Saúde

Morre terceira vítima de gripe A no Rio Grande do Sul em 2017

18 de maio de 2017

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O Rio Grande do Sul registrou a terceira morte por gripe A em 2017, conforme informou nesta quarta-feira (17) o secretário estadual da Saúde, João Gabbardo dos Reis. Assim como nos casos anteriores, a vítima não havia sido vacinada.

De acordo com o secretário, o homem de 66 anos morreu no domingo (14), mas a confirmação de que foi vítima de gripe A, do tipo H3N2, saiu nesta quarta-feira. Ele morava em Dom Pedrito, na Região da Campanha, e tinha doenças respiratórias.

Assim como os outros dois mortos por conta da gripe A no estado, esse homem fazia parte do grupo de risco por dois motivos: a idade, que era superior a 60 anos, e por ser portador de doença crônica.

“Chama a atenção que foi mais um caso de H3N2, o que confirma que esse tipo da doença está afetando mais os gaúchos neste ano”, avalia Gabbardo.

A secretaria informa, ainda, que nessa mesma época do ano passado já haviam sido registrados 978 casos de gripe A, sendo 132 óbitos. Até agora, nesse mesmo período de 2017, são 33 casos confirmado e três mortes.

A campanha de vacinação vai até o dia 26 de maio e tem como meta imunizar 90% de cada grupo alvo da doença. O secretário ressalta, também, que a vacina leva cerca de 15 dias para começar a fazer efeito.

Confira quem faz parte do grupo de risco:

pessoas com 60 anos ou mais

grávidas e até 45 dias depois do parto

crianças de seis meses até cinco anos

portadores de doenças crônicas

trabalhadores da saúde

apenados e pessoas que trabalham no sistema prisional

professores da rede pública e privada

população indígena

Fonte: G1


Maços de cigarro deverão ter mensagens mais rígidas

12 de maio de 2017

A Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa) encaminhou para consulta pública (quando a população, empresas e organizações opinam sobre um assunto), novas propostas para a venda do cigarros e alteração das imagens nas embalagens de maços.

As mensagens estampadas nos maços deverão ficar mais duras. “Você brocha e fica impotente”, “Você morre de câncer de pulmão e enfisema”, “Você perde a liberdade” e “Você afasta pessoas consumindo este produto” são algumas das frases propostas. De acordo com o Programa de Boas Práticas Regulatórias da Anvisa, as imagens de advertência têm papel fundamental na conscientização sobre o fumo. Há nove anos as imagens não são trocadas.

As novas regras poderão afetar também os pontos de venda, sendo proibido qualquer tipo de destaque aos expositores dos cigarros. Além disso, os maços não poderão ficar próximos de alimentos e produtos para o público infantil. Logo após a divulgação da consulta, a empresa Souza Cruz, fabricante de cigarros, entrou na Justiça alegando que as medidas dificultariam o acesso ao produto, diminuindo o espaço destinado à identificação das marcas, confundindo o público e facilitando a réplica por produtos falsificados.

Segundo a proposta, os estabelecimentos que comercializam os produtos também estarão proibidos de realizar qualquer promoção em relação ao cigarro associado ao êxito sexual, à prática desportiva ou propriedades calmantes e precisarão fortalecer a proibição para menores de 18 anos.

Fonte: Veja


Ministério da Saúde não recomenda uso de polvos de crochê em incubadoras

10 de maio de 2017

Governo não proíbe bichinhos, mas diz que não vê comprovação científica dos benefícios.

Ministério da Saúde enviou uma nota técnica a todas as secretarias estaduais do país, no último mês, para informar que não recomenda o uso de polvos de crochê em incubadoras de recém-nascidos. Segundo o governo, não há comprovação científica sobre os benefícios do bichinho como instrumento terapêutico.

O ministério informou que isso não significa que o polvo está proibido, ou que faça mal aos bebês. A nota técnica é assinada pela Coordenação Geral de Saúde da Criança e Aleitamento Materno do ministério. Segundo as coordenadoras do setor, a melhor forma de cuidar dos recém-nascidos é o chamado método canguru, adotado desde 2000 no país, e que prevê o contato direto, pele a pele, entre bebês e familiares.

Os bonecos de crochê são feitos em fios 100% algodão, com oito tentáculos de 22 centímetros – muitas vezes, os bichinhos são maiores que as próprias crianças. Antes de serem colocados nas incubadoras, os objetos precisam ser esterilizados para evitar infecções. Em geral, os bebês podem levar os bichos para casa quando recebem alta médica.

Virou febre

Os polvos de crochê surgiram em um hospital universitário da Dinamarca, em 2013, e ficaram conhecidos como “projeto Octo”. No Brasil, uma das primeiras unidades a adotar o método foi o Hospital Regional de Santa Maria, no Distrito Federal. Lá, os bonecos começaram a ser usados no fim de março.

Segundo os defensores da iniciativa, os polvos envolvem os bebês e aumentam a sensação de acolhimento das incubadoras, evitando choques e acidentes nas paredes do leito. Além disso, os tentáculos remeteriam ao cordão umbilical da mãe, dando sensação de proteção ao bebê.

Polvo ou canguru?

O governo federal classifica os polvos do projeto Octo como um “brinquedo”, e nega que a semelhança dos tentáculos com o cordão umbilical seja suficiente para despertar algum conforto extra ao bebê.

Em contrapartida, o Ministério da Saúde classifica o método canguru como um “modelo de assistência integral”, que começa na gravidez de risco e segue até o recém-nascido alcançar 2,5 kg.

Fonte: G1


Conheça os quatro tipos de fome

3 de maio de 2017

Aprenda a compreender os vários tipos de fome que pode sentir.

Sentimos fome quando necessitamos de alimento, quando o nosso corpo começa a sentir-se fraco, ‘vazio’ e até dorido. Mas também sentimos fome quando temos vontade de comer algo, mesmo que seja uma vontade meramente psicológica.

Existem quatro tipos de fome: a fome orgânica, a fome emocional, a fome mental e a fome de hábito. A fome orgânica é aquela vem acompanhada de sinais físicos, como a dor de cabeça, a fraqueza ou a dor de estômago.

Já a fome emocional é aquela que surge não quando precisamos de alimento, mas quando queremos alimento, numa espécie de resposta ao stress e à tristeza, por exemplo.

Um outro tipo de fome comum, embora menos penoso que a emocional, é a fome mental, aquela que nasce da rotina e dos horários que são comuns no dia a dia. Se a pessoa almoça sempre pelas 13h00, o corpo vai habituar-se e sentir fome sempre nesse mesmo horário.

Tal como acontece com a fome emocional, a fome de hábito é acompanhada de tudo menos de fome. Este tipo de fome está associado a gestos e hábitos rotineiros e nada tem a ver com a fome real, mas sim com a vontade de comer.

A melhor forma de entender a fome é perceber se é, na verdade, fome ou vontade de comer passa pela avaliação dos sinais que o corpo dá – se físicos ou emocionais – e pelo momento do dia em que a fome surge, de modo a perceber se é uma fome de hábito ou até uma fome mental.

Fonte: Notícias ao Minuto


Dia Mundial da Asma

2 de maio de 2017

Doença não tem cura, mas pode ser controlada.

Nesta terça-feira (2), lembra-se o Dia Mundial da Asma, doença responsável por mais de 100 mil internações no SUS (Sistema Único de Saúde), de acordo com dados do Ministério da Saúde. Caracterizada pela inflamação crônica das vias aéreas, ao todo 6,4 milhões de pessoas acima dos 18 anos sofrem com o problema no Brasil, sendo que as mulheres são as mais acometidas pela enfermidade — cerca de 3,9 milhões delas afirmaram ter diagnóstico da doença.

Quarta principal causa de internações, como aponta a Sociedade Brasileira de Pneumologia, a asma não possui cura. Entretanto, hoje existem tratamentos que são capazes de amenizar os sintomas da doença e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

Atento à falta de informação sobre o problema, o dr. Marcelo Tadday, médico PhD em pneumologia pela UFRGS e especialista interno da GSK elaborou uma lista com 10 informações fundamentais para se identificar, prevenir e tratar a doença.

1 – Genética

A genética tem grande influência na asma e crianças de pais asmáticos possuem um risco maior de desenvolver a doença. Se um dos pais forem asmáticos o risco é de 25%, enquanto se os dois tiverem o problema à probabilidade sobre para 50%.

2 – Idade

A asma afeta pessoas de todas as idades, mas geralmente começa na infância. Nos Estados Unidos, mais de 25 milhões de pessoas são conhecidas por terem asma. Cerca de 7 milhões são crianças.

3 – Vilões

Um dos principais fatores desencadeantes da asma são os ácaros, e micro-organismos que se alimentam de pele descamada e que habitam carpetes, cortinas e travesseiros.

4 – Cuidados

Cada tratamento é único. O tratamento da asma deve ser individualizado, ou seja, o que serve para um paciente pode não ser a opção adequada para o tratamento de outro.

5 – Atividade física

Atividade física é fundamental para um estilo de vida saudável. A natação, por exemplo, ajuda no fortalecimento da musculatura respiratória. Já beber de dois a três litros de água por dia ajuda a fluidificar as secreções e facilita na sua eliminação.

6 – Animais de estimação

Cuidado com os animais de estimação. Não é apenas o pelo que pode desencadear uma crise asmática. A descamação natural do animal, assim como sua saliva e urina são capazes de atuar como gatilhos para a doença.

7 – Tabagismo

O tabagismo e fumo passivo levam à piora dos sintomas. Ou seja, mesmo se o asmático não fumar, ele pode ser prejudicado pela fumaça dos outros.

8 – Obesidade

Evidências epidemiológicas demonstram que a obesidade resulta em um risco elevado de se desenvolver a asma. Mesmo os níveis modestos de aumento de peso aumentam o risco da asma.

9 – Vacinação

Proteja-se das infecções virais, como gripe e resfriado comum. Eles podem desencadear sintomas da asma. [2] Lavar as mãos com frequência e manter a carteira de vacinação em dia podem ajudar no combate a infecções mais graves. A vacina contra a gripe é indicada para todas as pessoas asmáticas, independente da idade.

10 – Cura

A asma não tem cura, mas pode ser controlada a ponto dos seus portadores levarem uma vida normal. Procure um pneumologista.

Fonte: O Sul


Crianças que brincam com celulares e tablets dormem menos

20 de abril de 2017

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Pesquisa feita na Inglaterra indica que crianças pequenas de entre 6 meses a até 3 anos dormem, em média, 15 minutos menos para cada hora que passam brincando com tablets ou smartphones.

Estudo publicado na Scientific Reports, site da revista científica Nature, indica que cada hora que crianças pequenas entre seis meses e três anos passam usando aparelhos eletrônicos com tela de toque pode estar relacionada a 15 minutos a menos de sono.

Ao mesmo tempo, a pesquisa também revelou que brincar com esse tipo de tecnologia ajuda a desenvolver habilidades motoras mais rapidamente.

Especialistas afirmam que o estudo é “oportuno”, mas que não há razões para que pais se preocupem com os achados da pesquisa.

Apesar da proliferação de telas de toque nos domicílios, ainda falta compreender o real impacto desses aparelhos no desenvolvimento da primeira infância.

Por outro lado, a pesquisa também mostrou que crianças que usam ativamente as telas de toque (arrastando elementos, em vez de apenas assistir a imagens) aceleraram o desenvolvimento de habilidades motoras.

Fonte: G1


Cinco habilidades necessárias para ter saúde e sucesso, segundo estudo

19 de abril de 2017

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De acordo com os resultados de uma pesquisa científica britânica, a chave para o sucesso não está necessariamente em aspectos como educação, dinheiro ou inteligência, mas, sim, em certas “habilidades para a vida” como o otimismo ou a persistência.

Um grupo de pesquisadores da University College de Londres (UCL, na sigla em inglês) examinou mais de 8 mil homens e mulheres entre 52 e 90 anos e a maneira como viviam e avaliavam suas vidas.

O estudo concluiu que cinco habilidades podem ser a chave para disfrutar da terceira idade com boas condições de vida:

Estabilidade emocional

Determinação

Dedicação

Sensação de estar no controle

Otimismo

Elas são frequentemente chamadas de habilidades “não cognitivas”, porque são características

pessoais maleáveis, que não têm a ver com a capacidade intelectual das pessoas.
Os especialistas verificaram que uma pontuação mais alta nestes quesitos estava associada ao bem-estar social e pessoal, ao sucesso econômico e à boa saúde nos adultos.

Por isso, em artigo publicado na revista científica PNAS, eles afirmam que estimular e manter estas habilidades – não só na infância, mas também na idade adulta – pode ser crucial para uma velhice melhor.

Os pesquisadores dizem que não é possível concluir que haja uma relação causal direta entre estas características não cognitivas e o sucesso, mas os resultados abrem possibilidades para explorar como melhorar a qualidade de vida e a função social dos mais velhos na sociedade.

Fonte: G1


Incontinência urinária afeta 10 milhões de brasileiros

18 de abril de 2017

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No mundo, o problema afeta aproximadamente 5% das pessoas.

Pelo menos 10 milhões de brasileiros têm incontinência urinária. No mundo, o problema afeta aproximadamente 5% das pessoas. O problema atinge idosos e jovens, homens e mulheres, mas existem vários tratamentos.

Maus hábitos, como segurar a urina ou não esvaziar completamente a bexiga, podem provocar a incontinência. Entre os tratamentos estão a fisioterapia, medicamentos, toxina botulínica, implante de neuro-moduladores, que atuam nas raízes nervosas da bexiga e da uretra, e até cirurgia.

Recomendações

* Procure um médico para diagnóstico e identificação da causa e do tipo de perda urinária que você apresenta;

* Não pense que incontinência urinária é um mal inevitável na vida das mulheres depois dos 50, 60 anos. Se o distúrbio for tratado como deve, a qualidade de vida melhorará muito;

* Considere os fatores que levam á incontinência urinária do idoso – uso de diuréticos, ingestão hídrica, situações de demência e delírio, problemas de locomoção – e tente contorná-los. Às vezes, a perda de urina nessa faixa de idade é mais um problema social do que físico;

* Evitar a obesidade e o sedentarismo, controlar o ganho de peso durante a gestação, praticar exercícios fisioterápicos para fortalecer o assoalho pélvico, são medidas que podem ser úteis na prevenção da incontinência urinária.

Fonte: drauziovarella.com.br


Raiva e irritação: os sintomas da depressão facilmente ignorados

13 de abril de 2017

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A doença que atinge mais de 10 milhões no Brasil pode também ser ligada à raiva e à irritabilidade.

A depressão afeta 350 milhões de pessoas no mundo inteiro, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde) – e que o Ministério da Saúde diz afetar 11 milhões de brasileiros. A doença costuma ser associada a apatia, falta de disposição, cansaço e tristeza. Geralmente, são estas as “pistas” que levam uma pessoa a buscar ajuda profissional.

Mas a raiva e a irritabilidade também podem indicar o problema, afirma o psicanalista Sérgio Máscoli, que trabalha em clínica particular e no Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo.

É importante saber que cada pessoa vivencia a depressão de forma distinta, com intensidades particulares para cada um.

Sinais de alerta menos óbvios, a raiva e a irritabilidade costumam ser manifestadas com mais frequência por homens. Eles muitas vezes nem sequer reconhecem a existência da depressão, seja por medo de serem julgados ou por acreditar que suas emoções sejam apenas efeito do estresse e do cansaço.

Homem sofre, sim

Mesmo com o passar do tempo e com a quebra de alguns preconceitos, prevalece o pensamento de que um homem não pode sofrer. Muitos tendem a amenizar os sintomas, ou não admitem que estão fragilizados, ou não querem incomodar. Pesquisas feitas por psicólogos nos Estados Unidos mostraram que os homens relutam em falar sobre a depressão e têm mais dificuldade em procurar ajuda profissional.

A trava que impede um homem de se abrir e expor as emoções pode levar a consequências mais graves, como o suicídio. Em alguns países, como o Reino Unido, tirar a própria já é a principal ou uma das principais causas de morte de homens entre 20 e 49 anos.

Fonte: G1


Reserva de ferro no sangue é fundamental para o bom funcionamento do organismo

12 de abril de 2017

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Saiba mais sobre a ferratina.

A ferritina é uma proteína produzida pelo fígado. A proteína é a mais importante proteína de reserva do ferro e é encontrada em todas as células, especialmente naquelas envolvidas na síntese de compostos férricos e no metabolismo.

A função primária da ferritina é de acumular o ferro intracelular protegendo a célula dos efeitos tóxicos. A maior parte da ferritina no organismo encontra-se no fígado, baço e medula óssea. Quantidades menores encontram-se no coração, pâncreas e nos rins. Pequenas, mas significativas quantidades de ferritina encontram-se no soro humano.

A ferritina baixa está relacionada com níveis de baixos de ferro no sangue. Suas causas são:

Sangramento menstrual

Anemia ferropriva

Hipotireoidismo

Sangramento gastrointestinal

Alimentação pobre em ferro e vitamina C

Uma das causas mais comuns da perda de ferro é a menstruação, por isso o problema da ferritina baixa é sempre muito mais comum em mulheres.

Pelas referências do exame de sangue, ter uma ferritina baixa é quando os resultados apontam 10 ng/ml ou menos. Para uma boa saúde, o ideal é que esteja no mínimo 50 ng/ml. Porém, para que a tireoide funcione em perfeita harmonia, os níveis devem estar em pelo menos 70 ng/ml, essa referência também vale para queda de cabelo: se estiver abaixo de 70 ng/ml, isso já contribui para a queda.

Para melhorar a ferritina, o ideal é caprichar nos alimentos com ferro, sempre que possível combinados com vitamina C, que é importante fator na absorção do ferro. Se você já se alimenta muito bem, e ainda assim sua ferritina é baixa, você pode usar suplementos de ferro ou, como alternativa mais natural, o melado de cana também pode ajudar.

Fonte: belezaesaude.com