Saúde

Hoje é o Dia Mundial de Combate ao Diabetes

14 de novembro de 2017

Nesta terça-feira, 14 de novembro, é comemorado o Dia Mundial do Diabetes, data escolhida pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para chamar a atenção sobre a necessidade do controle e prevenção da doença que, apesar de poder ser evitada em 70% dos casos, atinge mais de 14,3 milhões de pessoas no Brasil – o 4º país em incidência – e mais de 400 milhões no mundo.

Coordenador do Laboratório de Investigação em Diabetes e Metabolismo (Limed), da Unicamp, o professor Bruno Geloneze destaca que o aumento da obesidade nas populações mais jovens tem provocado mais casos de diabetes no Brasil. “O aumento da obesidade precoce está fazendo com que o diagnóstico da doença, que antes ocorria entre os 40 e 50 anos, apareça antes mesmo dos 30″, conta.

Tipos de diabetes

De acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes, são três os tipos mais comuns de diabetes:

Diabetes tipo 1

Em algumas pessoas, o sistema imunológico ataca equivocadamente as células beta. Logo, pouca ou nenhuma insulina é liberada para o corpo. Como resultado, a glicose fica no sangue, em vez de ser usada como energia. Esse é o processo que caracteriza o Tipo 1, que concentra entre 5 e 10% do total de pessoas com a doença. O Tipo 1 aparece geralmente na infância ou adolescência, mas pode ser diagnosticado em adultos também. Essa variedade é sempre tratada com insulina, medicamentos, planejamento alimentar e atividades físicas, para ajudar a controlar o nível de glicose no sangue.

Diabetes tipo 2

O Tipo 2 aparece quando o organismo não consegue usar adequadamente a insulina que produz; ou não produz insulina suficiente para controla a taxa de glicemia. Cerca de 90% das pessoas com diabetes têm o Tipo 2. Ele se manifesta mais frequentemente em adultos, mas crianças também podem apresentar. Dependendo da gravidade, ele pode ser controlado com atividade física e planejamento alimentar. Em outros casos, exige o uso de insulina e/ou outros medicamentos para controlar a glicose.

Diabetes Gestacional

O diabetes gestacional é um problema que surge durante a gravidez. A mulher fica com uma quantidade maior que o normal de açúcar no sangue e o corpo não consegue fabricar a insulina em quantidade suficiente. É uma condição que quase sempre se normaliza sozinha depois que o bebê nasce.

Fonte: G1


Falta de cuidados com o ‘pé diabético’ pode levar à amputação

10 de novembro de 2017

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O diabetes, que ganhou status de epidemia e atinge 14 milhões de pessoas no Brasil, tem os pés como um dos seus órgãos-alvo, o que faz com que os médicos peçam atenção redobrada na hora de evitar fungos e infecções.

Entre os problemas mais comuns para quem sofre com o mal, estão as micoses, principalmente as superficiais, que atingem a região das unhas e são capazes de provocar a amputação do pé.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), três pessoas são amputadas diariamente em decorrência da doença.

Maus hábitos e um estilo de vida desregrado, além da predisposição individual, estão envolvidos na origem do diabetes tipo 2.

A corrida costuma ser indicada pelos médicos para que os riscos da enfermidade sejam amenizados – ajuda a prevenir infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral, insuficiência renal e perda visual –, mas os diabéticos precisam de uma série de cuidados extras antes de partir para o exercício físico.

Fonte: Ativo


40% dos casos de câncer estão ligados ao sobrepeso

9 de novembro de 2017

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Estar acima do peso pode aumentar o risco de desenvolver câncer. De acordo com um relatório divulgado pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos, 40% dos casos de câncer estão relacionados ao sobrepeso ou à obesidade. No Brasil, mais da metade da população pesa mais do que deveria.

Pesquisadores colheram dados de 1,6 milhão de pessoas diagnosticadas com câncer entre 2005 e 2014 e descobriram que 630 mil deles apresentavam excesso de peso ou obesidade que levariam ao desenvolvimento da doença.

A Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer afirma que o sobrepeso tem chances de desencadear tumores em 13 partes do corpo: esôfago, mama (em mulheres que já estão na menopausa), cólon, reto, vesícula biliar, estômago, rim, fígado, ovário, pâncreas, tireoide, cérebro e mieloma múltiplo.

Os maiores riscos estão na tireoide, no fígado, no pâncreas e no rim, já que os casos de câncer relacionados à obesidade nessas partes aumentam a cada ano.

Fonte: Ativo


A osteoporose não é uma doença exclusiva das mulheres

8 de novembro de 2017

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Segundo a Associação Brasileira de Avaliação Óssea e Osteometabolismo, cerca de 10 milhões de brasileiros sofrem de osteoporose, mas, destes, apenas 20% sabem que são vítimas da doença.

O problema se caracteriza pela diminuição progressiva da densidade óssea e provoca o aumento do risco de fraturas. Pulsos, coluna vertebral e fêmur costumam ser as partes do corpo mais afetadas.

De acordo com o médico Fábio Freire, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo, a osteoporose acomete uma em cada três mulheres com mais de 65 anos e um em cada cinco homens acima dos 70 anos.

A densitometria óssea ainda é o melhor método para diagnóstico da osteoporose. O exame, que mede a quantidade de cálcio nos ossos, pesquisa e indica o nível de gravidade da doença.

No entanto, o especialista alerta que a adoção de um estilo de vida saudável é a melhor forma de prevenir o desenvolvimento dessa patologia.

Fonte: Encontro


Uso contínuo do medicamento Omeprazol pode estar relacionado ao câncer de estômago

7 de novembro de 2017

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Um dos medicamentos mais famosos para o tratamento de azia, refluxo e dores no estômago, o omeprazol, pode até ser eficiente para eliminar estes problemas estomacais, mas, por outro lado, está associado ao surgimento de outra doença bem mais grave: o câncer de estômago.

O estudo foi conduzido pelos pesquisadores das universidades de Hong Kong, na China, e da College London, na Inglaterra. A pesquisa concluiu que o uso do omeprazol e outras substâncias da mesma classe – conhecida como IBP –, como pantoprazol e iansoprazol, podem aumentar significativamente o risco de desenvolvimento do tumor.

A pesquisa foi realizada entre os anos de 2003 e 2012, com 63 mil voluntários adultos, dos quais 3271 tomaram medicamentos como o omeprazol. Destes, 153 desenvolveram câncer no estômago e inflamação estomacal em longo prazo – considerando o uso contínuo da substância.

Fonte: Encontro


Brasil tem alta de 27,9% nos casos de sífilis em 2016

3 de novembro de 2017

O Ministério da Saúde divulgou que o número de casos de sífilis em adultos aumentou 27,9% em 2016, em comparação com o ano anterior. Em gestantes, cresceu 14,7%, e a congênita, 4,7%. Diante dos dados, a diretora do Departamento de Vigilância Prevenção e Controle das DSTs, Adele Benzaken, afirmou que Brasil ainda vive em situação de epidemia.

A contaminação por sífilis é mais expressiva entre adultos, com 87.593 mil casos registrados no ano passado. Para 2017, a projeção do Ministério de Saúde é de 94.460 registros. Este crescimento ocorre desde 2010.

O governo federal afirma que as taxas ascendentes dos últimos anos estão relacionadas à melhora dos diagnósticos e à ampliação da oferta de testes do que a um aumento real no número de infecções.

O ministro da Saúde, Ricardo Barros, firma que o tratamento da doença sexualmente transmissível por uso de penicilina está garantido em todo o país. A ação será intensificada em 100 municípios do país que concentram 60% dos casos de sífilis. Para garantir a cobertura nacional do tratamento, R$ 13,5 milhões foram investidos na compra de 2,5 milhões de frascos de penicilina benzatina e 450 mil do tipo cristalina – de uso infantil.

Sífilis

É causada pelo Treponema pallidum, bactéria que sobrevive por pouco tempo fora do corpo, limitação que restringe a transmissão ao contato direto com a lesão infectada. Pode ser adquirida por contato sexual, transfusão de sangue infectado ou por via transplacentária.

A evolução é dividida em quatro estágios: primária, secundária, latente e terciária.

Na infecção primária, a bactéria penetra a mucosa e cai nas correntes linfática e sanguínea, em poucas horas. O período de incubação – que vai do contato ao aparecimento da lesão genital ulcerada, de bordos salientes, indolor – é de três a seis semanas, em média, mas pode variar entre dez e 90 dias.

As manifestações da fase secundária são variáveis: febre, dores musculares, ínguas e manchas avermelhadas, que não poupam a palma das mãos nem a planta dos pés nem as mucosas da orofaringe.

A sífilis terciária se caracteriza pelo acometimento do sistema cardiovascular (em 80% a 85% dos pacientes) e do sistema nervoso central (em 5% a 10%). Esses quadros são caracterizados por processos inflamatórios que evoluem no decorrer de meses ou anos.

Saiba mais em: https://drauziovarella.com.br/drauzio/artigos/sifilis-3/


Novembro Azul: alerta para o diagnóstico precoce do câncer de próstata

1 de novembro de 2017

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Anualmente a campanha do Novembro Azul tem como objetivo informar a população sobre o que é o câncer de próstata. Um dos focos da mobilização mundial é incentivar os homens a manterem consultas de rotina com urologista.

O câncer de próstata é a doença que mais acomete o homem, e a segunda causa de morte por câncer na população masculina, atrás apenas do câncer de pulmão. No Brasil, anualmente, mais de 61 mil pacientes são diagnosticados com a doença.

Apesar da gravidade, a maioria das vezes a doença tem instalação e desenvolvimento lento. Nas fases iniciais o paciente não apresenta sintomas relacionados ao câncer de próstata, porém com o passar do tempo, o tumor cresce e pode ocasionar sangramentos, obstrução do jato urinário e dor na pelve. Em fases mais avançadas, as células malignas podem espalhar-se pelo corpo, causando lesões nos ossos, pulmões e outros órgãos.

A partir dos 50 anos todo homem deve consultar um urologista regularmente para uma avaliação individualizada. Por meio desta avaliação inicial, que inclui analise dos fatores de risco, o médico define a periodicidade de realização dos exames.

Fonte: www.bonde.com.br


Coca-Cola Zero Açúcar será lançada em mais países em 2018

27 de outubro de 2017

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A Coca-Cola lançará a versão zero açúcar em “todos os mercados-chave” no mundo em 2018. A companhia destacou o bom desempenho nas vendas do produto, que foi lançado em julho nos Estados Unidos.

A Coca-Cola mudou a fórmula e o nome da Coca-Cola Zero nos Estados Unidos e substituiu o produto por uma nova versão batizada Zero Açúcar. O refrigerante não tem calorias ou açúcares e tem um gosto diferente ao da Coca-Cola Zero.

No mundo, a empresa teve lucro de US$ 1,4 bilhões, um aumento de 38% na comparação com o mesmo período do ano passado. A Coca-Cola informou também que busca reduzir a quantidade de açúcar e que terá 500 produtos reformulados até o fim deste ano.

No Brasil

A Femsa, que distribui os produtos da Coca-Cola na América Central e em países como México, Colômbia, Brasil e Argentina, também divulgou seu resultado nesta quarta.

A empresa mexicana teve lucro líquido trimestral de 3,15 bilhões de pesos (U$ 173,4 milhões), o que representa um aumento de 39% na comparação com o mesmo período do ano anterior. A empresa apontou que o consumo promissor no Brasil ajudou a aumentar as margens no período.

Fonte: G1


Anvisa proíbe agrotóxico carbofurano por danos à saúde

19 de outubro de 2017

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) proibiu a utilização do ingrediente carbofurano, princípio ativo de alguns agrotóxicos, em todo o país. A decisão foi publicada nesta quinta-feira (19) no Diário Oficial da União.

Relatório produzido pelo GGTOX (Gerência-Geral de Toxicologia da Anvisa) concluiu que o produto deixa resíduos nos alimentos e traz malefícios à saúde humana.

Com a decisão, está proibida a utilização direta do composto nas culturas de algodão, amendoim, arroz, batata, cenoura, feijão, fumo, milho, repolho, tomate e trigo. Em todas as demais culturas, a agência proibiu a aplicação aérea e na costa.

Já nas culturas de banana, café e cana-de-açúcar, a agência estabeleceu um prazo de seis meses para a descontinuação completa do uso a partir da data de publicação.

Em 2016, a Anvisa publicou levantamento que mostrou que 11% das amostras de laranja apresentaram situações de risco relativas ao carbofurano.

A Anvisa concluiu que o uso regular de carbofurano também deixa resíduos na água — “o que representa risco agudo à população brasileira”, por seus efeitos neurotóxicos (malefícios ao sistema nervoso, como a morte de neurônios e outras consequências).

Segundo a agência, as características se enquadram nos critérios proibitivos da lei 7802/1989, conhecida como a “Lei dos Agrotóxicos”.

Fonte: G1


Laboratório vai vender vacina hexavalente no Brasil

18 de outubro de 2017

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Todas as vacinas hexavalente e pentavalente acelulares — que não fazem parte do Programa Nacional de Imunizações do Sistema Único de Saúde (SUS) – estão escassas na rede privada, desde o final de 2015. O laboratório francês Sanofi Pasteur anunciou nesta quarta-feira (18) que passará a vender até o final deste mês a hexa, também chamada de sêxtupla acelular.

A hexacelular protege contra difteria, tétano, coqueluche, meningite provocada pela bactéria Haemophilus influenzae tipo b, hepatite B e poliomielite. A pentavalente protege contra as mesmas doenças, exceto poliomielite.

De acordo com a Sanofi, a vacina já está disponível em outros 86 países e será fabricada na França para ser importada ao Brasil. O esquema vacinal da hexavalente é de três doses, com uma dose de reforço em crianças de seis semanas a dois anos de idade.

Qual a diferença entre vacina do SUS e vacina privada?

A diferença entre a vacina da clínica particular e a vacina dos postos de vacinação públicos é que a da clínica privada é acelular e a do posto é de células inteiras. Na prática, as duas são muito eficazes, mas a acelular tem a vantagem de provocar menos reações adversas.

Fonte: G1