Papos de Mulher

Cicatriz da cesárea pode causar sofrimento às mulheres

22 de setembro de 2017

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O momento do parto é inesquecível. Para algumas mães, no entanto, além do lugar especial na memória, o nascimento de um filho fica registrado na pele – em forma de cicatriz.

Segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, entre os procedimentos reparadores, os relativos à cicatriz representam 5%. Nos consultórios dos dermatologistas, a queixa chega a 30% das pacientes. O desabafo sobre insatisfação com o corte no abdome vem à tona durante consultas para corrigir as estrias e a flacidez dos seios.

Toda mulher que acabou de ter um filho sabe que há uma processo para que o corpo retorne para suas medidas de antes da gestação. Mas, lidar na prática com seios inchados, ventre alto e perda de tônus muscular não é tão simples. É preciso reconhecer o novo corpo.

Ele já não abriga mais um bebê e, por isso, causa estranheza. No caso das mães que passam pela cesárea, há também a cicatriz.

Cicatriz da cesárea

Novas técnicas e cuidados médicos durante a cirurgia têm tornado a cicatriz da cesárea cada vez mais imperceptível, já que os cortes variam de 15 a 20 cm, dependendo do tamanho ou posição do bebê.

Repouso inadequado, não uso da cinta cirúrgica e esforço físico são fatores que podem contribuir para o aparecimento das chamadas cicatrizes hipertróficas pós-cirúrgica, que ocorrem quando o processo de cicatrização é irregular.

Quem tem uma cicatriz de cesárea mas pretende ter outros filhos, é melhor esperar para fazer um procedimento depois, quando já estiver decidida a não engravidar novamente.

Fonte: Uol/Vix


Empoderamento feminino será o tema da Feira do Livro de Lajeado

13 de setembro de 2017

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A 12ª Feira do Livro de Lajeado, terá como tema “Com a palavra, a mulher!”, a edição de 2017 ocorre entre os dias 17 e 22 de outubro no Parque do Imigrante. A realização da feira é da Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer (Secel) de Lajeado, e pelo Serviço Social do Comércio (SESC-RS).

A Feira do Livro abordará temas sobre o empoderamento feminino e a participação das mulheres na sociedade em busca de igualdade entre os gêneros. Representando esta bandeira, a feira terá como patrona a escritora Nara Knaack, além do casal de escritores homenageados, Gisela e Werner Schinke.

A programação da feira contará com encontros de escritores, espetáculos teatrais e musicais, além das atividades que ocorrem de forma paralela ao evento. Todas as atividades são gratuitas e devem ser pré-agendadas pelo fone (51) 3714-2266 ou (51) 3710-1970.

A 12ª Feira do Livro de Lajeado tem apoio da Univates e da Academia Literária do Vale do Taquari (Alivat) e patrocínio cultural da Unimed Vales do Taquari e Rio Pardo.

No sábado, dia 21 de outubro, o programa Papos de Mulher será transmitido da Feira, a partir da s 10horas, pela Rádio Independente 91,70FM e 950AM.

Confira o horário de funcionamento da feira:

- Terça-feira (17/10): 9h às 21h
- Quarta a sexta-feira (18 a 20/10): 8h30 às 21h
- Sábado (21/10): 10h às 22h
- Domingo (22/10): 13h às 18h

Mais informações sobre a feira, e a programação completa você confere no Facebook: https://www.facebook.com/feiradolivrodelajeado/

Fonte: AI Lajeado


Menino que ensina crochê na web e conquista 90 mil seguidores em poucos dias

12 de setembro de 2017

O adolescente Junior Silva conquistou na página do Facebook criada pela mãe, mais de 90 mil seguidores, em menos de uma semana.

O menino de 12 anos, que mora em Iaras (SP) e faz sucesso na web ensinando crochê, afirma que a experiência mostrou que tudo dá certo pra quem faz o que gosta, acredita e se dedica de coração.

Ainda segundo o adolescente, ele está postando vídeos diariamente e em uma semana já costurou mais de 10 tapetes de crochê. O objetivo é continuar fazendo o que gosta: costurar e gravar vídeos.

Pelo menos três vezes por semana a agulha, o crochê e o celular fazem parte da rotina do adolescente Junior Silva. Além de postar vídeos no Facebook, ele tem um canal no Youtube com mais de 3 mil inscritos.

Segundo o adolescente, tudo começou quando ele aprendeu a fazer crochê com sua avó e tia, e postou uma foto de um tapete nas redes sociais.

Confira o vídeo como fazer “tapetinho’’ redondo simples:
Fonte: G1


Pesquisa aponta que 23% das mulheres foram ameaçadas por um homem este ano

8 de setembro de 2017

Pesquisa do Instituto Locomotiva aponta que 94% das pessoas avaliam que uma mulher ser ‘encoxada’ ou ter o corpo tocado sem a sua autorização é uma forma de violência sexual. A pesquisa ouviu, entre os dias 15 e 20 de agosto, 2.030 mulheres e homens em 35 cidades brasileiras.

De acordo com a pesquisa, somente este ano 13,7 milhões de mulheres afirmaram que já foram ‘encoxadas’ ou tiveram o corpo tocado sem autorização, o que representa 17% do total de mulheres adultas do país. Este número é ainda maior (20% do total) entre as mais jovens, na faixa etária de 18 a 34 anos.

Conforme a pesquisa, 35% dos brasileiros adultos, ou o correspondente a 84 milhões de pessoas, conhecem uma mulher que foi beijada à força no último ano, o que também constitui violência sexual. A pesquisa mostra que 23% das mulheres (17,8 milhões de mulheres) foram ameaçadas por algum homem este ano.

O presidente do instituto, Renato Meirelles, lamenta que essa realidade seja presente na vida de muitas brasileiras. “Um juiz pode achar que não é violência sexual, mas 94% acham que é. E não estamos falando nem em ejacular”, disse. Na última terça-feira, Diego Ferreira de Novais foi preso após ter ejaculado em uma passageira em ônibus na cidade de São Paulo.

No entanto, na ocasião, o juiz José Eugênio Amaral Souza o liberou aplicando uma pena de multa, por considerar o fato uma contravenção penal, e considerou que não houve constrangimento para vítima, o que repercutiu no país.

Para Meirelles, nesse caso e também de um homem que ejaculou me uma mulher em um coletivo no Rio de Janeiro, na última semana, a violência praticada foi interpretada de forma errônea pelo juiz ou a lei não está em sintonia com a vontade da sociedade.

“É importante entender que isso sempre existiu no Brasil. A questão é que agora as mulheres estão mais cientes dos seus direitos, por um lado, e por outro lado, tem as redes sociais que funcionam como denúncia e isso acaba criando uma pressão popular para que as autoridades sejam mais rigorosas no cumprimento da lei”, comentou Renato Meirelles.

A pesquisa pretende provocar o debate na população sobre o tema para mostrar que atos recentes não são exceção, mas são a regra do dia a dia brasileiro. “As mulheres são mais vítimas de abusos e de machismo do que se pode imaginar”, apontou. Completou que não se trata de um ato isolado. “É um ato contínuo”.

Fonte: Agência Brasil


População carcerária feminina cresce quase 700% em dezesseis anos no Brasil

6 de setembro de 2017

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A população carcerária feminina cresceu 698% no Brasil em 16 anos, segundo dados mais recentes do Departamento Penitenciário Nacional (Depen), órgão do Ministério da Justiça. No ano 2000, havia 5.601 mulheres cumprindo medidas de privação de liberdade. Em 2016, o número saltou para 44.721.

No Supremo Tribunal Federal (STF), tramita um pedido de habeas corpus que pretende libertar todas as mulheres grávidas, puérperas (que deram à luz em até 45 dias) ou mães de crianças com até 12 anos de idade sob sua responsabilidade que estejam presas provisoriamente, ou seja, encarceradas ainda sem condenação definitiva da Justiça. De todas as mulheres presas atualmente no país, 43% ainda não tiveram seus casos julgados em definitivo.

Do total de mulheres presas, 80% são mães e responsáveis principais, ou mesmo únicas, pelos cuidados de filhas e filhos, motivo pelo qual os ‘efeitos do encarceramento feminino geram outras graves consequências sociais’.

Em um estudo divulgado em junho, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) analisou a situação da população feminina encarcerada que vive com filhos em unidades prisionais femininas no país, tendo entrevistado ao menos 241 mães.

A Fiocruz diagnosticou que 36% delas não tiveram acesso adequado à assistência pré-natal; 15% afirmaram ter sofrido algum tipo de violência; 32% das grávidas presas não fizeram teste de sífilis e 4,6% das crianças nasceram com a forma congênita da doença.

Tráfico – Na comparação entre diferentes países, o Brasil apresenta a quinta maior população carcerária feminina do mundo, atrás de Estados Unidos (205.400 detentas), China (103.766) Rússia (53.304) e Tailândia (44.751), de acordo com dados do Infopen Mulheres, lançado em 2015.

Do total de mulheres presas, 60% estão encarceradas por crimes relacionados ao tráfico de drogas.

Fonte: Folha do Mate


Morre aos 74 anos a atriz e cantora Rogéria

5 de setembro de 2017

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A atriz Rogéria, de 74 anos, morreu na noite desta segunda-feira (4) no Rio. A artista estava internada com um caso de infecção urinária, mas teve uma complicação após uma crise convulsiva.

Rogéria foi registrada com o nome de Astolfo Barroso Pinto, em Cantagalo, Rio. Dizia que já era gay na barriga da mãe e nunca sofreu discriminação.

Começou a carreira artística como maquiadora da TV Rio. Estreou como artista de palco no dia 29 de maio de 1964, no espetáculo Les Girls, na Galeria Alaska, notório reduto de público homossexual, foi o primeiro espetáculo nacional de transexuais.

No Brasil, participou de shows, filmes, novelas. Foi vedete de Carlos Machado, e em 1979, venceu o Mambembe (importante prêmio criado pelo Ministério da Cultura e que distinguia as melhores produções do eixo Rio-São Paulo), por O Desembestado, peça com Grande Otelo. Enfrentou a ditadura fazendo espetáculos transgressores numa época de muita censura.

Todas as histórias da artista foram narradas no livro Rogéria – Uma Mulher e Mais Um Pouco, biografia lançada em outubro de 2016, pela editora Sextante. Foi escrita por Marcio Paschoal, amigo e vizinha de Rogéria no bairro carioca do Leme.

Fonte: Globo/Correio do Povo


Sintomas incomuns que podem indicar uma gravidez

25 de agosto de 2017

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Enjoos constantes, sonolência e tonturas são apenas alguns dos sintomas mais conhecidos e clássicos da gravidez. Mas uma série de outras coisas acontece no corpo da mulher quando ela espera um bebê e, em alguns casos, bastante estranhos.

Sangramento das gengivas podem ocorrer durante a gravidez por causa do aumento do fluxo sanguíneo que deixam os vasos maiores e mais sensíveis. O fluxo sanguíneo alterado pode provocar um certo inchaço e até mesmo mudança de cor da vulva.

Aumento ou diminuição da libido também podem ocorrer na gravidez por causa da produção hormonal intensa típica da condição. Não estranhe, portanto, mudanças no seu desejo sexual.

Algumas mulheres ainda experimentam na boca um gosto de metal durante a gestação. Isso ocorre por causa de alterações hormonais que afetam a sensibilidade do paladar, especialmente no primeiro trimestre da gravidez.

Coceira em diversas partes do corpo também pode afetar parte das gestantes por causa do hormônio HCF, que provoca ressecamento da pele, causando o incômodo.

Saiba mais: http://www.vix.com/pt/bdm/bebe/coceira-tosse-e-mais-11-sintomas-estranhos-que-podem-indicar-uma-gravidez?utm_source=facebook&utm_medium=manual&utm_campaign=VixMulher


Cabelos coloridos: alguns hábitos fazem a cor durar menos

25 de agosto de 2017

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Se você pinta o cabelo, saiba que os agentes externos estão entre os principais “inimigos” da coloração.

Em primeiro lugar, como vilão número um, há a exposição diária e constante ao sol. Em seguida, a exposição excessiva às fontes de temperatura, como banho quente e aparelhos como secador e chapinha, que ajudam a desbotar a cor obtida.

Para evitar esses desgastes, a recomendação é aplicar diariamente um creme sem enxágue que contenha filtro solar e tomar cuidado com outros hábitos que também podem ser prejudiciais para a tonalidade da cor do seu cabelo.

Não só o cloro da piscina, com também o adicionado à água encanada é altamente prejudicial para a coloração dos fios. Além de oxidar a cor, transformando a tonalidade em outra diferente da escolhida, pode ajudar a eliminar as moléculas de pigmento dos fios.

A exposição a outros procedimentos químicos, como alisamento, permanente e escova progressiva também pode provocar uma saturação dos fios tingidos, fazendo com que eles fiquem mais vulneráveis ao desbotamento após tanta química.

Produto bastante usado para remoção de resíduos químicos no cabelo, esse tipo de shampoo só deve ser adotado esporadicamente, principalmente, em quem pinta o cabelo. De poder altamente detergente, o shampoo tende a eliminar, inclusive, o pigmento dos fios.


Violência contra a mulher causa prejuízo de R$ 1 bilhão por ano

25 de agosto de 2017

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Falta de concentração, dificuldade de tomar decisões, erros ou acidentes e grande número de faltas são os impactos mais significativos da violência doméstica na vida profissional de milhares de mulheres no Brasil. Pela primeira vez, esses impactos foram contabilizados: conforme os dados, a economia do Brasil perde cerca de R$ 1 bilhão ao ano devido às consequências da agressão sofrida pelas trabalhadoras dentro de suas casas.

A informação foi divulgada em coletiva na reitoria da Universidade Federal do Ceará (UFC), em Fortaleza, como parte do segundo relatório da Pesquisa de Condições Socioeconômicas e Violência Doméstica e Familiar, que acompanhou a vida de 10 mil mulheres nas nove capitais nordestinas desde 2016.

A pesquisa revelou que, em média, as mulheres que são agredidas dentro de casa faltam 18 dias por ano. Além disso, elas também passam menos tempo empregadas em um local de trabalho: são, em média, 58 meses, contra os 78 meses que uma mulher que não sofre violência permanece empregada.

Como sugestões de mudanças para esse cenário, os pesquisadores defendem políticas de recursos humanos para identificar e apoiar empregadas vítimas de violência.

Como política pública possível, uma vez que o Brasil não dispõe de um mecanismo que compreenda a violência doméstica como risco de trabalho, os pesquisadores defendem a aprovação do Projeto de Lei 296, em tramitação no Congresso Nacional desde 2013, que cria o auxílio transitório em decorrência de risco social provocado pela situação de agressão no âmbito familiar.

Fonte: Correio do Povo


Mulheres que têm direito ao aborto enfrentam dificuldades no Brasil

25 de agosto de 2017

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Em casos de estupro, basta a decisão da mulher para que se tenha acesso ao aborto no Brasil. Segundo uma norma técnica do Ministério da Saúde, o hospital não pode exigir nenhuma autorização judicial, boletim de ocorrência ou exame de corpo de delito para realizar o aborto.

Além dos casos de estupro, a lei autoriza o aborto quando a mãe corre risco de vida na gestação ou quando está grávida de anencéfalo. Mas a realidade das mulheres que passam por isso é bem diferente.

A anencefalia é um dos casos em que a lei brasileira prevê o aborto legal. Os hospitais estão autorizados a fazer o procedimento. Quatro mulheres morrem por dia no Brasil em consequência de abortos.

A reportagem completa você confere na página do programa Profissão Repórter: http://g1.globo.com/profissao-reporter/noticia/2017/08/mulheres-que-tem-direito-ao-aborto-enfrentam-dificuldades-no-brasil.html