Turnê

Lady Gaga vem aí… Como é o show da turnê Joanne, que veremos no Rock in Rio?

4 de agosto de 2017

A nova turnê mundial de Lady Gaga começou nesta terça-feira (1) em Vancouver, no Canadá. E os fãs descobriram como são os arranjos, figurinos, coreografias, cenários…

Enfim, como é o show que passará pelo Rock in Rio no dia 15 de setembro?

São nove figurinos, seis vídeos que servem como uma pausa entre os blocos (com destaque para o que ela encarna uma garota rinoceronte) e 22 músicas.

A apresentação começa com um telão e uma contagem regressiva, que emenda em “Diamond Heart”.

A música que abre o disco “Joanne” também abre o show.

A segunda escolhida é “A-Yo”, a faixa 2 do álbum de 2016. A cantora toca guitarra e usa seu icônico chapéu rosa durante a maior parte da música.

O primeiro hit daquele 2008 que não volta mais é “Poker Face”.
Sem guitarra, ela está livre para performar.

Com a mesma roupa preta, ela fecha o 1º bloco com “Perfect Ilusion”.

O segundo bloco vem depois de uma vinheta com um carro. Ela canta uma sequência com “John Wayne”, “Scheiße” e “Alejandro”, dando uma cadenciada no show.

A parte seguinte é a mais pop dançante, com “Just Dance”, “LoveGame” e “Telephone”. Lady Gaga dança vestida com um maiô azul claro, com pérolas e ombreiras proeminentes.

Após “Applause” e “Come to Mama”, Gaga toca uma versão acústica de “The Edge of Glory” em seu piano brilhante em formato de coração.

É um dos momentos mais emocionantes, graças ao coro da plateia.

Os destaques do quinto bloco são “Paparazzi” e “Joanne”, esta em momento banquinho e violão.
Gaga continua falando bastante entre as músicas, como fazia nas turnês anteriores.
Principalmente logo antes de “Joanne”.

Para explicar os temas da letra (superação de momentos difíceis e as lembranças de sua família), ela gasta pouco mais de dois minutos.

O sexto bloco tem “Bad Romance” e a novíssima “The Cure”.

O bis tem apenas “Million Reasons”, em arranjo piano e voz.

Das 11 músicas do disco “Joanne”, nove foram cantadas. Apenas “Sinner’s Prayer” e “Hey Girl” devem ficar de fora nos próximos shows da turnê.

Setlist do show de abertura da turnê de Lady Gaga:

Intro (countdown)

“Diamond Heart”
“A-Yo”
“Poker Face”
“Perfect Illusion”

Interlúdio (car video)

“John Wayne”
“Scheiße”
“Alejandro”

Interlúdio (band jam)

“Just Dance”
“LoveGame”
“Telephone”

Interlúdio (“Applause – Dj White Shadow Remix”)

“Applause”
“Come to Mama”
“The Edge of Glory” (acústico)
“Born This Way”

Interlude (monster video)

“Bloody Mary”
“Dancin’ In Circles”
“Paparazzi”
“Angel Down”
“Joanne”

Interlúdio (intermission)

“Bad Romance”
“The Cure”

Bis

“Million Reasons”


Justin Bieber cancelou turnê para se ‘dedicar a Cristo’ após entrar para a igreja Hillsong, diz site

26 de julho de 2017

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Justin Bieber cancelou sua turnê para poder se “dedicar a Cristo” após ter se aproximado da igreja cristã pentecostal Hillsong, disse nesta terça-feira (25) o site TMZ. O site cita fontes próximas à igreja australiana, mas o motivo oficial não foi detalhado por Justin Bieber.

Segundo o TMZ, o cantor tem se aproximado da igreja Hillsong nos últimos meses.
Justin Bieber pediu desculpas para seus fãs pelo cancelamento repentino do restante de sua turnê internacional, dizendo que ele precisava de descanso depois de ficar na estrada por dois anos.

Seu agente, Scooter Braun, também pediu desculpas, mas disse que a “alma e bem-estar” de Bieber são as maiores prioridades.

A decisão de Bieber de abandonar as últimas 14 datas de sua turnê internacional “Purpose” foi divulgada citando apenas “circunstâncias imprevistas”, sem mais detalhes.

Igreja ‘hipster’

A Hillsong é uma igreja presente em 15 países. A filial brasileira está programada para ser inaugurada em setembro e é a segunda unidade da entidade na América do Sul – no fim de 2015, ela passou a operar em Buenos Aires, na Argentina.


Justin Bieber cancela datas restantes da turnê mundial ‘Purpose’

25 de julho de 2017

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Justin Bieber cancelou datas restantes da turnê mundial “Purpose” nesta segunda-feira (24). Ele ainda tinha 14 apresentações marcadas nos EUA, Japão, Cingapura e Filipinas.

O motivo do cancelamento não foi explicado oficialmente. Em nota nas redes sociais, a equipe do cantor cita “circunstâncias imprevistas”, mas não explica quais são. Leia o texto completo mais abaixo.

O site TMZ cita fontes não identificadas que dizem que o cantor apenas “perdeu o interesse” pelos shows.

A turnê havia começado no dia 9 de março de 2016 em Seattle, nos EUA, e já tinha passado pelo Brasil no final de março e começo de abril deste ano.

Nota de cancelamento

Devido a circunstâncias imprevistas, Justin Bieber vai cancelar o resto dos shows da turnê mundial Purpose. Justin ama seus fãs e odeia desapontá-los. Ele agradece aos fãs pela incrível experiência da turnê mundial Purpose nos últimos 18 meses. Ele está grato e honrado por ter compartilhado essa experiência com seu elenco e sua equipe nos 150 shows por 6 continentes durante essa jornada. De qualquer forma, depois de cuidadosa avaliação, ele decidiu que não vai se apresentar em mais nenhuma data. Ingressos serão reembolsados nos pontos de venda.


Show beneficente de Ariana Grande em Manchester terá Justin Bieber, Coldplay e Katy Perry

31 de maio de 2017

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A apresentação beneficente que a cantora Ariana Grande fará em Manchester, em homenagem às vítimas de atentado que matou 22 pessoas e feriu outras 64 na semana passada, terá uma série de participações especiais, incluindo o astro pop Justin Bieber, a banda Coldplay e a cantora Katy Perry, informou a emissora britânica BBC, que transmitirá o evento.

Ariana anunciou o show na última sexta (26), quatro dias após o ataque na saída de uma apresentação sua, no Manchester Arena. Em uma carta, a cantora disse que o dinheiro arrecadado será destinado às vítimas e suas famílias, mas não deu mais detalhes sobre o evento. “Vamos continuar honrando aqueles que perdemos e todos os fãs afetados por essa tragédia. Eles estarão na minha mente e coração todos os dias”, escreveu.

A BBC afirma que o show será realizado neste domingo (4) no Old Trafford, estádio de Manchester onde Beyoncé se apresentou em julho do ano passado. O jornal britânico “The Guardian” e o site TMZ também citaram as informações. Os cantores Pharrell, Miley Cyrus, Usher, Niall Horan (ex-One Direction) e o grupo Take That também devem subir ao palco.

Turnê suspensa

O show beneficente acontecerá menos de duas semanas após o atentado em Manchester. Na última quarta (24), Ariana confirmou a suspensão de parte de sua turnê “Dangerous woman”. Ela se apresentaria na semana passada em dois shows na Arena O2, em Londres, mas ambos os shows foram cancelados, assim como performances até 5 de junho, informou a gravadora da cantora em um comunicado.

Após o ataque, a cantora publicou em seu Twitter que estava “destruída”. Segundo relatos, ela voltou aos Estados Unidos na terça-feira (23) e foi vista desembarcando de um avião particular no aeroporto da Flórida em fotografias publicadas no site do Daily Mail.

Ariana tem shows marcados no Brasil em 29 de junho no Rio, na Jeunesse Arena (antiga HSBC Arena), e no dia 1º de julho em São Paulo, no Allianz Parque. As apresentações seguem confirmadas e a venda de ingressos continua, segundo a produção do evento.


Midnight Oil: cantor fala da turnê que começa no Brasil e explica por que desistiu da política

25 de abril de 2017

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Peter Garrett foi ministro australiano por mais de dez anos e cobrado por decisões consideradas ‘traição ao passado’. Grupo começa nesta terça (25) turnê brasileira.

Como podemos dançar se nossa Terra está mudando? / como podemos dormir se nossas camas estão queimando?” Fãs de Midnight Oil mais ligados à causa ambiental hoje torcem o nariz ao ouvirem os versos de “Beds are burning”, clássico da banda australiana, sucesso no Brasil nos anos 1980 e 1990.

Afinal, algumas contradições apareceram quando o cantor Peter Garrett foi além do discurso para tentar transformações concretas pela via política.

O Garrett músico que alertava para os perigos contra o planeta e a natureza deu lugar ao político que autorizou a exploração de urânio em solo australiano para virar matéria-prima de usinas nucleares. Ele foi cobrado. Virou vidraça.

Mas Garrett diz que houve muita injustiça contra ele durante o período de uma década como congressista pelo Partido Trabalhista australiano e ministro do Meio Ambiente e da Educação. Ele diz que medidas importantes foram aprovadas, mas se queixa que as críticas à sua gestão sempre dominaram a cobertura na mídia.

Nada em um nível “implicado na Lava Jato”, mas as bordoadas parecem ter contribuído em sua decisão de deixar a política para trás e retomar o Midnight Oil.

Nesta terça (25) a banda começa no Brasil a turnê mundial The great circle e não descarta compor novas músicas.

Aos fãs que estão mais interessados em reviver os hits dos anos 1980 será uma boa oportunidade de conferir de novo ao vivo “The dead heart”, “Forgotten years”, “King of the mountain”, “Blue sky mine” entre outras favoritas, junto com a performance energética (e também algo desengonçada) de Garrett, hoje com 64 anos, e sua marcante cabeça raspada no alto de seu 1,93m.

O grupo começa o giro brasileiro em Porto Alegre, depois se apresenta em Curitiba na quinta (27), toca no sábado em São Paulo e no domingo no Rio e fecha com uma performance em Brasília na terça (2).

A turnê ainda passa por EUA, Canadá, Europa, Nova Zelândia e, claro, Austrália. Os ingressos são vendidos no site Livepass.com.br para quase todos os shows, exceto para Curitiba, no Diskingressos.com.br.

Em entrevista por telefone ao G1, ele fala sobre fãs brasileiros, a era Trump e sobre como é cantar as letras engajadas após tantos anos em cargos públicos.

G1 – Por que vocês escolheram o Brasil para abrir essa turnê de reunião da banda?

Peter Garrett – Nós decidimos que iríamos voltar porque as coisas estavam funcionando nos ensaios, tanto na música quanto no convívio, contávamos histórias uns aos outros…. Fazia sentido para nós um lugar que nós gostamos bastante, um lugar que a gente já tinha tocado antes e que poderia nos proporcionar um estímulo, a energia que o Brasil tem como país. Nós temos que nos preparar para ir ao Trumpstão [Estados Unidos] [risos].

G1 – Alguma memória em particular sobre shows brasileiros do Midnight Oil de anos atrás? Algo particular sobre o público daqui?

Peter Garrett – Bom, sem querer entrar no clichê sobre o público brasileiro, mas os fãs daí sabem curtir: dançam, cantam… O Brasil é o oposto da expressão australiana “white bread” [pão branco], que significa algo sem graça, sem cor, é um lugar muito vibrante. Nós fomos a lugares da Europa e dos Estados Unidos e às vezes não lembramos o que diferenciava um público do outro. Mas o Brasil sempre marcou: as praias, a resposta do público, a celebração da vida. Mesmo quando as condições eram mais difíceis e mais doidas se comparadas às da Austrália. Esse lugar tem uma pulsação e nós adoramos isso.

G1 – Além da turnê, vocês estão planejando um novo disco ou novas músicas?

Garrett – Na verdade não. Digo, não há nada formal quanto a isso, mas como há tanta gente que compõe na banda inevitavelmente haverá momentos em que a criatividade vai aparecer. Agora que forma isso vai tomar é uma questão em aberto. Eu nunca fui o compositor principal. Quando eu entrei na banda os outros caras já escreviam e só mais tarde eu comecei a entrar na parte de composição. Acabei mais com a função de um editor dentro do estúdio, apontando o que nós queríamos dizer com cada música.

Quando eu decidi sair da política e escrever minhas memórias ["Big blue sky: a memoir"] eu fiquei muito surpreso. De uma hora pra outra composições começaram a aparecer e eu sabia que tinha que fazer algo com isso. Então lancei meu disco solo ["A version of now", 2016] e foi importante como espécie de liberação, superar uma espécie de barreira para me sentir vivo.

De qualquer forma a gente vai tocar nesta turnê músicas que as pessoas nunca escutaram. Material da época que a gente ainda era punk e estávamos ainda nos descobrindo. Vai ser interessante.

Eu estarei envolvido em ativismo, ou como civil em ações políticas, mas não na política formal. Durante uma década eu fui congressista e ministro de estado em dois governos. Foi o suficiente para mim.

G1 – No meio dos anos 1980 você e artistas como Sting começaram a chamar a atenção para questões ambientais no mundo e isso entrou na moda. Milhões de pessoas souberam das ameaças ao planeta por meio do pop. Mas 30 anos depois parece que essa ameaça é maior do que nunca.

Garrett – Acho que algumas coisas melhoraram em alguns lugares. Um exemplo interessante é que há menos pessoas passando fome hoje em dia do que nos anos 80. Claro que ainda há problemas e pobreza, fome em vários lugares da África neste momento. Mas no geral há mais comida e mais recursos à disposição.

O meio ambiente é mais importante que a economia, mas nós temos ficado frustrados com a ganância inerente aos negócios e a falta de ação.

Então, sim, muitos temas que nós cantamos no passado e ainda continuam por aí, não resolvidos. Mas por outro lado as pessoas estão mais conscientes. E assim há mais potencial para uma mudança mais rápida.
G1 – E a eleição de Trump nesse contexto?

Garrett – Bem, Trump é uma aberração extraordinária e representa um risco crítico de voltarmos à era dos dinossauros. Representa também a corrupção do sistema e o ódio como valor político, algo que só pode acabar de forma terrível e em lágrimas. Acho que os riscos de uma pessoa nessa posição [de presidente dos EUA] são grandes, mas ao mesmo tempo exacerba a necessidade de mudanças. Define a linha entre fazer algo e não fazer de forma mais clara. As pessoas não podem mais ficar na frente da TV comendo Big Mac para sempre.

G1 – Depois dessa turnê você pensa em retomar sua carreira política?

Garrett – Não, não. Eu estarei envolvido em ativismo, ou como civil em ações políticas, mas não na política formal. Durante uma década eu fui congressista e ministro de estado em dois governos. Foi o suficiente para mim.

G1 – Como foi conhecer a política por dentro?

Garrett – Bem, bonito não é. Você vive altos e baixos nessa posição. Mas eu sabia como seria, não é que eu fosse cego para isso. Já havia trabalhado como ativista pela preservação e tive que lidar muitas vezes com o governo e eu entendi que eles podem ser bons ou ruins. Claro que eu queria nós fôssemos bons o máximo possível e eu acho que o tempo vai nos julgar de forma bastante positiva.

Nós fizemos reformas importantes sobre a reforma climática, o meio ambiente, a educação e também para ajudar pessoas com deficiência. Fizemos muitas coisas boas, mas foi um período difícil. Nós enfrentamos conflitos políticos. O ser humano ainda não é maduro o suficiente para deixar conflitos de lado, então obviamente houve muitas frustrações, mas também muitas coisas para ter orgulho.

G1 – Para você faz sentido a famosa frase “política é a arte do possível”?

Garrett – Totalmente. Algumas pessoas olham de fora, enxergam pequenas mudanças e dizem “você fez pouco”. Não há fórmulas prontas. Eu acho que a mudança acontece de maneiras complexas. Agora a política acontece tanto nas ruas quanto nas salas de reunião.

Diz respeito a motivação do indivíduo e ser claro a respeito de mudanças. Quando eu falo com as pessoas na Austrália sobre o que nós fizemos, elas ficam surpresas porque só receberam o que era dito pela mídia de direita, algo muito crítico. Na verdade nós aprovamos leis para melhorar a vida de australianos comuns e elas permanecem.

G1 – Uma das principais críticas durante seu período como político foi a autorização concedida por você como ministro para a exploração de urânio e que isso teria ocorrido em terras dos aborígenes australianos…

Garrett – Não, essa última parte é falsa. O problema é que seus inimigos políticos tentam levar ao público coisas que não são corretas. Eu nunca agiria contra os interesses do povo aborígene. Quando eu fui ministro do meio ambiente eu tive que regulamentar a mineração, não apenas urânio, mas eu tentei estabelecer os melhores critérios possíveis para isso.

Eu acho que nessa época da internet, se alguém quer criar uma controvérsia ou criar um falso rumor sobre você, tudo é muito fácil.

G1 – Acha que de algum modo as pessoas vão encarar de uma forma diferente as letras de antes, depois de sua experiência como político?

Garrett – Olha, acho que não. A resposta curta para essa questão é não. As minhas letras, assim como as coisas nas quais eu acredito, estão mais fortes do que nunca.


Daft Punk levanta rumor sobre turnê

13 de janeiro de 2017

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Na última semana, o duo de música eletrônica Daft Punk empolgou os fãs, divulgando um short video, no qual é possível ouvir beats eletrônicos e ver imagens semelhantes às máscaras usadas pelos dois DJs.

Também foi apresentado no vídeo o título “Alive 2017″ (mesmo nome de um site criado pela banda em 2016), o que deve significar uma sequência às turnês “Alive 1997” e “Alive 2007”. Recentemente, o duo também ficou em evidência devido a participação na música “Starboy”, do The Weeknd, que os levou ao Hot 100 da revista Billboard, nos Estados Unidos.

O último trabalho do Daft Punk foi o álbum “Random Access Memories”, lançado em 2013, impulsionado pelos hits “Instant Crush”, com a participação de Julian Casablancas (vocalista da banda The Strokes), “Get Lucky” e “Lose Yourself To Dance”, que trazem a voz do rapper Pharrell Williams.


Thiaguinho, Péricles e Chrigor farão turnê juntos

3 de julho de 2015

Thiaguinho

Neste ano, a história do Exaltasamba completa trinta anos. E, para celebrar este marco mais do que especial, os ex-integrantes Thiaguinho, Péricles e Chrigor vestirão a camisa do grupo mais uma vez e subirão ao palco para comemorar com os seus fãs. Os três já foram vocalistas da banda, que encerrou suas atividades em 2012.

A notícia foi confirmada pelo próprio Thiaguinho, que deixou o Exaltasamba em 2012, juntamente com Péricles, para seguir carreira solo. Segundo ele, o trio se reunirá mais uma vez com os demais integrantes do grupo para realizar uma turnê comemorativa por diversas do Brasil. As apresentações começarão em julho.

A ideia de realizar uma turnê comemorativa dos trinta anos do Exaltasamba foi de Thiaguinho. O cantor, que se encontra com Péricles regularmente, comentou em recente entrevista que a proposta surgiu durante um almoço. “Teve uma importância grande na minha carreira e na do Péricles. A gente tinha que fazer alguma coisa para matar a saudade também”, comentou.

Fonte: Portal Sucesso


Grupo Pixote realizará turnê nos EUA

30 de abril de 2015

O grupo Pixote voltará a se apresentar nos Estados Unidos, nos meses de julho e agosto deste ano. O quarteto fará seis apresentações (veja abaixo) em cinco estados do país. Na bagagem, sucessos como “Mande um Sinal”, “Insegurança” e “Proibido é Mais Gostoso”, além do novo hit “Choro em Silêncio”.

Segundo o vocalista Dodô, que já realizou com o grupo turnês na América do Norte e Europa, todos estão ansiosos por mais esta empreitada internacional. “A música brasileira não tem fronteiras, é ouvida por pessoas de diversos lugares do mundo. Além disso, os Estados Unidos reúnem comunidades de várias nacionalidades, inclusive a grande quantidade de brasileiros que mora lá. Vamos fazer uma festa, um pagode muito animado e contamos com a presença de todos”, afirma e já convida o cantor.

Confira as datas e locais da turnê norte-americana!

31/07 – Yonkers/NY (Nova Iorque)
01/08 – Silver Spring/MD (Maryland)
03/08 – Orlando/FL (Flórida)
07/08 – Pompano Beach/FL
08/08 – Boston/MA (Massachussets)
09/08 – Newark/NJ (Nova Jersey)

Fonte: Portal Sucesso


Paula Fernandes leva turnê para o exterior

6 de março de 2015

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Paula Fernandes está pronta para levar a turnê “Um Ser Amor” pela segunda vez à América do Norte. Em novembro de 2013, a cantora estreou o seu novo show na Europa e em três cidades americanas. Agora, adicionará o Canadá a este giro internacional. Serão três apresentações: em Newark (Estados Unidos), no dia 27 de março; Toronto (Canadá), no dia 28; e Boston (Estados Unidos), no dia 29. 

O repertório do show contará com sucessos consagrados da cantora, como as faixas “Pra Você”, “Não Precisa”, “Mistérios do Tempo”, “Eu Sem Você”, “Uma Canção Para Mim” e “Sem Você”. Já o cenário será inspirado no DVD homônimo, lançado em 2014, que conta com uma mega estrutura, efeitos especiais, cenas em 3D, climatização, esteiras e plataformas giratórias.

A turnê ”Um Ser Amor” é a primeira produção assinada e dirigida por Paula Fernandes e  sua empresa, Jeito de Mato. Além dos recursos visuais, o show usa a tecnologia para evidenciar elementos da natureza e possibilitar encontros virtuais da cantora com os astros Shania Twain, Taylor Swift, Zezé Di Camargo & Luciano e Roberta Miranda.

Fonte: Portal Sucesso


Jason Mraz virá ao Brasil em abril

10 de fevereiro de 2015

Jason Mraz

O americano Jason Mraz virá ao Brasil neste semestre para realizar dois shows – um em São Paulo (SP) e outro no Rio de Janeiro (RJ) – nos dias 7 e 8 de abril, respectivamente. A turnê que o cantor irá trazer ao país será mais acústica e intimista, com músicas de seu novo disco, “YES!”.

No repertório, canções como “Love Someone”, “Hello, You Beautiful Thing”, “Everywhere”, “It’s So Hard to Say Goodbye to Yesterday” e “Shine”, além dos sucessos mais consagrados de Jason Mraz, como “I Won’t Give Up”, “I’m Yours” e “93 Million Miles”.

Na capital paulista, o show acontecerá às 21h30 no Citibank Hall. Os ingressos custam entre R$ 50,00 e R$ 500,00. No Rio de Janeiro (RJ), o cantor também se apresentará no Citibank Hall às 21h30. Porém, os ingressos são diferentes, custando de R$ 90,00 à R$ 500,00.

As vendas acontecerão no site oficial da Tickets for Fun e nas bilheterias das casas de shows. A abertura acontecerá no dia 20 de fevereiro para clientes dos cartões Citi e Diners, e no dia 27 do mesmo mês para o público em geral.

Fonte: Portal Sucesso


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