Papos de Mulher

Somente 7 mulheres no mundo podem usar branco em frente ao Papa

26 de maio de 2017

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O presidente americano Donald Trump e sua esposa Melania visitaram na última quarta-feira (24) o Papa Francisco. Mas o que chamou atenção da imprensa americana foi o fato de, tanto a primeira-dama quanto a filha do presidente americana, Ivanka, fazerem o uso de um vestido preto, além de véu perante o Papa.

Essa sugestão de vestuário por parte da Igreja faz parte de um protocolo do Vaticano para visitas de Estado ou audiência com o Papa. A Rainha Elizabeth II e a ex-primeira-dama Michelle Obama são alguns exemplo de mulheres que cumpriram a regra de etiqueta. Mas existe uma exceção que permite que apenas 7 mulheres possam usar branco perante o Papa.

O chamado “privilégio do branco” (em italiano il privilegio del bianco) é válido para rainhas e princesas católicas. Mas, para possuir esse privilégio além de ser uma rainha ou princesa é necessário receber do Papa o “Rex Catholicissimus”, um título hereditário, se manter publicamente católica, ou então ser casada com um monarca católico. O privilégio pode ser mantido a critério do Papa.

Podem vestir branco a rainha Letícia da Espanha, a rainha emérita Sofia da Espanha, a rainha consorte Matilde da Bélgica e a rainha Paola da Bélgica, a grã-duquesa Maria Teresa de Luxemburgo, a princesa Marina de Nápoles e a princesa Charlene do Mônaco.

A princesa Charlene do Mônaco é uma das “exceções” que mais visitam o Papa. Ao todo já foram quatro audiências com o Pontífice máximo da Igreja.

Fonte: tnonline.uol.com.br


Cuidados com a pele do rosto e do corpo no inverno

24 de maio de 2017

Durante o inverno a umidade do ar fica menor e as temperaturas mais baixas levam à diminuição na transpiração corporal. Esses fatores fazem com que a pele fique mais seca.

Além disso, nesta época, é comum tomar banhos mais quentes, que provocam uma remoção da oleosidade natural de forma mais intensa, diminuindo o manto lipídico que retém a umidade da pele.

A pele do rosto e do corpo está sujeita ao ressecamento no inverno. O clima frio e seco pode deixá-la com aspecto esbranquiçado, o que indica a desnaturação das proteínas. Para evitar tais sintomas é importante fazer hidratações profundas e, além disso, praticar uma alimentação saudável, rica em vitaminas e antioxidantes pode trazer benefícios em longo prazo.

ALIMENTAÇÃO ADEQUADA

Acostume-se a comer legumes, hortaliças e frutas, esses alimentos são fontes de vitaminas e minerais que neutralizam os radicais livres prevenindo o envelhecimento da pele. As frutas ricas em vitamina C, como o morango, a laranja, a mexerica, o limão, a cereja, entre outros; vegetais, como o brócolis, o repolho, a cenoura, entre outros, são exemplos de alimentos para a estação.

Durante o inverno, é muito comum diminuir a ingestão de água, um erro brutal. Manter a ingestão de água é extremamente importante para manter a hidratação da pele e de todo o organismo que naturalmente fica debilitado por causa do clima frio. Um corpo hidratado apresenta uma pele macia e elástica.

PROCEDIMENTOS DERMATOLÓGICOS

O inverno é uma boa época para realizar alguns tratamentos dermatológicos que requerem que o paciente evite a exposição ao sol, como peelings, tratamentos a laser etc. Procedimentos de depilação a laser também são indicados para esta época.

DOENÇAS DO INVERNO

Durante o inverno algumas doenças podem aparecer por causa do ressecamento da pele. Entre elas, a dermatite seborreica, dermatite atópica, a psoríase e a ictiose.

DICAS PARA MANTER A PELE HIDRATADA

Beba no mínimo 2 litros de água.

Evite banhos quentes e muito demorados; evite se
ensaboar demais e usar buchas, que também contribuem para alterar a composição do manto hidrolipídico (hidratante natural produzido pelo organismo) que protege a pele.

Use o hidratante logo após o banho – ainda no banheiro – com aquele vaporzinho pós-banho, pois ajuda na penetração do creme.

Se sua pele for oleosa, e acneica, evite hidratante comum no rosto, use oil-free nas áreas de maior oleosidade (rosto e tórax).

Os lábios também costumam ressecar muito no inverno. É importante usar hidratantes labiais para evitar rachaduras.

Use filtro solar diariamente.

Fonte: sbd.org.br


Brasil ganha mais de 1 milhão de famílias formadas por mães solteiras, em 10 anos

18 de maio de 2017

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Em 10 anos, o Brasil ganhou 1,1 milhão de famílias compostas por mães solteiras. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2005, o país tinha 10,5 milhões de famílias de mulheres sem cônjuge e com filhos, morando ou não com outros parentes. Já os dados de 2015, os mais recentes do instituto, apontam 11,6 milhões arranjos familiares.

Mesmo com esse aumento no número absoluto, a representatividade das mães solteiras caiu de 18,2% para 16,3% no período. Isso porque outros tipos de família, como as de casais sem filhos e as unipessoais, cresceram mais proporcionalmente.

Segundo Cristiane Soares, pesquisadora da Coordenação de População e Indicadores Sociais do IBGE, os dados são reflexo da dinâmica social e do perfil demográfico do país nos últimos anos.

“Houve uma queda na fecundidade e um aumento de escolaridade entre as mulheres. Estes são fatores que impactam na sociedade a na formação das famílias.”

A redução na proporção de adolescentes (15 a 19 anos) com filhos, que caiu de 14,8% para 11,8% entre 2000 e 2010, é, inclusive, um fator importante para a elevação do nível de escolaridade das mulheres. Houve um aumento da frequência escolar feminina no ensino médio de 9,8% em relação à masculina. Em 2010, as mulheres também foram apontadas como maioria entre os estudantes universitários de 18 a 24 anos – 57,1% do total.

Outro fator que aponta o avanço feminino, segundo Soares, é o aumento de mulheres que são consideradas referências na família. O IBGE considera como pessoa de referência quem é responsável pela unidade domiciliar (ou pela família) ou assim considerada pelos outros membros. Entre as famílias com filhos, as mulheres eram apontadas como referência mesmo tendo um cônjuge em 4,8% dos casos em 2005; já em 2015, o percentual saltou para 15,7%.

Saiba mais: http://g1.globo.com/economia/noticia/em-10-anos-brasil-ganha-mais-de-1-milhao-de-familias-formadas-por-maes-solteiras.ghtml


Portaria do MEC garante direito a amamentação na rede federal

16 de maio de 2017

Portaria do Ministério da Educação (MEC) assinada recentemente garante direito à amamentação nas escolas, universidades e outras instituições federais de ensino. Com o dispositivo legal, todas as mães lactantes têm o direito à amamentação assegurado em todas as instituições federais, independentemente da existência de locais, equipamentos ou instalações reservados exclusivamente para esse fim.

A portaria dá liberdade às mães, para amamentarem onde quiserem. O uso de uma sala deve ser uma decisão dela e não uma questão compulsória.

Segundo a pasta, a portaria atende a uma demanda antiga por parte de alunos, professores e outros profissionais de educação, incluindo escolas de ensino básico, universidades e autarquias federais vinculadas ao MEC.

Direitos

Pela Constituição Federal de 1988 e pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), as mulheres com contrato de trabalho formal têm uma série de direitos e benefícios. Para amamentar o filho, a mulher tem o direito de, até os seis meses de idade do filho, a dois descansos especiais, de meia hora cada um, durante a jornada de trabalho, que não se confundirão com os intervalos para repouso e alimentação da mãe. Quando a saúde do filho exigir, o período de seis meses poderá ser aumentado, a critério do médico.

A legislação também diz que os estabelecimentos em que trabalham pelo menos 30 mulheres com mais de 16 anos de idade deverão ter local apropriado onde seja permitido às empregadas deixar, sob vigilância e assistência, os seus filhos durante a amamentação. Também é possível que as empresas adotem o sistema de reembolso-creche, em substituição à exigência de creche no local de trabalho ou realize convênios com creches.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda o aleitamento materno pelo menos até o 6 meses de idade, quando a criança deve ter acesso exclusivamente a esse alimento. Bebês que são amamentados ficam menos doentes e são mais bem nutridos do que aqueles que ingerem qualquer outro tipo de alimento.

Fonte: G1


Aplicativo pode ajudar a mulher vítima de violência

12 de maio de 2017

Para ajudar a garantir que a ordem judicial seja cumprida, a ONG criou um aplicativo para smartphone, lançada no final de 2015, que funciona como botão de pânico para a proteção de mulheres vítimas de violência. O app ainda está em fase de testes.

Por enquanto, sete mulheres fazem uso da ferramenta. Outras quatro já experimentaram, mas desativaram depois que os agressores pararam de fazer ameaças.

Bastam quatro toques no celular para que policiais militares sejam acionados. Através do aplicativo, as mulheres têm prioridade de atendimento no 190, ao lado de homicídios, latrocínios e sequestros.

O projeto piloto é restrito ao bairro Restinga e deve ser ampliado para a Vila Cruzeiro. Mais sete usuárias deverão ser selecionadas ainda neste ano. No interior do estado, os testes também devem começar em 2017.

A expansão, entretanto, depende de avaliação, pois pode acabar esbarrando na faltar de estrutura da Brigada Militar, que precisa deslocar uma viatura assim que o botão é acionado.

Fonte: G1


Saiba mais sobre medidas protetivas: O agressor pode ser obrigado a deixar o lar e se manter a uma distância mínima da vítima

11 de maio de 2017

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Buscando proteger as vítimas e contribuir para a redução dessas estatísticas, um dos instrumentos criados pela Lei Maria da Penha (11.340/2006), sancionada há mais de dez anos no país, são as medidas protetivas de urgência.

Para solicitar o documento, a mulher ameaçada ou agredida precisa registrar uma ocorrência na delegacia. A polícia tem 48 horas para encaminhar o pedido ao juiz, que vai decidir quais medidas se aplicam a cada caso.

O agressor pode ser obrigado a deixar o lar e se manter a uma distância mínima da vítima, ser proibido de fazer contato com a mulher e seus familiares por qualquer meio, ou, dependendo da gravidade, ser preso preventivamente.

Em 2016, somente em Porto Alegre, mais de 15 mil medidas protetivas foram concedidas, de acordo com dados do Tribunal de Justiça do estado. Nos municípios do interior, o número ultrapassou os 70 mil.

A eficácia desse instrumento de proteção, no entanto, é questionada pelas vítimas.

Fonte: G1


Números da violência no Rio Grande do Sul

10 de maio de 2017

Uma pesquisa divulgada em março de 2017 pelo Instituto Datafolha e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, indica que 66% dos brasileiros já presenciaram uma mulher sendo agredida fisicamente ou verbalmente no último ano.

Pelo menos, 503 mulheres (4,4 milhões no ano), de acordo com a mesma pesquisa, foram vítimas de agressão física a cada hora em 2016 no país. Das mulheres que sofreram violência, apenas 11% procuraram uma delegacia da mulher.

No Rio Grande do Sul, os números também são alarmantes. No último ano, a Secretaria da Segurança Pública do estado (SSP-RS) registrou 41,1 mil ameaças e 22,6 mil casos de lesão corporal contra mulheres. Ainda assim, ambos os números são os mais baixos no estado desde 2012.

Com relação a estupros e mortes, os números já foram mais baixos. Em 2016, 1.425 mulheres foram estupradas, e 96 foram vítimas de feminicídio, de acordo com o levantamento da SSP-RS. Em 2014, os registros foram 4% e 22% menor, respectivamente.

Houve ainda, no último ano, 263 tentativas de assassinato a mulheres no Rio Grande do Sul.

Fonte: G1


Casa com endereço sigiloso em Porto Alegre acolhe vítimas de violência há 25 anos

9 de maio de 2017

A casa abrigo da capital gaúcha é uma das mais antigas do país em funcionamento.

Com o endereço preservado, o vigia responsável pela segurança das abrigadas, é o único homem na Casa Viva Maria. A casa que desde 1992 acolhe mulheres vítimas de violência em Porto Alegre. Escondidas em um endereço sigiloso, elas abdicam da própria liberdade para escapar de ameaças de morte.

A casa abrigo da capital gaúcha é uma das mais antigas do país em funcionamento – está prestes a completar 25 anos. Ao longo de duas décadas e meia, segundo registros da própria instituição, mais de duas mil mulheres passaram pelo local, recebendo orientações ou acolhimento. Uma média de 80 a cada ano.

Normalmente, as vítimas são atendidas em algum serviço da capital, como postos de saúde, delegacias ou centros de referência, e dali são encaminhadas ao novo lar provisório.
“A casa não é um albergue, é um espaço de proteção que tem um programa”, reforça a assistente social e coordenadora da Casa Viva Maria, Saionara Santos Rocha. “Esse espaço é para quando, realmente, a mulher está em risco de morte, não é uma situação de vulnerabilidade”, completa.

Mantido pela prefeitura da capital, vinculado à Secretaria de Saúde, o espaço fica à disposição da abrigada pelo tempo necessário para que se organize e encontre um lugar seguro e definitivo para ficar. Esse tempo varia, algumas precisam de apenas alguns dias, outra levam meses.

A lei que criou a casa, em 1992, prevê um período máximo de 90 dias para permanência da mulher. Entretanto, a coordenadora do espaço garante que esse tempo é negociável, e que é feita uma análise caso a caso. O local tem capacidade para receber 11 famílias simultaneamente.

O papel e as regras do abrigo

Quando se mudam para a casa abrigo, as mulheres abrem mão de muitas coisas, começando pelo endereço. O celular é recolhido logo na entrada, e elas passam a ter horário para sair e chegar.

A partir das 18h, ninguém mais sai. Às 22h30, todas entram para a ala dos quartos, cuja porta principal permanece trancada até amanhecer. Hora de dormir. As regras da Casa Viva Maria foram estabelecidas com a intenção de garantir a segurança da mulher.

A casa conta com uma equipe técnica interdisciplinar, formada por uma assistente social, uma psicóloga, uma enfermeira, uma nutricionista e duas terapeutas ocupacionais.

O grupo realiza uma série de atividades com as abrigadas, que participam de discussões sobre direitos da mulher e empoderamento. Também há encontros direcionados às crianças, que, muitas vezes, sofrem violência junto com a mãe. Cada família possui um técnico de referência, responsável por acompanhar a evolução da mulher desde a entrada na casa até o desligamento.

Fonte: G1


A mulher não precisa se submeter a nenhum conceito pré-estabelecido de beleza

5 de maio de 2017

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Raíza Costa quebra paradigmas ao provar que a mulher não precisa se submeter a nenhum conceito pré-estabelecido de beleza.

Raíza Costa é um fenômeno na internet desde 2010, quando lançou o seu canal de vídeos sobre confeitaria, no YouTube. Com mais de 400 mil assinantes e 15 milhões de visualizações, ela foi uma das pioneiras no ramo, mas não parou no mundo virtual.

Atualmente, estrela Rainha da Cocada, programa de culinária no GNT. Em meio às diversas opções deste tipo de atração na emissora, o bom humor de Raíza é seu diferencial, sem medo de se lambuzar de chocolate nem de fazer bagunça na cozinha.

Opiniões firmes

Raíza defende com firmeza as suas opiniões. E isto inclui os estereótipos criados pelo mundo fashion, de modelos lindas, “perfeitas” e magérrimas.

— As revistas de moda precisam começar a colocar mulheres normais nas suas capas de maneira efetiva. Não adianta pregar um conceito, sem aplicá-lo de maneira prática — defendeu a apresentadora em entrevista ao site Uol.

Confira o canal Dulce Delight Brasil:
https://www.youtube.com/user/raizabdcosta

Fonte: Diário Gaúcho


Jordânia anula polêmica lei de perdão a estupradores

4 de maio de 2017

Legislação permitia que estupradores saíssem impunes, desde que se casassem com suas vítimas e ficassem com elas por ao menos três anos.

O governo da Jordânia decidiu alterar um dos artigos mais controversos de sua legislação, ponto de discórdia durante anos. Ele permitia que estupradores permanecessem impunes, desde que se casassem com suas vítimas e ficassem com elas por, ao menos, três anos.

Nos últimos tempos, a oposição à lei vinha crescendo, com o apoio de diversas organizações internacionais. Segundo ONGs, a mudança da lei também foi decorrência do aumento dos chamados crimes de honra: familiares das vítimas passaram a fazer justiça com as próprias mãos.

A decisão do Parlamento segue uma campanha de sensibilização iniciada por ativistas muçulmanos e cristãos. Durante anos, ativistas dos direitos das mulheres vinham apelando para que o Artigo 308 fosse alterado. Eles dizem que isso representava um castigo duplo para as vítimas de estupro: primeiro o próprio estupro, em seguida, ser forçada a se casar com o seu agressor.

Situação em outros países árabes

No Marrocos, a situação é diferente. Lá, estupradores são punidos com pena de prisão de entre cinco e 20 anos. Em 2014, o país aboliu uma cláusula que proporcionava perdão a estupradores que se casassem com vítimas. A mudança veio após o caso de Amina Filali, de 16 anos.

Em 2012, ela foi obrigada a se casar com seu estuprador, o que a levou a cometer suicídio por ingestão de veneno de rato. O caso provocou indignação, tanto no Marrocos quanto no exterior. Organizações de direitos humanos envolveram-se e começaram a exigir uma mudança da lei que protegia violadores.

Mudanças também parecem estar em curso no Líbano. Em meados de abril, ativistas fizeram um protesto, pendurando vestidos de noiva feitos de mordaças, numa praia em Beirute, para pressionar os legisladores a abolir o Artigo 522 do código penal do país, que estipula que os estupradores se casem com suas vítimas, como uma espécie de “reparação”.

Não existem estatísticas sobre tais casos no Líbano, mas a lei ainda é válida, especialmente em áreas rurais. “Todos os dias, as mulheres têm medo de ser estupradas, e então forçadas a se casar com seus agressores”, diz Alia Awada, líder de uma campanha chamada “Abad” (“Distância”), que trabalha para que o Artigo 522 seja abolido.

Na Arábia Saudita, as coisas funcionam de outra forma. O país não tem um código penal; os crimes são punidos de acordo com a sharia (lei islâmica). Punições anteriores variaram de chicotadas a pena de morte. Mas, se o crime ocorreu num local onde a presença de mulheres não era permitida, então, a vítima também é castigada.

O Sudão também tem duras regras para as vítimas de estupro. Se uma mulher relata um estupro, ela também tem que contar com alguma forma de punição. Ela precisa provar que o ato aconteceu contra a sua vontade. Se ela não o fizer, ela também vai enfrentar acusações.

A Tunísia também oferece perdões para estupradores que se casam com suas vítimas, de acordo com uma cláusula conhecida como Artigo 227. O Tribunal Internacional de Justiça pediu que o artigo fosse abolido, mas de 100 partidos políticos, apenas 32 votaram a favor, o que significa que o Artigo 227 ainda pode ser aplicado.

Fonte: G1