Saúde

Rio Grande do Sul tem primeiro caso de febre amarela em quase 10 anos

22 de fevereiro de 2018

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O Rio Grande do Sul teve registrado o primeiro caso de febre amarela em quase 10 anos, segundo informa o governo estadual. Por meio do Twitter, o secretário da Saúde, João Gabbardo dos Reis, informou que o paciente não havia sido vacinado, e contraiu a doença em Minas Gerais. Ainda segundo o secretário, o estado tem outros casos suspeitos em análise.

A febre amarela é transmitida por mosquitos a pessoas não vacinadas em áreas de mata. A vacinação está disponível nos postos de saúde de todo o país e é recomendada para pessoas que habitam ou visitam áreas com risco da doença. Uma dose apenas garante imunidade por toda a vida.

Fonte: G1


Dor no nervo ciático pode irradiar pelo corpo

21 de fevereiro de 2018

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O nervo ciático é o maior nervo do corpo humano, sendo formado por várias raízes nervosas que vem da coluna vertebral. O nervo ciático se inicia no final da coluna, passando pelos glúteos e parte posterior da coxa, e quando chega no joelho ele se divide entre nervo tibial e fibular comum, e chega até os pés. E é nesse trajeto todo que ele pode causar dor com sensação de formigamento, pontadas ou choque elétrico.

Quando existe compressão ou inflamação deste nervo, surge a dor ciática que causa sintomas como dor intensa no fundo das costas, glúteo ou pernas, dificuldade em manter a coluna ereta e dor ao andar. Nestes casos é importante procurar um médico ortopedista ou fisioterapeuta para que ele possa orientar o tratamento adequado.

Sintomas de Nervo Ciático Inflamado

1. Dor em formigamento, dormência ou choque na coluna, glúteo, perna ou planta do pé.

2. Sensação de queimação, fisgada ou perna cansada.

3. Fraqueza numa ou nas duas pernas.

4. Dor que piora ao ficar muito tempo parado.

5. Dificuldade para caminhar ou ficar muito tempo na mesma posição.

O tratamento para nervo ciático dolorido ou inflamado pode ser feito com uso de remédios analgésicos, anti-inflamatórios em forma de comprimidos, pomadas, uso de bolsas de calor e fisioterapia com exercícios específicos. Fonte: www.itcvertebral.com.br/


Ar-condicionado sem manutenção pode provocar vários riscos à saúde

20 de fevereiro de 2018

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O calor das últimas semanas transformou o ar condicionado em um equipamento indispensável para muitas pessoas. Mas, o cuidado com a manutenção é fundamental para que o aparelho refresque o ar no carro, em casa ou trabalho sem causar riscos para a saúde.

A pessoa que tem ar condicionado em casa ou no carro e não faz a limpeza adequada do aparelho pode estar respirando fungos, ácaros, vírus e bactérias. Esses microorganismos, que são invisíveis, ficam suspensos no ar e podem se acumular nos filtros dos aparelhos. O ideal é lavar os filtros a cada 15 dias.

Para Elisabete Alves Pereira, que estuda a poluição ambiental na Universidade Federal de São Carlos, o ar condicionado sujo deixa de ser um aliado para se tornar um vilão quando a manutenção não é feita. Quem respira o ar sujo pode ter crises de rinite, sinusite, asma, bronquite e até doenças graves, como pneumonia. Para evitar problemas, o cuidado vai além da manutenção.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) exige testes periódicos nos aparelhos de ar em locais públicos, com grande circulação de pessoas. Esses testes devem ser feitos pela vigilância sanitária dos municípios para comprovar que o ar não está contaminado. A multa em caso de falta de manutenção pode chegar a R$ 200 mil.

Fonte: G1


Novo antibiótico é capaz de combater superbactéria

15 de fevereiro de 2018

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Pesquisadores da Rockefeller University, em Nova York, descobriram em amostras do solo recolhidas em diversos pontos dos Estados Unidos uma nova família de antibióticos com potencial para combater infecções difíceis de tratar.

Testes mostraram que os compostos naturais, chamados de ‘malacidins’, foram capazes de debelar uma série de doenças bacterianas que se tornaram resistentes à maioria dos antibióticos, entre elas a superbactéria MRSA (sigla em inglês que se refere à Staphylococcus aureus, que é resistente à meticilina).

Especialistas dizem que a pesquisa, divulgada na publicação científica Nature Microbiology, dá esperança na corrida para encontrar antibióticos mais efetivos.

Doenças resistentes a remédios são uma das grandes ameaças à saúde no mundo todo e matam cerca de 700 mil pessoas por ano. Por isso a pressa para encontrar novos tratamentos.

Remédio da ‘poeira’

O chão está repleto de microorganismos vivos com potencial para produzir componentes terapêuticos, incluindo antibióticos.

Sean Brady, líder da equipe de pesquisadores da Rockefeller University, é um dos cientistas dedicados a explorar o potencial medicinal da “poeira”.

Seu time está usando uma técnica de sequenciamento de genes para analisar mais de mil amostras de solo coletadas em todos o território americano – e já identificou a nova família de antibióticos, chamada de ‘malacidins’, em muitas das amostras.

Eles chegaram a testar o componente natural em roedores já infectados por bactérias resistentes, e a infecção que eles tinham na pele foi eliminada.

Agora, os cientistas estão trabalhando para melhorar o medicamento e torná-lo ainda mais eficiente, na esperança de que essa nova família de antibióticos seja usada em tratamentos em humanos.

Fonte: G1


Balão intragástrico tem eficácia limitada e não provoca mudanças fisiológicas e hormonais

14 de fevereiro de 2018

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Algumas pessoas tentam perder peso com tratamentos clínicos, acompanhamento de especialistas como nutricionistas, preparadores físicos e psicólogos, mas mesmo assim, não conseguem.

Segundo o Ministério da Saúde, no Brasil, o excesso de peso e a obesidade aumentaram nos últimos seis anos. A proporção de pessoas acima do peso avançou de 42,7%, em 2006, para 48,5%, em 2011. No mesmo período, o percentual de obesos subiu de 11,4% para 15,8%.

Nesses casos de super obesidade, as pessoas recorrem à colocação do balão intragástrico, um procedimento que reduz a capacidade do estômago pela metade e provoca a perda de apetite e a saciedade, auxiliando no emagrecimento. Mas é importante se consultar com um médico que avalie o caso para recomendar ou não o uso do balão.

De 100 pacientes que colocam, 75 conseguem cumprir a meta mínima, que é perder 10% do peso. Mas, dos pacientes que conseguem emagrecer, 47% recupera o peso após um ano da retirada do balão.

A colocação é apenas um tratamento auxiliar, não uma cirurgia, e deve ser temporária, ou seja, o balão permanece no estômago por seis meses. Além disso, ele não provoca nenhuma mudança metabólica.

Estudos mostram que, diferente da cirurgia bariátrica, o balão tem eficácia limitada e não provoca mudanças fisiológicas e hormonais capazes de controlar as doenças associadas à obesidade, como diabetes.

A maior parte dos pacientes coloca o balão para diminuir peso e fazer a cirurgia bariátrica.

Alerta

O Conselho Federal de Medicina (CFM) diz que é proibido qualquer anúncio de procedimentos em jornais. Porém, a punição ao médico só ocorre se o CFM for comunicado.

Isso pode ocorrer de três formas: através de denúncia, matéria publicada na imprensa ou quando um paciente que teve problema em decorrência do procedimento entra com ação contra o médico. A partir disso, o CFM abre sindicância para apurar o caso. O médico pode ser simplesmente advertido ou até cassado.

Fonte: G1


Homens são mais atingidos pela hanseníase no Brasil

9 de fevereiro de 2018

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Na maior parte do mundo, a Organização Mundial da Saúde (OMS) se preocupa mais com as mulheres quando o assunto é a hanseníase, pois elas são mais afetadas pela doença. No Brasil, no entanto, atrás apenas da Índia no número de casos, são os homens os mais afetados. Isso se deve a uma série de fatores, como a classe social e a menor frequência com que eles vão a consultas médicas.

Segundo dados analisados nos últimos nove anos, tiveram uma queda de 37,1% em uma década – passaram de 40,1 mil registros de hanseníase em 2007 para 25,2 mil em 2016. A incidência, no entanto, se comparada com o resto do mundo é alta: a média internacional é de 2,9 mil casos por 100 mil habitantes; no Brasil, 12,2 casos por 100 mil.

Ao todo, de 2012 até 2016, foram diagnosticados 151.764 novos casos da doença. Destes, 84.447 eram homens (55,6%). No entanto, quando considerado apenas o grau 2 de incapacidade física, mais grave, com deformidade visível nas mãos, pés e/ou olhos, a diferença se acentua: a incidência é de 15,17 casos para cada 1 milhão de homens, enquanto no caso das mulheres o número baixa para 6,07.

A doença é causada pela bactéria Mycobacterium leprae. Estima-se que 95% das pessoas que são expostas sejam resistentes.

De acordo com a coordenação geral de Hanseníase e Doenças em Eliminação do Ministério da Saúde, os dados sobre hanseníase mostram que o homem é mais acometido pela doença.

Antigamente, a doença era conhecida como “lepra”. O nome foi substituído no Brasil em 1995 por criar um estigma sobre os pacientes. O Ministério da Saúde lembra que o tratamento está disponível no Sistema Único de Saúde (SUS) em todos os estados. O paciente deverá ser acompanhado durante cerca de um ano, dependendo da gravidade da doença. A hanseníase tem cura.


Crianças não devem ter acesso ao Facebook, dizem especialistas

8 de fevereiro de 2018

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Em uma carta aberta, os especialistas e grupos de proteção à infância afirmam que o Messenger Kids é uma iniciativa “irresponsável” que almeja estimular as crianças pequenas a usar o Facebook.

O argumento dos signatários da carta é de que crianças pequenas não estão prontas para ter contas em redes sociais.

“O Messenger Kids provavelmente será a primeira plataforma de redes sociais amplamente usada por crianças de 4 a 11 anos. Mas um crescente número de estudos demonstra que o uso excessivo de aparelhos digitais e de redes sociais é danoso para crianças e adolescentes, o que torna bastante provável que o novo aplicativo prejudique o desenvolvimento saudável dessas crianças”, diz a carta aberta.

O Messenger Kids foi anunciado em dezembro como uma “solução divertida e segura” para que crianças conversem, via vídeo ou chat, com amigos e familiares.


A maioria dos brasileiros não teme a morte ou a velhice, mas tem pavor de se tornar dependente de alguém

2 de fevereiro de 2018

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Entre os entrevistados, 84% têm medo de depender fisicamente de alguém, 83% temem a dependência mental e 78% a financeira. As mulheres são mais medrosas do que os homens: 87% a 81%, 86% a 79% e 81% a 75%, respectivamente.

No total, 71% dos brasileiros não temem a velhice e 74% não têm medo da morte. Os homens são os mais destemidos em ambos os temas: 76% contra 67% das mulheres e 79% contra 69%, respectivamente. Na média, os brasileiros querem viver até os 89 anos de idade, resposta que se mantém constante em todas as faixas etárias.

A faixa dos que têm mais de 60 anos é a que menos tem medo da velhice e da morte (80% nos dois casos). E aqui de novo os homens são mais destemidos: 83% contra 78% para velhice, 84% contra 74% para a morte.

O ápice dos que têm muito medo da velhice acontece dos 35 aos 44 anos: 11% deles dão essa resposta. Já em relação ao medo de morrer, ele decresce com a idade, de 67% de destemidos entre os mais novos até 80% entre os mais idosos.

Os brasileiros com curso superior são os mais apavorados: 13% dizem ter muito medo da velhice. Os mais ricos são ainda mais medrosos: 19% dos que ganham acima de dez salários mínimos (no total da população) têm muito medo de envelhecer, contra 9% entre os que ganham menos de cinco salários mínimos. Os brasileiros mais ricos têm também menos medo de morrer: 17%, contra 26% dos mais pobres.

Das três dependências, a financeira é a que apresenta maior queda quando se olham os mais velhos: 69% dos idosos temem depender de alguém financeiramente, contra 78% dos mais jovens. O pico é na faixa dos 35 aos 44 anos, na qual 82% assumem o temor. O medo, entre os idosos, de ficar dependente física ou mentalmente chega a 83% entre mulheres, aponta a pesquisa.


Casos de varizes aumentam em época de altas temperaturas

30 de janeiro de 2018

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Se suas pernas ficam inchadas, pesadas, e frequentemente apresentam câimbras e ardências, pode ser um sinal de que você precisa se consultar, com um angiologista ou um cirurgião vascular. Esses são alguns dos sintomas das doenças venosas. As temperaturas elevadas, como as do verão, favorecem o surgimento das varizes.

As varizes nos membros inferiores costumam surgir mais nas mulheres: de acordo com dados, pessoas do sexo feminino têm quatro vezes mais chance de desenvolver o problema, por conta de questões hormonais.

Quando as varizes começam a aparecer, as mulheres logo se preocupam com a questão estética, já que veias ficam altas, tortas e com colorações azuladas. Mas o especialista faz um alerta: a evolução da doença pode provocar problemas graves.

O tratamento pode ser feito por meio de escleroterapia (queima dos vasinhos das varizes) ou cirurgia.

A indicação é não fique parado por muito tempo, nem em pé nem sentado. No trabalho ou em uma viagem, faça pequenas caminhadas a cada duas horas.

Faça exercícios físicos que ajudem a fortalecer os músculos da perna. Isso ajuda as veias a devolverem o sangue para o coração.

Mantenha-se dentro do peso ideal para sua idade e altura.

Evite comer comidas com muito sal, pois isso favorece a retenção de líquido, que por conta da gravidade, vai parar nas pernas.

Não use saltos altos com muita frequência porque este tipo de calçado dificulta o retorno do sangue ao coração.

Se possível, procure ficar em locais com temperaturas amenas.


Confira algumas dicas para se livrar de dores musculares frequentes

26 de janeiro de 2018

A sensação de dor nos músculos é um sinal que o nosso corpo envia para nos informar de que algo não vai bem. Portanto, é preciso observar, investigar e, principalmente, tratar a dor com o auxílio de um médico especialista.

1. Praticar exercícios físicos

A prática regular de esportes é extremamente benéfica para a saúde do corpo e previne dores musculares, pois fortalece a musculatura e tende a regular a postura do corpo.

A principal dica é começar com exercícios leves e aumentar a intensidade gradativamente, à medida que os seus músculos se ajustam aos esforços.

2. Fazer alongamento ao acordar

Além de preparar o corpo para a rotina agitada do dia a dia, o alongamento matinal ajuda a eliminar a tensão causada pelas posturas inadequadas que foram adotadas durante o sono. Dessa forma, é possível prevenir e eliminar incômodos comuns, como torcicolos e dores nas costas.

3. Não exagerar nas atividades físicas

Em busca do fortalecimento ou do emagrecimento rápido, muitas pessoas exageram na quantidade e intensidade das atividades físicas. Isso representa um grande perigo para o corpo, pois esse abuso pode causar lesões, distensões musculares e dores.

4. Manter uma alimentação balanceada

Parece improvável, mas a alimentação também exerce uma grande influência sobre as dores musculares frequentes. Por isso, inclua boas fontes de proteína na sua dieta diária, por meio de alimentos saudáveis, como ovos, frango, peixes, tofu, lentilha, grão-de-bico e quinoa.

5. Descansar o suficiente

O descanso é fundamental para recuperar as fibras musculares e fortalecer a musculatura. Saiba o momento certo de parar um pouco e evite levar o seu corpo à exaustão. Além disso, o sono também é essencial para se livrar das dores musculares, pois é durante esse período que os nossos músculos se recuperam.

Fonte: Dr Consulta