Turnê

Midnight Oil: cantor fala da turnê que começa no Brasil e explica por que desistiu da política

25 de abril de 2017

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Peter Garrett foi ministro australiano por mais de dez anos e cobrado por decisões consideradas ‘traição ao passado’. Grupo começa nesta terça (25) turnê brasileira.

Como podemos dançar se nossa Terra está mudando? / como podemos dormir se nossas camas estão queimando?” Fãs de Midnight Oil mais ligados à causa ambiental hoje torcem o nariz ao ouvirem os versos de “Beds are burning”, clássico da banda australiana, sucesso no Brasil nos anos 1980 e 1990.

Afinal, algumas contradições apareceram quando o cantor Peter Garrett foi além do discurso para tentar transformações concretas pela via política.

O Garrett músico que alertava para os perigos contra o planeta e a natureza deu lugar ao político que autorizou a exploração de urânio em solo australiano para virar matéria-prima de usinas nucleares. Ele foi cobrado. Virou vidraça.

Mas Garrett diz que houve muita injustiça contra ele durante o período de uma década como congressista pelo Partido Trabalhista australiano e ministro do Meio Ambiente e da Educação. Ele diz que medidas importantes foram aprovadas, mas se queixa que as críticas à sua gestão sempre dominaram a cobertura na mídia.

Nada em um nível “implicado na Lava Jato”, mas as bordoadas parecem ter contribuído em sua decisão de deixar a política para trás e retomar o Midnight Oil.

Nesta terça (25) a banda começa no Brasil a turnê mundial The great circle e não descarta compor novas músicas.

Aos fãs que estão mais interessados em reviver os hits dos anos 1980 será uma boa oportunidade de conferir de novo ao vivo “The dead heart”, “Forgotten years”, “King of the mountain”, “Blue sky mine” entre outras favoritas, junto com a performance energética (e também algo desengonçada) de Garrett, hoje com 64 anos, e sua marcante cabeça raspada no alto de seu 1,93m.

O grupo começa o giro brasileiro em Porto Alegre, depois se apresenta em Curitiba na quinta (27), toca no sábado em São Paulo e no domingo no Rio e fecha com uma performance em Brasília na terça (2).

A turnê ainda passa por EUA, Canadá, Europa, Nova Zelândia e, claro, Austrália. Os ingressos são vendidos no site Livepass.com.br para quase todos os shows, exceto para Curitiba, no Diskingressos.com.br.

Em entrevista por telefone ao G1, ele fala sobre fãs brasileiros, a era Trump e sobre como é cantar as letras engajadas após tantos anos em cargos públicos.

G1 – Por que vocês escolheram o Brasil para abrir essa turnê de reunião da banda?

Peter Garrett – Nós decidimos que iríamos voltar porque as coisas estavam funcionando nos ensaios, tanto na música quanto no convívio, contávamos histórias uns aos outros…. Fazia sentido para nós um lugar que nós gostamos bastante, um lugar que a gente já tinha tocado antes e que poderia nos proporcionar um estímulo, a energia que o Brasil tem como país. Nós temos que nos preparar para ir ao Trumpstão [Estados Unidos] [risos].

G1 – Alguma memória em particular sobre shows brasileiros do Midnight Oil de anos atrás? Algo particular sobre o público daqui?

Peter Garrett – Bom, sem querer entrar no clichê sobre o público brasileiro, mas os fãs daí sabem curtir: dançam, cantam… O Brasil é o oposto da expressão australiana “white bread” [pão branco], que significa algo sem graça, sem cor, é um lugar muito vibrante. Nós fomos a lugares da Europa e dos Estados Unidos e às vezes não lembramos o que diferenciava um público do outro. Mas o Brasil sempre marcou: as praias, a resposta do público, a celebração da vida. Mesmo quando as condições eram mais difíceis e mais doidas se comparadas às da Austrália. Esse lugar tem uma pulsação e nós adoramos isso.

G1 – Além da turnê, vocês estão planejando um novo disco ou novas músicas?

Garrett – Na verdade não. Digo, não há nada formal quanto a isso, mas como há tanta gente que compõe na banda inevitavelmente haverá momentos em que a criatividade vai aparecer. Agora que forma isso vai tomar é uma questão em aberto. Eu nunca fui o compositor principal. Quando eu entrei na banda os outros caras já escreviam e só mais tarde eu comecei a entrar na parte de composição. Acabei mais com a função de um editor dentro do estúdio, apontando o que nós queríamos dizer com cada música.

Quando eu decidi sair da política e escrever minhas memórias ["Big blue sky: a memoir"] eu fiquei muito surpreso. De uma hora pra outra composições começaram a aparecer e eu sabia que tinha que fazer algo com isso. Então lancei meu disco solo ["A version of now", 2016] e foi importante como espécie de liberação, superar uma espécie de barreira para me sentir vivo.

De qualquer forma a gente vai tocar nesta turnê músicas que as pessoas nunca escutaram. Material da época que a gente ainda era punk e estávamos ainda nos descobrindo. Vai ser interessante.

Eu estarei envolvido em ativismo, ou como civil em ações políticas, mas não na política formal. Durante uma década eu fui congressista e ministro de estado em dois governos. Foi o suficiente para mim.

G1 – No meio dos anos 1980 você e artistas como Sting começaram a chamar a atenção para questões ambientais no mundo e isso entrou na moda. Milhões de pessoas souberam das ameaças ao planeta por meio do pop. Mas 30 anos depois parece que essa ameaça é maior do que nunca.

Garrett – Acho que algumas coisas melhoraram em alguns lugares. Um exemplo interessante é que há menos pessoas passando fome hoje em dia do que nos anos 80. Claro que ainda há problemas e pobreza, fome em vários lugares da África neste momento. Mas no geral há mais comida e mais recursos à disposição.

O meio ambiente é mais importante que a economia, mas nós temos ficado frustrados com a ganância inerente aos negócios e a falta de ação.

Então, sim, muitos temas que nós cantamos no passado e ainda continuam por aí, não resolvidos. Mas por outro lado as pessoas estão mais conscientes. E assim há mais potencial para uma mudança mais rápida.
G1 – E a eleição de Trump nesse contexto?

Garrett – Bem, Trump é uma aberração extraordinária e representa um risco crítico de voltarmos à era dos dinossauros. Representa também a corrupção do sistema e o ódio como valor político, algo que só pode acabar de forma terrível e em lágrimas. Acho que os riscos de uma pessoa nessa posição [de presidente dos EUA] são grandes, mas ao mesmo tempo exacerba a necessidade de mudanças. Define a linha entre fazer algo e não fazer de forma mais clara. As pessoas não podem mais ficar na frente da TV comendo Big Mac para sempre.

G1 – Depois dessa turnê você pensa em retomar sua carreira política?

Garrett – Não, não. Eu estarei envolvido em ativismo, ou como civil em ações políticas, mas não na política formal. Durante uma década eu fui congressista e ministro de estado em dois governos. Foi o suficiente para mim.

G1 – Como foi conhecer a política por dentro?

Garrett – Bem, bonito não é. Você vive altos e baixos nessa posição. Mas eu sabia como seria, não é que eu fosse cego para isso. Já havia trabalhado como ativista pela preservação e tive que lidar muitas vezes com o governo e eu entendi que eles podem ser bons ou ruins. Claro que eu queria nós fôssemos bons o máximo possível e eu acho que o tempo vai nos julgar de forma bastante positiva.

Nós fizemos reformas importantes sobre a reforma climática, o meio ambiente, a educação e também para ajudar pessoas com deficiência. Fizemos muitas coisas boas, mas foi um período difícil. Nós enfrentamos conflitos políticos. O ser humano ainda não é maduro o suficiente para deixar conflitos de lado, então obviamente houve muitas frustrações, mas também muitas coisas para ter orgulho.

G1 – Para você faz sentido a famosa frase “política é a arte do possível”?

Garrett – Totalmente. Algumas pessoas olham de fora, enxergam pequenas mudanças e dizem “você fez pouco”. Não há fórmulas prontas. Eu acho que a mudança acontece de maneiras complexas. Agora a política acontece tanto nas ruas quanto nas salas de reunião.

Diz respeito a motivação do indivíduo e ser claro a respeito de mudanças. Quando eu falo com as pessoas na Austrália sobre o que nós fizemos, elas ficam surpresas porque só receberam o que era dito pela mídia de direita, algo muito crítico. Na verdade nós aprovamos leis para melhorar a vida de australianos comuns e elas permanecem.

G1 – Uma das principais críticas durante seu período como político foi a autorização concedida por você como ministro para a exploração de urânio e que isso teria ocorrido em terras dos aborígenes australianos…

Garrett – Não, essa última parte é falsa. O problema é que seus inimigos políticos tentam levar ao público coisas que não são corretas. Eu nunca agiria contra os interesses do povo aborígene. Quando eu fui ministro do meio ambiente eu tive que regulamentar a mineração, não apenas urânio, mas eu tentei estabelecer os melhores critérios possíveis para isso.

Eu acho que nessa época da internet, se alguém quer criar uma controvérsia ou criar um falso rumor sobre você, tudo é muito fácil.

G1 – Acha que de algum modo as pessoas vão encarar de uma forma diferente as letras de antes, depois de sua experiência como político?

Garrett – Olha, acho que não. A resposta curta para essa questão é não. As minhas letras, assim como as coisas nas quais eu acredito, estão mais fortes do que nunca.


Daft Punk levanta rumor sobre turnê

13 de janeiro de 2017

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Na última semana, o duo de música eletrônica Daft Punk empolgou os fãs, divulgando um short video, no qual é possível ouvir beats eletrônicos e ver imagens semelhantes às máscaras usadas pelos dois DJs.

Também foi apresentado no vídeo o título “Alive 2017″ (mesmo nome de um site criado pela banda em 2016), o que deve significar uma sequência às turnês “Alive 1997” e “Alive 2007”. Recentemente, o duo também ficou em evidência devido a participação na música “Starboy”, do The Weeknd, que os levou ao Hot 100 da revista Billboard, nos Estados Unidos.

O último trabalho do Daft Punk foi o álbum “Random Access Memories”, lançado em 2013, impulsionado pelos hits “Instant Crush”, com a participação de Julian Casablancas (vocalista da banda The Strokes), “Get Lucky” e “Lose Yourself To Dance”, que trazem a voz do rapper Pharrell Williams.


Thiaguinho, Péricles e Chrigor farão turnê juntos

3 de julho de 2015

Thiaguinho

Neste ano, a história do Exaltasamba completa trinta anos. E, para celebrar este marco mais do que especial, os ex-integrantes Thiaguinho, Péricles e Chrigor vestirão a camisa do grupo mais uma vez e subirão ao palco para comemorar com os seus fãs. Os três já foram vocalistas da banda, que encerrou suas atividades em 2012.

A notícia foi confirmada pelo próprio Thiaguinho, que deixou o Exaltasamba em 2012, juntamente com Péricles, para seguir carreira solo. Segundo ele, o trio se reunirá mais uma vez com os demais integrantes do grupo para realizar uma turnê comemorativa por diversas do Brasil. As apresentações começarão em julho.

A ideia de realizar uma turnê comemorativa dos trinta anos do Exaltasamba foi de Thiaguinho. O cantor, que se encontra com Péricles regularmente, comentou em recente entrevista que a proposta surgiu durante um almoço. “Teve uma importância grande na minha carreira e na do Péricles. A gente tinha que fazer alguma coisa para matar a saudade também”, comentou.

Fonte: Portal Sucesso


Grupo Pixote realizará turnê nos EUA

30 de abril de 2015

O grupo Pixote voltará a se apresentar nos Estados Unidos, nos meses de julho e agosto deste ano. O quarteto fará seis apresentações (veja abaixo) em cinco estados do país. Na bagagem, sucessos como “Mande um Sinal”, “Insegurança” e “Proibido é Mais Gostoso”, além do novo hit “Choro em Silêncio”.

Segundo o vocalista Dodô, que já realizou com o grupo turnês na América do Norte e Europa, todos estão ansiosos por mais esta empreitada internacional. “A música brasileira não tem fronteiras, é ouvida por pessoas de diversos lugares do mundo. Além disso, os Estados Unidos reúnem comunidades de várias nacionalidades, inclusive a grande quantidade de brasileiros que mora lá. Vamos fazer uma festa, um pagode muito animado e contamos com a presença de todos”, afirma e já convida o cantor.

Confira as datas e locais da turnê norte-americana!

31/07 – Yonkers/NY (Nova Iorque)
01/08 – Silver Spring/MD (Maryland)
03/08 – Orlando/FL (Flórida)
07/08 – Pompano Beach/FL
08/08 – Boston/MA (Massachussets)
09/08 – Newark/NJ (Nova Jersey)

Fonte: Portal Sucesso


Paula Fernandes leva turnê para o exterior

6 de março de 2015

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Paula Fernandes está pronta para levar a turnê “Um Ser Amor” pela segunda vez à América do Norte. Em novembro de 2013, a cantora estreou o seu novo show na Europa e em três cidades americanas. Agora, adicionará o Canadá a este giro internacional. Serão três apresentações: em Newark (Estados Unidos), no dia 27 de março; Toronto (Canadá), no dia 28; e Boston (Estados Unidos), no dia 29. 

O repertório do show contará com sucessos consagrados da cantora, como as faixas “Pra Você”, “Não Precisa”, “Mistérios do Tempo”, “Eu Sem Você”, “Uma Canção Para Mim” e “Sem Você”. Já o cenário será inspirado no DVD homônimo, lançado em 2014, que conta com uma mega estrutura, efeitos especiais, cenas em 3D, climatização, esteiras e plataformas giratórias.

A turnê ”Um Ser Amor” é a primeira produção assinada e dirigida por Paula Fernandes e  sua empresa, Jeito de Mato. Além dos recursos visuais, o show usa a tecnologia para evidenciar elementos da natureza e possibilitar encontros virtuais da cantora com os astros Shania Twain, Taylor Swift, Zezé Di Camargo & Luciano e Roberta Miranda.

Fonte: Portal Sucesso


Jason Mraz virá ao Brasil em abril

10 de fevereiro de 2015

Jason Mraz

O americano Jason Mraz virá ao Brasil neste semestre para realizar dois shows – um em São Paulo (SP) e outro no Rio de Janeiro (RJ) – nos dias 7 e 8 de abril, respectivamente. A turnê que o cantor irá trazer ao país será mais acústica e intimista, com músicas de seu novo disco, “YES!”.

No repertório, canções como “Love Someone”, “Hello, You Beautiful Thing”, “Everywhere”, “It’s So Hard to Say Goodbye to Yesterday” e “Shine”, além dos sucessos mais consagrados de Jason Mraz, como “I Won’t Give Up”, “I’m Yours” e “93 Million Miles”.

Na capital paulista, o show acontecerá às 21h30 no Citibank Hall. Os ingressos custam entre R$ 50,00 e R$ 500,00. No Rio de Janeiro (RJ), o cantor também se apresentará no Citibank Hall às 21h30. Porém, os ingressos são diferentes, custando de R$ 90,00 à R$ 500,00.

As vendas acontecerão no site oficial da Tickets for Fun e nas bilheterias das casas de shows. A abertura acontecerá no dia 20 de fevereiro para clientes dos cartões Citi e Diners, e no dia 27 do mesmo mês para o público em geral.

Fonte: Portal Sucesso


Criolo e Ivete Sangalo se juntam para shows em homenagem a Tim Maia

5 de fevereiro de 2015

Criolo e Ivete Sangalo vão homenagear Tim Maia em uma série de shows gratuitos pelo país. A dupla promete revisitar os sucessos do cantor em sete capitais do Brasil, dentro do projeto musical da Nivea, que no ano passado foi dedicado ao samba.

A turnê começa no dia 12 de abril, em Porto Alegre, na Praça Pôr do Sol, e segue para Recife (PE) no dia 26/4, Salvador (BA) no dia 24/5, Fortaleza (CE) no dia 31/5, Brasília (DF) no dia 14/6 e no Rio de Janeiro no dia 21/6. A última apresentação está marcada para acontecer no Parque da Juventude, em São Paulo, no dia 28 de junho.

Com entrada franca, as apresentações terão o mesmo formato das edições anteriores de tributo de 2012, com Maria Rita cantando os sucessos da mãe Elis Regina, de 2013 com Vanessa da Mata interpretando clássicos de Tom Jobim e de 2014, com Martinho da Vila, Alcione, Roberta Sá e Diogo Nogueira relendo clássicos do samba.

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Confira as datas e locais da turnê “Nivea Viva Tim Maia”:

12/4, 16H30
PORTO ALEGRE – PRAÇA PÔR DO SOL

26/4, 17H30
RECIFE – PARQUE DONA LINDU

24/5, 16h30
SALVADOR – ELEVADOR LACERDA

31/5, 16h30
FORTALEZA – ATERRO PRAIA DE IRACEMA

14/6, 17h
BRASÍLIA – PARQUE DA CIDADE DONA SARAH KUBTSCHEK

21/6, 17h
RIO DE JANEIRO – PRAIA DE COPACABANA

28/6, 16h30
SÃO PAULO – PARQUE DA JUVENTUDE


Em show de quase 3 horas, Foo Fighters toca hits em Porto Alegre

22 de janeiro de 2015

Show Foo Fighters Fiergs Porto Alegre (Foto: Júlio Cordeiro/Agência RBS)Dave Grohl à frente da banda que comemora 20 anos de carreira (Foto: Júlio Cordeiro/Agência RBS)

Em sua primeira turnê brasileira fora de festivais, o Foo Fighters abriu a passagem de “Sonic Highways” pelo país nesta quarta-feira (21) em Porto Alegre. Durante quase três horas de show, a banda tocou seus principais hits um pós o outro e levantou o público, que pareceu relevar os problemas de som no palco montado no estacionamento da Fiergs.

A turnê comemora os 20 anos de carreira do grupo e revisita os oito álbuns de estúdio, incluindo o último trabalho, que dá nome à série de apresentações. O show longo pode ser um desafio físico para alguns, mas o setlist repleto de sucessos e o carisma de Dave Grohl e companhia afastam qualquer possibilidade de monotonia.

Com ingressos esgotados e 30 mil pessoas na plateia, a banda subiu ao palco às 21h21, seis minutos depois do previsto. Sob gritos, assobios e muitos flashes de celulares, Dave Grohl levou a mão à boca em sinal de silêncio para começar a apresentação e foi rapidamente atendido.

“Something from Nothing”, o primeiro single do novo trabalho, foi a música de abertura, seguida por “The Pretender” e “Learn to Fly”, repetindo a sequência do show em Buenos Aires, na Argentina, no último domingo (18).

A essa altura, fãs já começavam a notar o som baixo, uma reclamação recorrente sobre a acústica em shows no estacionamento da Fiergs. Após cinco músicas ininterruptas, o vocalista decidiu fazer uma pausa. Mas apenas para dar um aviso do que viria pela frente:

“Hoje nós vamos tocar por muito tempo. Nós temos muita música. São três horas para resumir 20 anos”, disse Grohl, arrancando gritos dos fãs antes de emendar “Generator” e a clássica “My Hero”, do segundo CD “The Colour and the Shape”, cantada em coro.

Show Foo Fighters Rio Grande do Sul Fiergs Porto Alegre David Grohl  (Foto: Duda Bairros/Time For Fun)Banda ainda passa por São Paulo, Rio e Belo
Horizonte(Foto: Duda Bairros/Time For Fun)

Em meio ao som das guitarras e dos pratos da bateria, teve espaço para show do próprio público. Milhares de celulares foram acesos e erguidos, iluminando a noite de rock no pavilhão. Os músicos também pareciam se divertir em cima do palco.

Em um momento jam session, Dave Grohl puxou um cover de “Daft Punk is Playing in my House”, do LCD Soundsystem. Em seguida, o baterista Taylor Hawkins nos vocais cantou “Another One Bites the Dust”, do Queen.

Depois viriam mais covers no palco paralelo. “Detroit Rock City”, do Kiss, “Miss You”, dos Rolling Stones, e “Under Pressure”, de Queen e David Bowie, levantaram o público. Em “Stiff Competition”, do Cheap Trick, Grohl assumiu as baquetas, lembrando os tempos de Nirvana.

O show teve também um set  acústico, que quebrou um pouco o ritmo da apresentação. “Skin and Bones”, “Wheels” e um trecho de “Times Like These” proporcionaram ao público – que já demonstrava um pouco de cansaço – um momento de instrospecção e tranquilidade.

O fechamento incluiu as conhecidíssimas “Best of You” e “Everlong”. Encerrado à 0h07, o show de quase três horas garantiu uma viagem pelos 20 anos de Foo Fighters e mostrou que o grupo tem fôlego de sobra para continuar conquistando fãs.

“Vocês são uma plateia fantástica, muito obrigado”, disse Dave Grohl, prometendo voltar à capital gaúcha, ao fim da apresentação.

Depois de Porto Alegre, o Foo Fighters segue para São Paulo, onde se apresenta no próximo sábado (23), no Estádio do Morumbi. A turnê inclui ainda shows no Rio de Janeiro (25/01), no Maracanã, e em Belo Horizonte (28/01), no Mega Space.

Setlist do show em Porto Alegre
1) “Something from Nothing”
2) “The Pretender”
3) “Learn to Fly”
4) “Breakout”
5) “Arlandria”
6) “Generator”
7) “My Hero”
8) “Congregation”
9) “Walk”
10) “Cold Day in the Sun” (“Daft Punk Is Playing at My House” e “Another One Bites the Dust”)
11) “In the Clear”
12) “I’ll Stick Around”
13) “Monkey Wrench”
14) “Skin and Bones”
15) “Wheels”
16) “Times Like These”
17) “Detroit Rock City” (cover)
18) “Miss You” (cover)
19) “Stiff Competition” (cover)
20) “Under Pressure” (cover)
21) “All My Life”
22) “These Days”
23) “Rope”
24) “Outside”
25) “Best of You”
26) “Everlong

Fonte: G1


U2 anuncia nova turnê para 2015

5 de dezembro de 2014

Imagem do clipe da música "The Miracle (of Joey Ramone)", do U2; canção faz parte do novo álbum da banda: "Song of Innocence"

A empresa Live Nation anunciou nesta quarta-feira (3) as datas para a próxima turnê do U2, a iNNOCENCE + eXPERIENCE Tour 2015.

Segundo a revista Billboard, durante seu primeiro ano a banda irá visitar 19 cidades de todo o mundo com pares de shows em cada uma delas. Os ingressos para todos os shows serão colocados à venda na próxima segunda-feira.

Além disso, shows especiais estão sendo planejados para Dublin, capital da Irlanda, terra natal da banda. para o final do próximo ano.? para beneficiar o projeto Music Generation, iniciado pelo U2 ? detalhes do qual serão anunciados assim que estiverem finalizados.

A turnê irá divulgar o repertório do 13º disco de estúdio do U2, “Songs Of Innocence”, que foi disponibilizado pela banda por meio da Apple Store a mais de meio bilhão de pessoas. Segundo informações da Live Nation, o álbum foi  foi adquirido 81 milhões de vezes por streaming e 30 milhões de fãs fizeram seu download.

“Vamos tentar ter uma sensação completamente diferente da noite um para a noite dois”, disse Bono, “e nos divertir brincando com a ideia de inocência e experiência.”

Como de hábito, há uma pré-venda prioritária exclusiva para assinantes do U2 Fan Club no U2.com, a partir da quinta-feira, 4 de dezembro, das 10h da manhã, até o meio-dia do sábado, dia 6. Os ingressos serão para admissão geral em pé e para lugares reservados nas arquibancadas.

 

Veja o itinerário da nova turnê do U2
  • Vancouver, Canadá: 14 e 15/5
  • San Jose, Califórnia: 18 e 19/5/2015
  • Phoenix, Arizona: 22 e 23/5/15
  • Los Angeles, Califórnia: 26, 27, 30 e 31/5/15
  • Montreal, Canadá: 12 e 13/6/15
  • Chicago, Illinois: 24 e 25/6/15
  • Toronto, Canadá: 6 e 7/7/15
  • Boston, Massachusetts: 10 e 11/7/15
  • Nova York: 18, 19, 22 e 23/7/15
  • Turim, Itália: 4 e 5/9/15
  • Amsterdã, Holanda: 8 e 9/12/15
  • Estocolmo, Suécia: 16 e 17/9/15
  • Berlim, Alemanha: 24 e 25/9/15
  • Barcelona, Espanha: 5 e 6/10/15
  • Antuérpia, Bélgica: 13 e 14/10/15
  • Colônia, Alemanha: 17 e 18/10/15
  • Londres, Reino Unido: 25, 26, 29 e 30/10/15
  • Glasgow, Escócia: 6 e 7/11/15
  • Paris, França: 10 e 11/11/15


Maroon 5 revela datas e locais de nova turnê mundial

4 de setembro de 2014

Maroon 5 divulgou as datas e locais iniciais de sua nova turnê, Maroon 5 World Tour 2015, que começa em fevereiro de 2015. Infelizmente, o Brasil não consta (por enquanto!) no rol de países, mas vamos torcer muito para que a excursão se amplie e passe aqui pela América Latina!

Os shows serão feitos em apoio ao mais novo álbum de estúdio da banda, “V”, lançado no final de agosto e que já tem os singles “Maps” e “Animals”.

Na primeira etapa da turnê, que vai de fevereiro a abril, as bandas de abertura serão os canadenses do MAGIC! e a cantora Rozzi Crane, novata norte-americana que participou da faixa “Come Away to the Water” com o Maroon 5 na trilha sonora de “Jogos Vorazes” (2012).

Já na segunda etapa, que vai de maio a junho, o MAGIC! vai revezar com Nick Gardner nos atos de abertura. Os ingressos começam a ser vendidos em setembro e algo me diz que não vão demorar a esgotar. Vamos conferir as datas?

Maroon 5 World Tour 2015

Fevereiro

EUA:

16 Dallas, TX – American Airlines Center
17 Houston, TX – Toyota Center
19 Atlanta, GA – Philips Arena
24 Sunrise, FL – BB&T Center
25 Tampa, FL – Tampa Bay Times Forum
27 Nashville, TN – Bridgestone Arena
28 Indianapolis, IN – Bankers Life Fieldhouse

Março

EUA:

2 Washington DC – Verizon Center
3 Boston, MA TD – Garden
5 New York, NY – Madison Square Garden
8 East Rutherford, NJ – IZOD Center
9 Philadelphia, PA – Wells Fargo Center
11 Columbus, OH – Nationwide Arena
13 Pittsburgh, PA – CONSOL Energy Center
14 Louisville, KY – KFC Yum! Center

Canadá:

16 Toronto, ON – Air Canada Centre

EUA:

18 Auburn Hills, MI – The Palace of Auburn Hills
19 Chicago, IL – United Center
21 Kansas City, MO – Sprint Center
23 St. Paul, MN – Xcel Energy Center

Canadá:

25 Saskatoon, SK – Credit Union Centre
26 Edmonton, AB – Rexall Place

EUA:

28 Tacoma, WA – Tacoma Dome
29 Vancouver, BC – Rogers Arena
31 San Jose, CA – SAP Center

Abril

EUA:

1 San Diego, CA – Viejas Arena
3 Inglewood, CA – The Forum

Maio

Reino Unido:

26 Londres, UK – Wembley Arena
31 Birmingham, UK – LG Arena

Junho

Reino Unido:

1 Manchester, UK – Manchester Arena

Holanda:

3 Amsterdam, NTH – Ziggo Dome

Alemanha:

9 Oberhausen, AL – Koenig-Pilsener Arena
10 Munique, AL – Olympiahalle

Itália:

12 Milão, IT – Mediolanum Forum

Espanha:

14 Barcelona, Espanha – Palau Sant Jordi
15 Madri, Espanha – Palacio Deportes

Portugal:

17 Lisboa, Portugal – Meo Arena

Agora é torcer para os norte-americanos escolherem nosso País como destino e ir aquecendo com as músicas novas do Maroon:

Fonte: POP


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