidade: 31 mil pessoas

Ingressos: Pista premium branca e verde: R$ 375 (meia) e R$ 750

Pista e Arquibancada: R$ 190 (meia) e R$ 380

Classificação etária: De 8 a 13 anos é permitida a entrada acompanhado de um responsável. A partir de 14 anos é permitida a entrada desacompanhado.

O cantor também irá se apresentar em São Paulo, no sábado (1º) e no domingo (2);


‪‪Titi Müller‬ critica ‪ao vivo letras ‘machistas’ de Borgore e é aprovada e reprovada no Twitter

28 de março de 2017

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‘Eu gostaria de falar ‘machistas não passarão’, mas vai passar neste canal agora. É isso aí, Borgore’, disse a apresentadora durante transmissão do Lollapalooza no canal Multishow.

A aresentadora Titi Müller‬, do Multishow, canal da TV por assinatura, criticou ao vivo o DJ Borgore, antes do show dele no domingo (26), no palco Perry’s.

O músico israelense de 29 anos é conhecido pelas produções eletrônicas berrantes, letras sexuais e por incentivar as fãs a tirarem a roupa na web e nos shows. O DJ mais odiado do mundo.

O homem que matou o dubstep. Machista, misógino, aproveitador. Todas essas são descrições comuns para o DJ Borgore.

“Na medida que ganhou visibilidade, as letras compostas por ele, totalmente machistas, misóginas, babacas, foram ganhando visibilidade e muitas críticas. Teve muita gente que foi em defesa.

A própria Nervo, que vai tocar aqui hoje e não autorizou nossa transmissão, falou que apesar de compor letras tipo “aja como uma vadia mas antes lave louça” isso é só um personagem.

Querido, na próxima encarnação, invente um personagem melhor. Eu gostaria de falar ‘machistas não passarão’, mas vai passar neste canal agora.

É isso aí, Borgore. Vai que é tua, querido”, anunciou Titi. No Twitter, muita gente elogiou e criticou a declaração de Titi.


Chainsmokers é eleito o melhor show do 1º dia do Lollapalooza 2017 em enquete do G1

28 de março de 2017

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Dupla de DJs superou o Metallica, que ficou em segundo lugar. Banda americana Cage the Elephant completa o pódio; veja a lista completa com o resultado.

O publico não foi a única coisa que o Chainsmokers roubou do Metallica neste sábado (25) Lollapalooza 2017. O duo americano, que tocou num espaço secundário mas tendência do festival, superou a banda veterana do metal e foi eleito o melhor show do primeiro dia do evento pelos leitores do G1.

Andrew Taggart e Alex Pall tiveram 24,32% dos votos, derrotando James Hetfield, Lars Ulrich e companhia por pouco – eles foram os melhores para 22,04% dos votantes. O pódio se completou com a banda Cage the Elephant (16,74%).

O sábado ainda teve como destaques xx, Tove Lo, Tegan and Sara, Criolo, 1975 e Rancid.

Veja, abaixo, o resultado da enquete do 1º dia do Lollapalooza 2017:

Chainsmokers – 24,32%

Foi um show óbvio e com truques de DJS, com tanta apelação ao clichê que parecia piada. O povo não ligou: muita gente preferiu deixar para lá o Metallica, que tocava ao mesmo tempo no palco principal, para curtir a balada do Chainsmokers. Basicamente, Andrew Taggart e Alex Pall rebolam, cantam pouco e gritam muitas palavras de ordem no microfone (“Quero ouvir vocês falarem ‘yeah’”, “mãos para o alto”, “faz barulho”).

Metallica – 22,04%

O Metallica no Lollapalooza voltou renovado e comandou multidão com público de 100 mil, recorde das seis edições do festival no Brasil. Foi um show igual, mas diferente. Potente como sempre, mas com um repertório renovado, a banda cumpriu com louvor a missão de ser o primeiro headliner de heavy metal em uma noite de Lollapalooza nos seis anos de festival em São Paulo, na noite deste sábado (25), diante de um mar de camisas pretas em Interlagos.

Cage the Elephant – 16,74%

A banda americana mostrou que mantém o rock rivo entre plateias mais jovens. Em sua terceira participação no Lollapalooza do Brasil, o Cage the Elephant teve recepção calorosa tanto dos mais fãs mais dedicados quanto dos que pareciam conhecer o quarteto. Isso tudo mesmo sem tanta originalidade, com ecos de Animals, um dos grupos clássicos dos anos 1960, The Who, Beatles e até um Weezer, adiantando as influências musicais até a década de 1990.

The xx (13,75%)

O trio inglês conseguiu criar um clima “intimista” diante de uma multidão. Com seu som descrito ainda como introspectivo e etéreo, o xx fez um grande show no Lollapalooza, apesar dessas atribuições não parecerem combinar muito com grandes festivais. Tudo isso sem precisar mudar suas características fundamentais. Resultado: am fãs emocionados e o grupo também, talvez surpreendido pela recepção calorosa.

Tove Lo – 10,75%

A cantora sueca seguiu o roteiro de seus shows e mais uma vez mostrou os seios. O show foi poderoso, empolgou o público com eletrônico confessional e classudo. Sendo Tove Lo quem é, difícil não elencar atributos como sensualidade (os próprias fãs berram “linda!”, “gostosa!” e “tira! [a blusa]” já na primeira música). A apresentação que aconteceu num palco Axe anormalmente lotado justificou o uso do clichê: lá está uma “força da natureza”.

Tegan and Sara – 4,67%

No festival, as ex-roqueiras Tegan and Sara mostraram que, no que depender delas, o rock acabou. O show de estreia no Brasil das gêmeas canadenses não teve sequer uma guitarrinha para contar história. Foi nervoso no começo, catártico no fim (graças a “Boyfriend” e “Closer”) para fãs ou curiosos. As duas começaram a tocar aos 15 anos (hoje têm 36) com um rock alternativo esganiçado, indie de raiz.

Criolo – 3,39%

Um dos maiores nomes atuais do rap nacional cantou sobre a periferia para moderninhos e roqueiros. Uma ilha de hip hop em um oceano de bandas indie, DJs da moda e algum rock pesado. “Eu não sou ninguém nesse rolê”, disse em um dos muitos discursos. Engano dele. É o sujeito que fez fãs de Tegan and Sara, Chainsmokers e até Metallica, que pagaram até R$ 920, cantarem sobre a periferia com mãos para cima – algumas vezes pedindo: “Faz barulho aí, tiozão!”.

The 1975 – 2,18%

Estreante no Brasil, a banda mostrou um pop versátil e vocalista carismático no Lollapalooza. É curioso que a banda tenha um nome cinco anos atrasado em relação à década da qual parece tirar suas maiores referências. O som oitentista parece vir direto da trilha de algum filme antigo da Sessão da Tarde. Mas não são veteranos: os jovens de Manchester renovam o moribundo rock britânico atual. Já adorados por lá, provaram ter fãs no Brasil com letras na ponta da língua.

Rancid – 2,16%

O Rancid fez um show com justiça histórica para fãs de punk/hardcore californiano. Foi a estreia no Brasil de uma banda que já tem mais de 25 anos de carreira, algo lembrado no palco. No geral, foi um evento com muito apelo à nostalgia da plateia, com Tim Armstrong (o vocal) mostrando com quanto repertório se faz um verdadeiro punk raiz, nunca nutella. As influências de ska e reggae fizeram veteranos se emocionarem ao som de clássicos como “Time bomb” e “Ruby Soho”.

Fonte: G1