Saúde

Pequenas mudanças nos hábitos alimentares podem prolongar vida

20 de julho de 2017

É difícil manter uma alimentação regrada o tempo todo, mas fazer pequenas melhorias ao escolher alimentos mais saudáveis de vez em quando pode aumentar significativamente as chances de viver mais, segundo um estudo americano publicado nesta quarta-feira (12).

O estudo, publicado no “New England Journal of Medicine”, é o primeiro a mostrar que melhorar a qualidade da dieta ao longo de pelo menos 12 anos está associado a menores taxas de mortalidade por doenças cardiovasculares e outras causas.

Pesquisadores da Universidade de Harvard rastrearam mudanças na dieta em uma população de quase 74 mil profissionais de saúde que registraram seus hábitos alimentares a cada quatro anos.

Os pesquisadores usaram um sistema de pontuações de qualidade da dieta para avaliar o quanto as dietas tinham melhorado.

Por exemplo, um aumento de 20% nas pontuações poderia “ser alcançado trocando apenas uma porção de carne vermelha ou processada por uma porção diária de nozes ou legumes”, segundo a pesquisa.

Ao longo do período de 12 anos, aqueles que passaram a comer um pouco melhor do que no começo – principalmente consumindo mais grãos integrais, frutas, vegetais e peixes gordurosos – tiveram um risco de 8% a 17% menor de morrer prematuramente nos próximos 12 anos.

Aqueles cujas dietas pioraram ao longo do tempo tiveram um aumento de 6% a 12% no risco de morrer nos próximos 12 anos de acompanhamento.

“Nossos resultados destacam os benefícios a longo prazo para a saúde de melhorar a qualidade da dieta, com ênfase nos padrões alimentares gerais, em vez de em alimentos ou nutrientes individuais”, disse o autor sênior do estudo, Frank Hu, professor e presidente do Departamento de Nutrição da Escola Harvard Chan.

Fonte: G1


Cuidados com a pele no inverno

19 de julho de 2017

Durante o inverno, a umidade do ar baixa e as temperaturas mais frias levam à diminuição na transpiração corporal. Esses fatores fazem com que a pele fique mais seca. Além disso, nesta época, é comum tomarmos banhos mais quentes, que provocam uma remoção da oleosidade natural de forma mais intensa, diminuindo o manto lipídico que retém a umidade da pele.

Tanto a pele do rosto quanto a do corpo estão sujeita ao ressecamento no inverno. O clima frio e seco pode deixá-las com aspecto esbranquiçado, o que indica a desnaturação das proteínas. Para evitar tais sintomas é importante fazer hidratações corporais mais profundas e, além disso, investir em uma alimentação saudável, rica em vitaminas e antioxidantes, o que pode trazer benefícios em longo prazo.

Alimentação adequada

O ideal é comer legumes, hortaliças e frutas, alimentos que são fontes de vitaminas e minerais que neutralizam os radicais livres, prevenindo o envelhecimento da pele. As frutas ricas em vitamina C, como o morango, a laranja, a mexerica, o limão e a cereja, entre outras; e vegetais, como o brócolis, o repolho e a cenoura, são exemplos de alimentos para esta estação.

Durante o inverno, é muito comum que as pessoas diminuam a ingestão de líquidos, um erro brutal. Manter a ingestão de água é extremamente importante para conservar a hidratação da pele e de todo o organismo que, naturalmente, fica debilitado por causa do clima frio. Um corpo hidratado apresenta uma pele macia e elástica. Para pessoas que têm dificuldade em tomar água durante esta estação, uma dica: ingerir chás claros ou de frutas, dividindo a quantidade indicada para um dia, dois litros, entre água e chás. Assim, o consumo torna-se mais prazeroso.

Fonte: www.sbd.org.br


Superbactérias avançam no Brasil e preocupam autoridades de saúde

18 de julho de 2017

216df680-6882-11e5-9d8a-f9cb3f1d0bb5_superbacterias

Bactérias que não respondem a antibióticos vêm aumentando a taxas alarmantes no Brasil e já são responsáveis por ao menos 23 mil mortes anuais no país, afirmam especialistas.

Capazes de criar escudos contra os medicamentos mais potentes, esses organismos infectam pacientes geralmente debilitados em camas de hospitais e se espalham rapidamente pela falta de antibióticos capazes de contê-los. Por isso, as chamadas superbactérias são consideradas a próxima grande ameaça global em saúde pública pela OMS (Organização Mundial da Saúde).

Perigosas

Um exemplo é a Acinetobacter spp. A bactéria pode causar infecções de urina, da corrente sanguínea e pneumonia e foi incluída na lista da OMS como uma das 12 bactérias de maior risco à saúde humana pelo seu alto poder de resistência.

De acordo com a Anvisa, 77,4% das infecções da corrente sanguínea registradas em hospitais por essa bactéria em 2015 foram causadas por uma versão resistente a antibióticos poderosos, como os carbapenems.

Essa família de antibióticos é uma das últimas opções que restam aos médicos no caso de infecções graves.

De acordo com especialistas, o número crescente de infecções – que poderiam ser barradas por mais higiene e saneamento básico – também é um problema, porque demanda maior uso de antibióticos, o que, por sua vez, seleciona mais bactérias resistentes, perpetuando um círculo vicioso.

Fonte: G1


Vacinas experimentais contra zika conseguiram proteger fetos de roedores

14 de julho de 2017

wqqw

As vacinas contra zika, ainda em fase de testes, foram capazes de proteger os fetos de fêmeas de camundongos grávidas infectadas pelo vírus.

Resultados do experimento, que teve a participação de pesquisadores do Instituto Evandro Chagas, do Pará, foram publicados nesta quinta-feira (13) na revista especializada “Cell”.

A proteção dos fetos contra o zika é um dos desafios que a ciência tem enfrentado no contexto da epidemia de microcefalia que afetou o Brasil a partir do final de 2015, daí a importância da conclusão do estudo.

O vírus da zika aumenta o risco do nascimento de bebês com microcefalia e outros problemas de desenvolvimento quando as mães são infectadas durante a gestação.

A pesquisa, que também envolveu pesquisadores da Universidade de Washington, da Universidade do Texas e do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas (NIAID) dos Estados Unidos, avaliou dois tipos diferentes de vacinas de zika experimentais: uma vacina feita a partir de RNA mensageiro modificado, desenvolvida pela empresa Moderna Therapeutics, e uma vacina de vírus vivo atenuado, desenvolvida em parceria entre o Instituto Evandro Chagas e a Universidade do Texas.

Fonte: G1


Primeiro parto humanizado é realizado no novo Centro Obstétrico do Conceição

13 de julho de 2017

thumb

Um menino de 3,21 quilos foi o primeiro bebê que nasceu de parto humanizado na Sala Iracema do novo Centro Obstétrico do Hospital Nossa Senhora da Conceição (CO/HNSC), pelo SUS.

O nascimento aconteceu às 3h33min dessa quarta-feira. A mãe Laís dos Santos Gomes, é moradora da cidade de Santo Antônio da Patrulha, onde o recém-nascido será registrado pelo pai.

A médica responsável pelo plantão do CO Rosane Teixeira acompanhou o trabalho da equipe que atuou no parto natural assistido, realizado no novo espaço, conforme as diretrizes do Ministério da Saúde e da Organização Mundial da Saúde.

A maternidade do Hospital Conceição comemorou 51 anos de atividade dia 10 de julho. Após 12 meses de reforma, o Centro Obstétrico passa a realizar 4 mil partos ao ano sob o modelo de atenção previsto pela Rede Cegonha. A inauguração ocorreu com a presença do ministro da Saúde, Ricardo Barros, diretoria do GHC, autoridades e profissionais de saúde.

Fonte: Correio do Povo


Dor crônica afeta 37% dos brasileiros, de acordo com estudo nacional

12 de julho de 2017

mapa-da-dor

A dor crônica faz parte do cotidiano de 37% dos brasileiros, segundo um estudo apresentado no Congresso da Sociedade Brasileira de Médicos Intervencionistas em Dor (Sobramid).

O levantamento – coordenado por pesquisadores ligados à Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), à Faculdade de Medicina do ABC e à Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor (SBED) – levou em conta entrevistas com 919 pessoas de todas as regiões do Brasil.

A dor pode ser definida como crônica quando ocorre por mais de três meses seguidos e persiste mesmo depois de tratada sua causa. As principais dores crônicas no Brasil e no mundo são dores na região lombar e dores de cabeça. Também são comuns dores relacionadas ao câncer e doenças osteoarticulares.

Diferenças regionais

Segundo o estudo, a região mais afetada pelo problema é o Sul, onde 42% dos participantes relataram vivenciar a dor crônica. Já o Centro-oeste foi a região onde o problema foi relatado por menos pessoas: 24% dos entrevistados.

De acordo com a pesquisa, o relato de dor cônica é mais prevalente entre as mulheres no Norte, Centro-oeste, Sudeste e Sul. Somente no Nordeste homens relataram sentir mais dor crônica do que as mulheres. Segundo os especialistas, essa característica também se repete em outras partes do mundo.

Fonte: G1


Saúde libera R$ 20 milhões para estudos sobre a nutrição dos brasileiros

11 de julho de 2017

O Ministério da Saúde vai investir R$ 20 milhões em pesquisas relacionadas à alimentação e à nutrição dos brasileiros. Três editais foram lançados para financiar estudos que levantem informações sobre os atuais hábitos alimentares e o estado de saúde dos brasileiros, em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), que vai cuidar da parte operacional.

Segundo o Ministério, o objetivo é que as pesquisas financiadas melhorem o conhecimento da situação nutricional e produzam estratégias para promover a saúde, em especial, de crianças e adolescentes.

De acordo com a Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009, 33,5% das crianças brasileiras de 5 a 9 anos apresentam excesso de peso. O mesmo percentual atinge os brasileiros de 12 a 17 anos, dos quais 8,4% estão obesos, segundo o Estudo de Riscos Cardiovasculares em Adolescentes (Erica-2015).

Além de desafios como o aumento do excesso de peso, obesidade e doenças crônicas, o país também enfrenta problemas históricos como carência de micronutrientes entre crianças.

Editais

O primeiro edital é o Inquérito Nacional de Alimentação e Nutrição Infantil, com o financiamento de R$15 milhões. A pesquisa terá três eixos de avaliação: consumo alimentar; antropometria e avaliação bioquímica das carências de micronutrientes.

O segundo edital tem financiamento de R$ 5,6 milhões e visa apoiar projetos de pesquisa que contribuam para o desenvolvimento científico, tecnológico e a inovação do país. Serão contemplados temas como obesidade, promoção da alimentação adequada e saudável, organização da atenção nutricional, regulação de publicidade infantil, taxação e rotulagem de alimentos, qualidade de dados antropométricos e estratégias de programas relacionados à saúde pública.

O terceiro edital tem verba de R$ 400 mil para revisões sistemáticas da literatura em estudos sobre obesidade, prevalência da deficiência de micronutrientes e intervenções efetivas para prevenção e controle da deficiência de micronutrientes.

Fonte: Agência Brasil


Consumo de antidepressivos cresce 74% em seis anos no Brasil

7 de julho de 2017

remc3a9dio11

De acordo com um relatório divulgado pela Organização Mundial de Saúde (OMS), a população brasileira é a mais deprimida da América Latina. Essa triste constatação acaba de receber reforço de um levantamento realizado pela SulAmérica: em seis anos, houve um salto de 74% no número de antidepressivos adquiridos pelos segurados dessa operadora. Foram 35 453 unidades em 2010 contra 61 859 em 2016.

Seguindo a tendência global, o estudo encontrou maior prevalência do uso desses medicamentos entre mulheres e pessoas a partir dos 50 anos. Atualmente, os antidepressivos ocupam a segunda posição na lista de remédios mais vendidos contra desordens do sistema nervoso, com 6% do total na categoria.

O primeiro lugar pertence aos analgésicos, que somam 10% das vendas. Já os ansiolíticos estão em terceiro. Aliás, a demanda pelos fármacos usados contra a ansiedade também avançou demais: de 17 197 unidades para 36 179 no mesmo período, o que corresponde a um incremento de 110%.

Fonte: Abril


Esponja de lavar louça acumula 680 milhões de fungos e bactérias em 15 dias de uso, diz pesquisa

6 de julho de 2017

lab-bucha

Pesquisadores de Campinas (SP) descobriram que 15 dias de uso de uma esponja de lavar louça são suficientes para deixá-la com 680 milhões de fungos e bactérias, que podem causar de diarreia e febre a problemas pulmonares. O maior risco é para idosos, crianças e pessoas com baixa imunidade.

O estudo, feito pela Faculdade DeVry Metrocamp – que pertence a um grupo educacional dos EUA, foi realizado com amostras de esponjas usadas por esse período, e não higienizadas. O resultado assusta, mas os pesquisadores ressaltam que boa parte desses micro-organismos já estão presentes no nosso corpo e no ambiente. O problema é quando se trata de uma quantidade excessiva deles.

Higienizar ou comprar nova?

Para deixar a esponja livre dos micro-organismos, os pesquisadores ensinam que todos os dias é preciso repetir um procedimento: colocá-la no micro-ondas com um pouco de água em potência alta por 2 minutos.

O resultado, garante o estudo, é uma esponja mais higienizada do que uma outra nova em folha. Os testes realizados em laboratório mostram que ela fica mais limpa e com menos fungos e bactérias do que uma esponja nova.

Outra opção de limpeza testada no estudo é colocar a ferramenta em uma solução na proporção de duas colheres de água sanitária para 1 litro de água. A esponja deve ficar imersa por dez minutos.

Também é importante não deixar a esponja em potes de sabões em pasta ou úmidas, pois quanto mais úmida, mais contaminada ela fica.

No entanto, todos esses procedimentos devem ser feitos desde o primeiro até o 15º dia de uso, quando ela deve ser realmente substituída por outra.

Fonte: G1


Dor de garganta e rouquidão são sintomas comuns no inverno

4 de julho de 2017

Dor-de-Garganta-1

Nessa época de frio, a garganta fica mais sensível. A dor de garganta pode surgir por irritação ou infecção. Os sintomas são febre, mal estar, dor de cabeça, dor no corpo, nódulo no pescoço e dor forte que atrapalha na hora de engolir.

Se a infecção for bacteriana o tratamento é feito com antibiótico receitado pelo médico. Se ela for irritativa, alguns cuidados caseiros podem ajudar: tomar bastante água, mel e própolis e gargarejo com água morna e sal.

A rouquidão é uma inflamação, que pode ter várias causas: resfriado ou gripe, trauma ou fator psicológico. Para prevenir, a dica é não gritar, não competir com o som. Se já ficou rouco, descanse sua voz. Ingerir bastante água e fazer a inalação ajuda a manter as cordas vocais hidratadas e lubrificadas.

Fonte: G1