Saúde

Diagnóstico rápido é essencial para o tratamento de irritações de pele

25 de abril de 2018

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A  dermatite atópica é uma doença crônica causa inflamação na pele, resultando em lesões avermelhadas que apresentam crostas, coçam, descamam e às vezes ficam úmidas. Pode afetar pessoas com histórico familiar de asma ou rinite alérgica e não é contagiosa.

Mais comum na infância, pode desaparecer com a idade ou piorar. Em 90% dos casos, a criança apresenta melhora depois da puberdade, pois a oleosidade da pele que aparece na adolescência contribui para a restauração da barreira da pele que melhora o ressecamento.

Para evitar as crises, é muito importante manter a pele hidratada. Anote cinco regras básicas: banho rápido, morno, com pouco sabonete, sem bucha e apenas uma vez ao dia. Os tratamentos incluem pomadas, cremes e uso diário de hidratante.

Fonte: G1

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Entenda como Kate Middleton deixou maternidade sete horas após o parto

24 de abril de 2018

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Kate Middleton deu à luz seu terceiro filho nesta segunda-feira (23). O menino, que ainda não teve o nome divulgado, nasceu às 11h01 por parto normal. Apenas sete horas depois, a duquesa de Cambridge já acenava para a imprensa ao lado do príncipe William com a criança no colo deixando o Hospital St Mary, em Londres.

A rapidez com que Kate voltou para casa chama atenção das mães brasileiras, mas não é algo incomum no Reino Unido, seja para membros da realeza, seja para plebeias. Quando não há problema na hora parto, a legislação local estipula que as mulheres já podem receber alta seis horas após dar à luz.

No Brasil, uma portaria do Ministério da Saúde diz que o prazo mínimo para liberação após o parto normal sem complicações é de 24 horas. Em caso de cesáreas, o mínimo são 48 horas, mas muitas mulheres acabam ficando por mais tempo no hospital.

No Reino Unido existe a garantia de um serviço de atendimento em casa por um profissional de saúde (médico ou obstetriz) durante 21 dias.

Fonte: G1


Nova técnica de redução de estômago por endoscopia é testada no Brasil

15 de março de 2018

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Pacientes com sobrepeso ou obesidade moderada (IMC acima de 30) podem tratar o excesso de peso com uma nova técnica de redução de estômago aprovada recentemente no Brasil: a gastroplastia endoscópica, procedimento realizado via endoscopia, de forma menos invasiva, sem cortes, que reduz o tamanho do estômago para cerca de 60%, promovendo a saciedade. A perda de peso estimada no período de um ano é de 20% a 25% do peso original.

A técnica foi aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em novembro e, por enquanto, os procedimentos são realizados apenas pela Faculdade de Medicina do ABC.

Ao contrário da cirurgia bariátrica tradicional, indicada apenas para pacientes com IMC acima de 35 (associado à comorbidades), a gastroplastia endoscópica não é uma cirurgia propriamente dita, embora seja realizada em centro cirúrgico e com anestesia geral.

Na nova técnica, um endoscópio flexível com uma câmera de alta resolução é inserido no paciente por meio da boca até chegar ao estômago. Uma agulha com um fio altamente resistente costura parte do órgão, diminuindo seu tamanho e o deixando em formato de tubo.

Em nota, o Conselho Federal de Medicina (CFM) informou que a gastroplastia endoscópica ainda não consta do rol de procedimentos bariátricos reconhecidos pelo órgão.

Informa ainda que, até o momento, não houve formalização de pedido para reconhecimento dessa técnica junto ao CFM e, por enquanto, o procedimento pode ser realizado apenas por meio de protocolos de pesquisa.

Fonte: Rádio Gaúcha

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Ministério da Saúde lança campanha para aumentar número de jovens vacinados contra o HPV

14 de março de 2018

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O Ministério da Saúde espera vacinar 10 milhões de jovens contra o vírus HPV neste ano. Segundo a pasta, o número é o que falta para atingir 80% da população-alvo.

A campanha foi lançada com a apresentação de um estudo, que revelou que a prevalência do papilomavírus humano ultrapassa os 50% no Brasil.

Segundo o ministro da Saúde, Ricardo Barros, a ideia da campanha é aumentar o número de jovens vacinados. A faixa de vacinação para o HPV se mantém entre 9 e 14 anos para as meninas. Para os meninos, a idade recomendada é de 11 a 14 anos.

Além do HPV, a campanha incluirá o reforço da vacinação contra a meningite C. A primeira dose é geralmente aplicada até os 4 anos de idade. O Ministério da Saúde calcula que essa forma da doença é a mais prevalente entre as meningites bacterianas.

Assim como no caso do HPV, a campanha da vacinação contra a meningite focará nos pré-adolescentes: meninos de 11 a 14 anos e meninas de 12 e 13 anos.

Ao todo, Ministério da Saúde vai gastar R$ 506,6 milhões para adquirir 14 milhões de vacinas contra o HPV e 493 milhões para a compra de 15 milhões de doses contra a meningite C.

Fonte:G1

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Teoria de que vacinas deixam crianças expostas a todo tipo de infecção é infundada, sugere estudo

8 de março de 2018

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Cientistas verificaram se faz sentido dizer que as várias vacinas tomadas na infância deixam as crianças mais vulneráveis a infecções de modo geral.

Segundo os pesquisadores, alguns pais têm levantado a hipótese de que a variedade de vacinas enfraqueceria o sistema imune ao ponto que a criança ficaria exposta a todo tipo de infecção. Depois de análise, a resposta é que não há relação entre infecções em geral e os vários imunizantes da infância.

Estudo não viu relação da vacina com infecções

Para chegar a essa conclusão, cientistas fizeram estudo inédito que relacionou o calendário vacinal nos Estados Unidos à taxa de doenças registradas em crianças.

Pesquisadores escolheram 193 crianças que foram hospitalizadas com doenças respiratórias e outras infecções. Elas foram comparadas com um grupo de 751 crianças que não tinham ficado doentes.

As crianças foram acompanhadas durante os 23 meses de vida. Como todas haviam tomado vacinas, uma maneira de verificar se a vacina é a responsável pela infecção foi localizar uma proteína do sistema imune que é desenvolvida após a vacinação.

Depois de localizada a proteína, pesquisadores verificaram se essa substância tinha relação com as hospitalizações — e a resposta foi negativa.

“A vacinação não pareceu danificar o sistema imunológico de uma forma que fizesse com que as crianças fossem mais propensas às infecções”, disse o pediatra Matthew Daley, coautor do estudo, em nota.

Fonte: G1


Pesquisas revelam que a solidão pode afetar sua saúde física

6 de março de 2018

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Vários estudos têm vinculado a solidão crônica e o isolamento social a uma maior incidência de doenças e a um risco maior de morte prematura. Os cientistas, no entanto, desconhecem qual o mecanismo exato por trás desta relação, que não é necessariamente de causa e efeito.

De qualquer forma, as pesquisas deixam claro que a solidão e o isolamento social estão ligados a doenças mentais e físicas.

A solidão está associada a um aumento de quase um terço do risco de sofrer doenças cardiovasculares, como problemas de coração e derrames cerebrais. Nicole Valtorta, da Universidade Newcastle, no Reino Unido, estudou o fenômeno e disse à BBC que três mecanismos podem explicar essa correlação.

Um estudo das universidades da Califórnia e de Chicago, publicado em 2015 na revista especializada PNAS, investigou o efeito celular da solidão em humanos e macacos, e concluiu que o sentimento de isolamento pode reduzir a eficiência do sistema imunológico.

Outro estudo da Universidade de Chicago concluiu que as pessoas que sofrem de solidão têm maior probabilidade de ter pressão sanguínea mais alta no futuro.
A hipertensão está associada a um maior risco de derrame, ataque do coração, problemas de rim e demência. O estudo foi publicado em 2010 na revista Psychology and Aging.

O isolamento social e a solidão estão associados a um aumento de 30% no risco de morte prematura, segundo um estudo da Universidade Brigham Young, dos Estados Unidos, publicado em 2015 na revista da Association for Psychological Science.

Fonte: G1


Medicamentos para doenças raras ganham avaliação rápida na Anvisa

1 de março de 2018

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A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) definiu uma série de critérios e prazos para acelerar a aprovação de medicamentos para doenças raras.

As normas da agência entraram em vigor na terça-feira (27) e marcaram o Dia Mundial da Doença Rara, lembrado nesta quarta-feira (28).

Segundo as novas regras, a agência terá até 30 dias para avaliar o ensaio clínico que subsidia a aprovação do medicamento. Trata-se de uma etapa importante de aprovação — já que esses testes avaliam se a terapia foi eficaz em portadores.

Também foi definido prazo para a certificação de boas práticas, que será de 120 dias. Nessa fase, a Anvisa verifica as condições em que o medicamento será produzido.

Uma doença é considerada rara quando afeta até 65 pessoas a cada 100 mil habitantes.

Atualmente, segundo a Organização Mundial da Saúde, foram identificadas cerca de 8 mil doenças raras e a estimativa é que de 6% a 8% da população mundial tenha alguma doença deste tipo.

Medicamentos para doenças raras enfrentam problemas na condução de testes, já que não há um grande volume de pessoas que enfrentam as condições.

Fonte: G1


Rio Grande do Sul tem primeiro caso de febre amarela em quase 10 anos

22 de fevereiro de 2018

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O Rio Grande do Sul teve registrado o primeiro caso de febre amarela em quase 10 anos, segundo informa o governo estadual. Por meio do Twitter, o secretário da Saúde, João Gabbardo dos Reis, informou que o paciente não havia sido vacinado, e contraiu a doença em Minas Gerais. Ainda segundo o secretário, o estado tem outros casos suspeitos em análise.

A febre amarela é transmitida por mosquitos a pessoas não vacinadas em áreas de mata. A vacinação está disponível nos postos de saúde de todo o país e é recomendada para pessoas que habitam ou visitam áreas com risco da doença. Uma dose apenas garante imunidade por toda a vida.

Fonte: G1


Dor no nervo ciático pode irradiar pelo corpo

21 de fevereiro de 2018

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O nervo ciático é o maior nervo do corpo humano, sendo formado por várias raízes nervosas que vem da coluna vertebral. O nervo ciático se inicia no final da coluna, passando pelos glúteos e parte posterior da coxa, e quando chega no joelho ele se divide entre nervo tibial e fibular comum, e chega até os pés. E é nesse trajeto todo que ele pode causar dor com sensação de formigamento, pontadas ou choque elétrico.

Quando existe compressão ou inflamação deste nervo, surge a dor ciática que causa sintomas como dor intensa no fundo das costas, glúteo ou pernas, dificuldade em manter a coluna ereta e dor ao andar. Nestes casos é importante procurar um médico ortopedista ou fisioterapeuta para que ele possa orientar o tratamento adequado.

Sintomas de Nervo Ciático Inflamado

1. Dor em formigamento, dormência ou choque na coluna, glúteo, perna ou planta do pé.

2. Sensação de queimação, fisgada ou perna cansada.

3. Fraqueza numa ou nas duas pernas.

4. Dor que piora ao ficar muito tempo parado.

5. Dificuldade para caminhar ou ficar muito tempo na mesma posição.

O tratamento para nervo ciático dolorido ou inflamado pode ser feito com uso de remédios analgésicos, anti-inflamatórios em forma de comprimidos, pomadas, uso de bolsas de calor e fisioterapia com exercícios específicos. Fonte: www.itcvertebral.com.br/


Ar-condicionado sem manutenção pode provocar vários riscos à saúde

20 de fevereiro de 2018

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O calor das últimas semanas transformou o ar condicionado em um equipamento indispensável para muitas pessoas. Mas, o cuidado com a manutenção é fundamental para que o aparelho refresque o ar no carro, em casa ou trabalho sem causar riscos para a saúde.

A pessoa que tem ar condicionado em casa ou no carro e não faz a limpeza adequada do aparelho pode estar respirando fungos, ácaros, vírus e bactérias. Esses microorganismos, que são invisíveis, ficam suspensos no ar e podem se acumular nos filtros dos aparelhos. O ideal é lavar os filtros a cada 15 dias.

Para Elisabete Alves Pereira, que estuda a poluição ambiental na Universidade Federal de São Carlos, o ar condicionado sujo deixa de ser um aliado para se tornar um vilão quando a manutenção não é feita. Quem respira o ar sujo pode ter crises de rinite, sinusite, asma, bronquite e até doenças graves, como pneumonia. Para evitar problemas, o cuidado vai além da manutenção.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) exige testes periódicos nos aparelhos de ar em locais públicos, com grande circulação de pessoas. Esses testes devem ser feitos pela vigilância sanitária dos municípios para comprovar que o ar não está contaminado. A multa em caso de falta de manutenção pode chegar a R$ 200 mil.

Fonte: G1